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   Nova Lei do Saneamento Básico: Esperança de Melhor Qualidade de Vida

Na semana do Carnaval entrou em vigor a nova Lei do Saneamento Básico, que recebeu o n.º 11.445/2007.  Por ela, o Brasil deverá promover a universalização dos serviços de abastecimento de água, rede de esgoto, drenagem de águas pluviais e coleta de lixo, como meio de garantir saúde e melhor qualidade de vida de todos os brasileiros.

Para tanto, a Lei determina investimentos anuais de R$-10 bilhões. Com esses investimentos as autoridades governamentais estimam que em 20 anos todos esses serviços já estejam universalizados para toda a população.

 

De fato, é uma grande notícia, entretanto, sabe-se que o Brasil é pródigo em criar leis que não saem do papel. Parece que não é o caso desta nova lei. Ela é fruto de intenso debate acumulado desde 2003. E, um dos fatores de relevância é a previsão do controle social na gestão dos serviços prestados de saneamento, que deve ser adicionado à disposição do Poder Público em destinar recursos suficientes para a sua execução, como visto acima.

 

A nova Lei do Saneamento Básico renova a esperança do provo brasileiro de ver eliminada uma das principais fontes de doenças, as quais são responsáveis pela morte de muitas pessoas, sobretudo, de crianças.

 

A irregularidade na coleta do lixo, o não tratamento dos esgotos e a falta de água potável nos domicílios brasileiros impõem uma dura realidade de se conviver com a falta de saúde e péssima qualidade de vida.

 

As fichas estão colocadas à mesa. Se houver participação da sociedade e se o Governo Federal cumprir com a obrigação pela destinação de recursos certamente esta lei poderá ser um marco positivo no processo de desenvolvimento do Brasil. Tudo indica que o Governo Federal fará a sua parte, pois em seu Programa de Aceleração do Crescimento – PAC está previsto investimento inicial de R$-3 bilhões para o saneamento básico. Resta esperar que o Congresso Nacional aprove as medidas referentes ao PAC e o recurso nele previsto seja, enfim, disponibiizado.

 

Marino Elígio Gonçalves



Escrito por Marino às 18h09
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Lula Colossal na Antártida. Tartaruga Marinha no Litoral do Paraná. Questão de mera Coincidência?

 

O Paraná se comoveu com uma tartaruga marinha que dias atrás depositou vários ovos em uma das praias paranaenses. O fato chamou muita atenção, pois animais desta espécie utilizam do litoral do Paraná apenas para a alimentação. A procriação se dá no Espírito Santo.

 

Os biólogos cercaram o local da deposição e informaram aos moradores e àqueles em veraneio, sobre a importância da eclosão dos ovos. Infelizmente, o local foi pilhado por pessoas inescrupulosas e do total sobraram, para a alegria de todos, aproximadamente 60 ovos.

 

O fato a ser registrado é que o litoral do Paraná não é berçário destes animais. Pode ser que este espécime tenha se extraviado de sua rota. Pode também ter se adiantado em seu ciclo reprodutivo, o que seria uma questão séria a ser estudada, pois pode ter motivação no aquecimento global, mais precisamente no aquecimento das águas dos mares.

 

O outro fato importante destes dias foi a captura de uma lula colossal de mais de 12 metros e 450 quilos, ocorrida no Mar da Antártida, por pescadores da Nova Zelândia.

 

O fato é incomum, pois estes moluscos são habitantes de regiões abissais dos oceanos, e podem nadar a 2 mil metros.

 

Até hoje poucos são os registros de captura desses colossais habitantes marinhos. O último foi em 2004 e estava nadando em águas superficiais. E, é justamente isso que é intrigante: porque animais que vivem em regiões abissais estariam se deslocando para perto da superfície dos mares?

 

A resposta pode estar ligada ao aquecimento das águas dos mares que é reflexo do aquecimento global. Não tenho base científica para confirmar isso, nem mesmo sobre a escolha do litoral paranaense como maternidade para as tartarugas marinhas, mas considero imperativo que essa possibilidade não seja descartada.

 

Ambos os acontecimentos, por mais distantes que sejam um do outro, é possível que tenham a mesma causa – o aquecimento global. E isso não seria mera coincidência e pode ser mais um sinal de que as coisas não andam bem nem para os habitantes de terra firma e muito menos para aqueles que vivem submersos em águas doces e salgadas. A situação parece grave e, por isso mesmo, exige medidas concretas para a estabilização do clima planetário.

 

Marino Elígio Gonçalves



Escrito por Marino às 18h52
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cartaz CF 2007: CNBB

   Quaresma: Tempo de Reflexão. Amazônia: Tempo de Ação

 

O dia 21 de fevereiro deste ano marcou o início da Quaresma e com ela a Campanha da Fraternidade (CF) de 2007 da Igreja Católica no Brasil, com o tema “Fraternidade e Amazônia” e lema “Vida e Missão neste Chão”.

 

Para os cristãos católicos a Quaresma é tempo de profunda reflexão, de recordar o sofrimento de Jesus Cristo, de fazer sua revisão de vida, de se questionar se tem contribuído para um mundo melhor, mais justo, fraterno e solidário. É tempo de se arrepender e de mudar de atitudes, se for o caso.

 

Significativo, portanto, é o lema desta CF. Ao mesmo tempo liga um dos principais valores da humanidade que é a “Fraternidade” com outro elemento essencial à vida em todas as suas formas que é a “Natureza” representada pela “Amazônia”.

 

Fraternidade significa conviver como irmãos, harmonia, paz, concórdia, amor ao próximo e tantos outros adjetivos que expressam sensibilidade, respeito e compreensão com o seu semelhante.

 

Infelizmente, diante da sociedade atual, ditada pelo capitalismo, cujo objetivo único é a obtenção do lucro fácil, sem se importar com as conseqüências ao ser humano e à natureza, fez com que esse valor humanitário da fraternidade tivesse sua importância reduzida. Numa sociedade de competição o que se sobressai é o individualismo. Portanto, refletir sobre a necessidade de recuperar e praticar a fraternidade entre os seres humanos é condição primeira para um convívio harmonioso e em comunidade.

 

A Amazônia, por sua vez, constitui um dos principais biomas do Planeta Terra e é responsável diretamente pelo equilíbrio do clima. Com a maior floresta e bacia hidrográfica do mundo, a Amazônia concentra uma rica biodiversidade.

 

Infelizmente, também é vítima do processo furioso da busca do lucro fácil como ocorre com a Fraternidade. Vinte por cento de seu território sucumbiu às motos-serras, às atividades ilegais madeireiras, ao avanço de pastagens e áreas para o plantio de soja. Tudo isso levou a uma pressão sem precedentes ao meio ambiente amazônico que também é formado pelos povos da floresta, destacando as nações indígenas e comunidades tradicionais.

 

Nesta CF o que se espera é uma profunda reflexão para a ação. Não se pode mais fechar os olhos para tanta destruição. A Amazônia é o símbolo eleito para esse repensar e agir. Mas ela também nos remete a tantos outros problemas ambientais como os desmatamentos, a poluição de rios, lagos e mares, a poluição do ar, a caça e pesca predatórias, o tráfico de animais silvestres, a biopirataria, entre outros. Preservar a Amazônia e o meio ambiente como um todo é proteger a vida. E, isso, é a expressão da fraternidade que se deve ter com os demais seres humanos e com a Natureza.

 

Marino Elígio Gonçalves



Escrito por Marino às 15h49
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     Carnaval

 

 

Desejo a todos e todas um ótimo Carnaval.

 

Muita festa com prudência e moderação.

 

Espero encontrá-los com força renovada.

 

Eu fiz uma opção mais contemplativa da natureza. Vou me banhar em água doce, andar descalço, respirar ar puro, quem sabe levar umas picadinhas de pernilongos... É, a natureza também tem pernilongos (risos).

 

Axé... Felicidades...

 

 

Marino Elígio Gonçalves



Escrito por Marino às 16h52
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camadas rochosas de Marte: NASA

      Marte: Passado ou Futuro da Terra?

A agência espacial norte americana – NASA – divulgou neste último dia 15 fotografias feita pela sonda “Mars Reconnaissance Orbiter” da superfície rochosa do Planeta Marte. As imagens constituem em mais um indicativo de que existia água naquele planeta.

 

Elas revelam uma seqüência de fraturas rodeadas que são denominadas pela NASA como “halos” de rocha de tons claros. Os “halos” são as evidências mais significativas do fluxo de líquidos na camada rochosa. Provavelmente esses líquidos teriam sido água e, como se sabe, esta é o principal agente para a ocorrência de vida.

 

A NASA, em doses homeopáticas, tem revelado importantes imagens de Marte. Juntando-as como num quebra-cabeça, já se torna possível afirmar que houve vida em Marte.

 

Em assim sendo, Marte seria o passado ou o futuro da Terra?

 

Sinceramente, não tenho condições de fornecer a resposta, pois me faltam elementos técnicos e científicos para tanto. Porém, de uma coisa tenho certeza e posso afirmar: a Terra é o nosso presente. E, como tal, cabe a nós o dever de cuidá-la não apenas para as atuais gerações, mas também para as futuras que igualmente herdarão essa mesma missão.

 

É certo que a humanidade, por conta de suas atitudes, tem colocado em risco a vida do próprio Planeta Terra. O destempero do clima, por exemplo, é um claro sinal de que há uma saturação em escala planetária. Contudo, ainda é possível reverter essa situação. Vários são os caminhos e todos dependem da conscientização e sensibilização do problema.

 

Nessa reflexão indico um: o desenvolvimento sustentável. A sua noção se funda no tripé da sustentabilidade: eficiência econômica, justiça social e prudência ecológica. Com isso, o crescimento da economia deve promover a inclusão daquelas pessoas que vivem à margem de qualquer processo de produção e respeitar o meio ambiente.

 

O crescimento econômico não pode beneficiar apenas uma parcela privilegiada da sociedade, mas sim a toda a população, tendo como objetivo acabar com a pobreza, por mais utópico que possa parecer. Ao mesmo tempo, a economia tem de ter seu limite no próprio limite da natureza. Os recursos naturais são finitos e, uma vez extintos não se pode recuperá-los.

 

Enfim, a Terra é ainda a nossa casa comum e única opção para a vida. Os esforços para encontrar planetas que possam ser colonizados não se revelaram promissores. Talvez, nem Marte seja mais adequado. As imagens da NASA apontam que um dia lá existiu vida. Na Terra existe VIDA, portanto, parece mais inteligente investir no Planeta Azul.   

 

Marino Elígio Gonçalves



Escrito por Marino às 16h32
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