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DIA DO PLANETA TERRA - 22 DE ABRIL
PLANETA TERRA
Vinicius José Fernandes
Bem vindo ao planeta Terra Aqui estamos em constante guerra Ideológica e imatura Guerra sem nexo e sem verdades Matando e morrendo por liberdade
Sem piedade mato o futuro Aguardo o passado sobre o muro Vamos invadir o mundo com a paz Ainda somos capaz
A bondade morre na sepultura surreal Aguarda por uma cultura de liberdade Liberdade real, não covarde Disfarçada em democracia suja e fajuta Que contra a independência luta e nos conquista sem clemência
Quem pensa que é livre erga a mão Quem acha que é feliz ou não Somos escravos em busca de liberdade Procuramos sem cessar por divindades Que nos trarão de volta a felicidade Perdida num tempo distante Quando gente ainda era livros numa estante Aguardando serem lidos
Ainda temos vontade própria e coisas a ensinar Esqueça o ódio e aprenda a amar Ou matar o preconceito Sobre a vida, renove os seus conceitos
Tudo que ensinaram é mentira Você pode voar desde que queira Basta se lançar a ira do vento E por um momento pousar no mar Pairar sobre as montanhas e no deserto flutuar Mesmo tendo que abandonar A razão sem emoção Jogar numa esquina qualquer sem saber o que se quer A razão sem razão deu vazão à invasão dessa prisão Tendo a visão da imensidão da escuridão do coração.
Esse é o sétimo poema da série que preparei para reverenciar o Planeta Terra.
Marino Elígio Gonçalves
Escrito por Marino às 15h58
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DIA DO PLANETA TERRA - 22 DE ABRIL
LEIS DA NATUREZA
Marcial Salaverry
Extraiamos da natureza o sumo dos ensinamentos
que nos permitirão conhecer o amor dentro de nós.
Reconheçamo-nos como produtos da Natureza
Cá ou lá vivendo, algo sempre devemos observar,
ou seja, sempre as leis da Natureza respeitar,
para não deixarmos o mundo entrar em colapso,
apenas por causa de um viver relapso...
É muito pródiga nossa rica Natureza,
inexcedível em sua beleza,
mas para nossa tristeza,
o bicho homem tudo atrapalha,
e infelizmente sempre falha
quando algo de bom tenta fazer...
Resta esperar enfim,
que se consiga evitar um amargo fim...
Esse é o sexto poema da série que preparei para reverenciar o Planeta Terra.
Marino Elígio Gonçalves
Escrito por Marino às 08h29
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DIA DO PLANETA TERRA - 22 DE ABRIL
A Páscoa não se resume num período em que determinados setores da economia lucram com a elevação das vendas. Antes de ser representada por cifras ela deve ser compreendida como um momento sublime de representação da ressurreição, da vida nova e, sobretudo, da vitória da vida sobre a morte. Esse novo amanhecer que renova todas as coisas, deve vir acompanhado de novas atitudes para o enfrentamento dos desafios que se revelam à humanidade, como o risco de se tornar insustentável a vida em todas as suas formas no Planeta Terra.
Assim, como Cristo venceu a morte a humanidade também pode vencer o caos que se avizinha. Para tanto, deve encarar com seriedade os apelos para a conservação e preservação da natureza e não se omitir diante da necessidade de se proteger o planeta. Ainda dá tempo...
Marino Elígio Gonçalves
Segue o quinto poema da série que preparei para reverenciar o Planeta Terra.
AMANHECER
Ivone Boechat
Levanta a cortina dos teus olhos Contempla a maravilha do amanhecer A vida é uma criança, esperta, bonita, inteligente Passa correndo, é preciso ver Acredita, enquanto há tempo: não existe dor sem alento nem tristeza tão longe da alegria quando a luz de cada dia, acende a vida, iluminando o amanhecer Não vacila, toma posse da imensa alegria de viver.
Escrito por Marino às 11h10
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Jesus Cristo Crucificado para Salvar o Planeta Terra
Hoje é Sexta-Feira Santa. Para muitos habitantes do mundo é dia de reflexão, de recolhida e de compartilhamento da dor de Jesus Cristo que foi imolado para salvar a humanidade, que se encontrava perdida e desprovida dos valores éticos.
Passados mais de dois mil anos a humanidade parece insistir na trilha da destruição, do extermínio, da exclusão e da dor. Novamente, Jesus Cristo será imolado nesta Sexta-Feira Santa. Pra Quê? Para salvar a humanidade?
Na verdade, acho que Jesus Cristo dará a sua vida por uma causa tão nobre quanto à da humanidade. Será imolado para que salvemos o Planeta Terra. Sabe Jesus Cristo que a Terra é a nossa Casa Comum em que abriga não só os seres humanos, mas todas as formas de vida que junto com outros elementos da Natureza (ar, água, terra...) compõem esse magnífico Planeta Vivo.
A imolação de Jesus Cristo também deve ser a imolação de cada um. As atitudes fazem a diferença nesse contexto em que o interesse individual e não coletivo, em que o desprezo e não a solidariedade, em que o lucro fácil e não a necessária inclusão, em que a extinção e não a preservação são os valores que ditam o comportamento da humanidade. Cada prego que dilacera a carne de Jesus Cristo na cruz é a representação também da dilaceração que a humanidade insiste em fazer ao Planeta Terra. Até quando?
O dia 22 de abril se aproxima e, com ele, as comemorações ao Dia do Planeta Terra. Seria o caso de se perguntar: comemorar o quê?Urge o despertar para a proteção e preservação da Terra e, assim, constatar que as imolações de Cristo e de tantos outros defensores da vida não foram em vão.
Marino Elígio Gonçalves
Segue o quarto poema da série que preparei para reverenciar o Planeta Terra.
SÚPLICA PELO PLANETA TERRA Neli Neto
Pai, humildemente vos peço escutai a minha súplica que ajoelhada vos faço. Perdoai todos os homens, que estão destruindo o planeta em nome de uma ciência que prejudica a existência dos seres daqui da Terra.
Num rompante desvairado pensando em louros e glórias pouco a pouco arruinaram com seu espaço sagrado o paraíso criado com tanto amor e bondade para abrigar aos humanos como um lar especial.
É tanta destruição que vemos no dia a dia que uma dor intensa acontece invadindo o coração.
São guerras, testes atômicos lixo e mais lixo jogados, poluindo nossos rios, escasseando as águas. Terras sendo queimadas árvores arrancadas matas exterminadas em nome de um progresso levando à morte o planeta.
No desejo de lucros insanos arruinaram a beleza devastando a natureza matando seres humanos extinguindo animais. Calaram o canto dos pássaros sumiram com as flores exóticas, árvores que nos dão frutos. Aniquilaram nosso mundo com tanto ardor arrogante em nome de uma ganância que acabaram gerando um buraco gigantesco na atmosfera do espaço.
Hoje estamos em perigo num remate declarado nos acidentes que surgem tsunami, terremotos até mesmo furacões os verdadeiros algozes que chegam sem um aviso ruindo com as cidades matando homens, crianças deixando povos com fome, nosso planeta arrasado.
Peço-te ó Mestre divino em nome da Virgem Maria que tenhas só piedade. Não deixais que aconteça o fim da humanidade com a morte do nosso planeta. Perdoai todos os homens eles não sabem o que fazem!
Escrito por Marino às 09h50
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DIA DO PLANETA TERRA - 22 DE ABRIL
TERRA DEVASTADA José Mattos
A terra exausta e infecunda Caminha para a morte inteira e rápida Pois os filhos pecadores põem termo cólera Estripando prados e montanhas a ferro e fogo Em insana demanda tresloucada O berço onde túmidas águas rolavam E se agitavam exuberantes matas verdes Hoje são gritos que reboam entre a fuligem, Dos carcarás pescando lebres sapecadas Para ir fazer o seu banquete tão sinistro Lá no cimo da galhada estorricada Arvores levantam os braços retorcidos Através do fumo denso das queimadas Gritos, silvos, guinchos, algazarra: clamor uníssono, Arrastam-se com o ventre sobre a borralha Procurando ardentemente alguma brecha Que os livre o quando antes da fornalha, E corre, corre, a bicharada vai circulando Até se verem pelo fogo circulados Velho Riacho se arrasta manquejante Pois há tempos já perdera a bengala Rasparam-lhe os cílios e a barba Sulcaram impiamente o seu costado, E a última pindaíba que sobrou, De tão corcunda, descascada e apodrecida... Não serve para representar sua mortalha Então à Terra exaurida e devastada Nada mais resta que lamentar o seu fracasso.
Esse é o terceiro poema de uma série que preparei para homenagear a nossa Casa Comum: o maravilhoso e encantador Planeta Terra.
Marino Elígio Gonçalves
Escrito por Marino às 08h48
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DIA DO PLANETA TERRA - 22 DE ABRIL
MINHA CASA
Marília Bechara
Moradia bonita tão querida, Terra, água, ar, meu lar.
Também assim sou formada: Rios são as minhas veias, Fértil sou terra e serei pó.
Pulmões: árvores sagradas, Meus braços galhos, abraços... Seivas nossas alimentaram Os frutos que em nós brotaram! E mesmo pequenininhas, Pela LUZ iluminadas, Somos partes do ETERNO: Você minha casa azul girando. Eu, vermelho sangue passante. Unidas por mesmas raízes: Mistérios sagrados do Universo!
Esse é segundo poema de uma série que preparei para homenagear a nossa Casa Comum: o maravilhoso e encantador Planeta Terra.
Marino Elígio Gonçalves
Escrito por Marino às 07h28
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DIA DO PLANETA TERRA
MINHA CASA Lisieux
Planeta Terra, minha casa azul e bela como é terrível olhar a tua destruição e como dói nesse momento o coração por desbotarem tuas cores de aquarela...
O teu azul, profundo e lindo, descorou. O verde está tão seco, amarelado... o branco, que era paz, hoje manchado, nos lembra que o amor já se acabou...
E eu fico aqui, fitando o céu, pela janela para o lugar aonde habita a minha estrela quase apagada, como está minha esperança...
Fico sonhando com o dia em que, na Terra
não mais haja miséria, fome ou guerra.
Esse é primeiro poema de uma série que preparei para homenagear a nossa Casa Comum: o maravilhoso e encantador Planeta Terra.
Marino Elígio Gonçalves
Escrito por Marino às 07h18
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Dia do Planeta Terra
O dia 22 de abril é consagrado como o “Dia do Planeta Terra”. Foi criado em 1970 pelo Senador norte americano Gaylord Nelson, quando da convocação do primeiro protesto nacional contra a poluição, nos EUA. A partir de 1990, outros países também passaram a comemorar esse dia em homenagem ao Planeta Terra.
O estabelecimento dessa data se deu pela necessidade de um despertar ao perigo da poluição para a Natureza e para o próprio ser humano. Anualmente, no dia 22 de abril, espera-se que a humanidade dedique maior atenção para discutir como tem sido o tratamento dedicado ao planeta, que deve ser entendido como a casa comum de todos os seres vivos.
Sabe-se que a preocupação com o equilíbrio ambiental não se deve resumir em apenas um dia, em absoluto. Mas, dedicar-se a partir desse dia para que haja um constante e diário aprofundamento das questões ligadas à preservação da vida em todas as suas formas, com mudanças de atitudes e de práticas individuais e coletivas é oportunidade que não se deve perder.
Por isso, desejo com toda a força da Natureza que o dia 22 de abril possa se traduzir em um começo de luta pela vida para muitos ou incentivo para a continuidade da luta a tantos outros que compreendem a importância e a necessidade de bem cuidar do Planeta Terra.
Nesse espaço quero dedicar minhas homenagens ao Planeta-Mãe-Terra de um modo diferente do que até aqui tenho trilhado. Até o dia 22 de abril publicarei poemas que se refere à Terra, à Natureza e à luta para salvar a vida em todas as suas expressões.
Se você é um poeta ou uma poetisa e quiser publicar seu poema aqui, sinta-se a vontade. Essa ferramenta não pertence a mim, tão somente, mas a um projeto maior de conscientização coletiva para uma vida em harmonia com todos os elementos da natureza.
Encerro esse texto na companhia do famoso escritor e bioquímico russo, Isaac Asimov, que certa vez escreveu: “Apenas uma guerra é permitida à espécie humana: a guerra contra a extinção”.
É isso! Saudemos-nos em favor da vida, brindemos à poesia, agradeçamos por fazer parte dessa geração que a cada dia tem despertado e exigido respeito ao Planeta Terra e um basta à destruição e ao extermínio.
Até o dia 22 de abril e, quem sabe, possamos, enfim, comemorar um novo tempo: o tempo da consciência ambiental e do amor profundo com a Natureza e com os demais irmãos da flora e da fauna.
As poesias serão publicadas na seqüência.
Marino Elígio Gonçalves
Escrito por Marino às 11h04
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