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logo oficial do SIBEA: fonte MMA

 

SIBEA - Sistema Brasileiro de Informações sobre Educação Ambiental: maior agilidade e facilidade de informações.

 

O Ministério do Meio Ambiente – MMA – em resposta à determinação da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA) e, mais precisamente, da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), instituída pela Lei n.º 9.795/1999, que foi regulamentada em 2002, por intermédio de sua Diretoria de Educação Ambiental (DEA), em parceria com redes e instituições governamentais e não governamentais que atuam em Educação Ambiental, lançou no início do mês de abril deste ano, em Brasília, o SIBEA reformulado eletronicamente.

Trata-se de um portal eletrônico que conterá dados e informações sobre especialistas, instituições, legislação, publicações, programas, projetos e redes sociais envolvidos com o processo de educação ambiental, além de notícias relacionadas à questão.

A missão principal é gerenciar informações sobre educação ambiental permitindo, de acordo com a PNEA, o planejamento, a promoção, a coordenação e a difusão de ações educacionais em benefício da sociedade.

De imediato, o SIBEA disponibilizará mais de duzentos mil registros e o acesso às informações, com o sistema eletrônico, será muito facilitado. Isso responde a dois princípios básicos que são a democratização e a descentralização de dados.

 

É importante que todos que atuam com a Educação Ambiental, principalmente, acessem o sítio do SIBEA, façam seu registro e a partir daí busquem informações ou forneçam informações. O endereço é: http://sibea.mma.gov.br

 

As informações serão fornecidas por categorias: pessoas, instituições e redes sociais.

 

Façamos do SIBEA um eficaz meio de articulação em redes, de geração de conhecimentos e, sobretudo, de transformação da sociedade sob os signos da ética e da solidariedade.

 

Marino Elígio Gonçalves



Escrito por Marino às 10h17
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teia da vida: tudo ligado em tudo/google imagens

Novas Exigências à Educação Ambiental.

 

É comum, em qualquer processo de aprendizagem, que se cumpra um programa pré-determinado ou que se aplique uma cartilha com conceitos já formatados. Isso fornece uma falsa sensação de domínio de todas as fases do ensinamento. Entretanto, sabe-se que esta concepção está na contramão de uma educação libertadora. Não promove o despertar do educando para a realidade e para a necessidade de transformação, nem mesmo contribuiu para que este assuma o papel de protagonista desse mesmo processo educativo.

 

Nesse sentido, o processo de educação ambiental se depara com novas exigências. Quais são elas?

 

Na tarefa para descrevê-las encontrei no artigo de Suzana Pádua, doutora em educação ambiental, intitulado “Pensamentos sobre a Educação Ambiental II”, importantes fundamentos.

 

No referido artigo, a autora afirma que “o modelo atual da educação ambiental encoraja a obediência e a passividade”. De fato, esse binômio – obediência e passividade – é contraditório com uma educação que se propõe libertadora. O senso crítico deve aflorar e fundamentar as decisões e atitudes com base em princípios éticos. Só assim pode haver transformações e estas só ocorrem e se sustentam em razão de um processo de participação efetiva de seus atores. Por isso, o que importa é “não domesticar” e, muito menos, “não enquadrar” nos conceitos e fórmulas já concebidos. Ao revés, interessa compreender que todo processo de educação é dinâmico, sobretudo, porque dinâmico também é o processo evolutivo dos fatos sociais. No espetáculo da vida cotidiana os atores sociais forçam e são forçados a experimentar e aplicar novos métodos de construção de realidades que se descortinam a cada momento no seio da sociedade.

 

Citando um trecho do livro “The Heart of Understanding”, de autoria do budista Thich Nhat Hann, Suzana Pádua apresenta outro aspecto de relevância. Para Hann é de suma importância que o ser humano tenha plena clareza de sua interdependência com o “mundo não-humano”. Todos os seres vivos possuem em sua composição elementos não-vivos, como o ar, a água e os minerais. O ser humano, portanto, também é composto e necessita desses elementos não-vivos, assim como dos “elementos não-humanos, como florestas, rios e montanhas”. Com isso, “Essa percepção quebra a separação entre o que possui vida e o que não possui, e aguça a importância do respeito a todos os elementos encontrados no planeta”.

 

Essa magnífica revelação exige uma nova postura educacional. Na natureza tudo está ligado em tudo e, por isso mesmo, as atitudes devem ser responsáveis e solidárias a fim de manter o equilíbrio ambiental e a possibilidade da continuidade da vida em todas as suas formas no presente e no futuro.

 

Para que o processo de educação ambiental seja efetivamente libertador, todos os seus agentes – educador e educando - devem ter a plena compreensão de que o ser humano é formado por elementos não-humanos e não-vivos, como frisou o budista Hann, e deles depende para a sua existência. Isso rompe com a visão antropocêntrica, em que o ser humano é o único que importa, e força uma nova visão, a sistêmica, em que o todo é realçado diante da certeza que tudo está ligado em tudo. Além disso, o educador, nas palavras da doutora Suzana Pádua, deve “deixar o novo brotar” e ao “invés de controlar o processo de aprendizagem o educador deve ajudar as pessoas a descobrirem seus potenciais mais profundos”. Descobrirem-se protagonistas e sujeitos de construção e de transformação da sociedade.

 

Eis aí as novas exigências que devem fundamentar a Educação Ambiental.

 

Marino Elígio Gonçalves.



Escrito por Marino às 09h51
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Tributo ao Planeta Terra

Não tratarei aqui de tragédias ambientais que podem colocar o Planeta Terra em colapso e pôr em risco a sobrevivência dos seres humanos e das demais formas de vida. Na realidade, trata-se de um tributo ao nosso Planeta. O texto principia com informação, desenvolve com a revelação de alguns magníficos acontecimentos e conclui com um apelo em favor de nossa casa comum.

 

O dia 22 de abril é consagrado como o “Dia do Planeta Terra”. Foi criado em 1970 pelo Senador norte americano Gaylord Nelson, quando da convocação do primeiro protesto nacional contra a poluição, nos EUA. A partir de 1990, outros países também passaram a comemorar esse dia em homenagem ao Planeta Terra.

 

O estabelecimento dessa data se deu pela necessidade de um despertar frente ao perigo da poluição para a natureza e para o próprio ser humano. Anualmente, no dia 22 de abril, espera-se que a humanidade dedique maior atenção para discutir como tem sido o tratamento dispensado ao Planeta “Azul”.

 

Sabe-se que a preocupação com o equilíbrio ambiental não se deve resumir em apenas um dia, em absoluto. Mas, dedicar-se a partir desse dia para que haja um constante e diário aprofundamento das questões ligadas à preservação da vida em todas as suas manifestações, com mudanças de atitudes e de práticas individuais e coletivas é oportunidade que não se deve perder.

 

É impossível não se encantar com sua beleza. A cada manhã, entardecer ou anoitecer o espetáculo da vida se apresenta em todo o seu esplendor. O sol rompendo a escuridão da noite, levando luz e calor; os pássaros em revoadas; as borboletas ziguezagueando pelos campos floridos; o rio despencando na cachoeira; a abelha preocupada em produzir mel; as nuvens se reunindo para fazer chuva; a chuva caindo suavemente; o orvalho escorrendo pelas folhas; a flor desabrochando; a semente germinando; a brisa acariciando tudo o que toca; a neve cobrindo as montanhas de branco; os golfinhos surfando nas ondas do mar; as pérolas sendo geradas nas ostras; a mãe dando a luz a um lindo bebê; a lua iluminando os desejos dos amantes; o vaga-lume piscando sem parar... É praticamente indescritível a emoção de se viver no Planeta Terra.

 

A Terra não pára. Insiste em gerar cada vez mais vida a cada instante. É ela que nos gerou e nos provê de tudo o que necessitamos para viver. E, ainda nos recolhe quando a existência terrena não mais interessa. É a nossa Mãe, nosso lar comum, nossa alegria, nosso amparo, nossa emoção, nossa razão e nossa grande paixão.

 

Neste dia 22 de Abril, Dia do Planeta Terra, apresento o meu tributo em agradecimento por ser um de seus habitantes. Também reafirmo o meu compromisso e missão de protegê-lo, assim como me tem protegido. Espero que toda a humanidade também se sinta sensibilizada para esse objetivo. Ainda dá tempo, depende de cada um de nós.

 

Marino Elígio Gonçalves



Escrito por Marino às 07h44
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DIA DO PLANETA TERRA - 22 DE ABRIL

 

SABER CUIDAR

Leonardo Boff

 

A Terra não gera apenas os seres humanos.

Concebemo-la como Mãe generosa.

Da mesma forma que a Mãe-Terra gera e entrega à vida, ela também tudo acolhe e tudo recolhe em seu seio.

Ao morrermos voltamos à Mãe-Terra.

Regressamos ao seu útero generoso e fecundo.

Não se trata da morte definitiva; pela morte mudamos de estado para voltar a viver no mistério profundo da natureza, donde todos os serem vêm e para onde todos voltam.

 

 

Esse é o décimo poema da série que preparei para reverenciar o Planeta Terra.

 

Marino Elígio Gonçalves



Escrito por Marino às 16h31
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criança indígena Tupi-Guarani/google imagens

 

DIA DO PLANETA TERRA - 22 DE ABRIL  -   DIA DO ÍNDIO - 19 DE ABRIL

No Brasil, o dia 19 de Abril foi consagrado como o Dia do Índio por força do Decreto n.º 5.540, assinado pelo Presidente da República, Getúlio Vargas, em 1943.

 

A sua história tem origem em 1940, quando foi realizado no México o 1º Congresso Indigenista Interamericano, que contou com a presença de diversos líderes governamentais de vários países da América. Em princípio, os líderes indígenas ficaram receosos em participar do evento, sobretudo, porque eram perseguidos, agredidos e dizimados pelo “homem branco”. Mas, depois de debaterem em seguidas reuniões, decidiram que deveriam participar. Essa participação se deu no dia 19 de abril, que mais tarde ficou referendado como sendo o Dia do Índio no continente americano.

 

Nesse dia acontecem eventos dedicados à valorização da cultura indígena e à compreensão da importância e do respeito aos povos indígenas, às suas terras e às suas manifestações culturais.

 

Sempre é oportuno relembrar que desde antes mesmo do descobrimento do Brasil, os índios aqui já se encontravam e, infelizmente, nesses mais de 500 anos, o que se tem presenciado é um processo cruel, desumano e desonroso de desrespeito e de extermínio dos povos indígenas. Suas terras são exploradas e destruídas pelo “homem branco” do Brasil, que insiste em aculturar Nações inteiras. Até quando? É preciso dar um basta!

 

Em dupla homenagem: ao Planeta Terra e a um de seus filhos, os Índios, publico na seqüência a nona poesia que, na realidade, trata-se de uma confissão de amor pela terra e pela natureza.

 

 

PALAVRA DE ÍNDIO 

Tatanka Yotanka, ou Touro Sentado, guerreiro Sioux

 

Quero que todos saibam que não estou disposto a vender parte alguma de minha terra, nem quero os brancos cortando nossas árvores ao longo dos rios, sobretudo o carvalho. Tenho uma predileção especial pelos pequenos bosques de carvalhos. Gosto de olhar para eles, porque suportam as tempestades de inverno e os calores do verão, e - da mesma forma que nós - parecem florescer por causa disso.

Marino Elígio Gonçalves

 



Escrito por Marino às 18h19
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DIA DO PLANETA TERRA - 22 DE ABRIL

TERRA
Auri Costa

Terra planeta mágico, planeta lindo,
planeta do amor, da natureza mais pura,
dos pássaros mais lindos. Terra da magia
dos sentimentos e do encantamento.

Terra planeta único para mim,
aqui eu nasci aqui quero ter fim.
Terra que nasce, terra que morre,
terra que sempre a todos socorre.
Terra que planta, terra que colhe, terra
que tudo constrói.

Terra da emoção, terra que
tanto transmite paixão, terra da fascinação.
Terra nosso planeta azul, mares, flores e frutos.
Terra tão grande e tão bela, terra que
tem própria luz terra que tudo produz.

 

Esse é o oitavo poema da série que preparei para reverenciar o Planeta Terra.

 

Marino Elígio Gonçalves



Escrito por Marino às 09h13
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