SEMANA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE
O QUE FAZER PARA DETER O AQUECIMENTO GLOBAL
2 – LIXO: Mais da metade da produção industrial é reciclável, então, por que não reciclar e economizar? Assim, não jogue nenhum tipo de lixo no mar, rios e lagos.
Atente-se à Lei dos 3 erres:
RECICLAR - transformar o lixo em novas propostas de utilização;
REDUZIR – diminua o consumo desnecessário e irresponsável; e
REUTILIZAR – diversos produtos podem ser reutilizados em outras atividades, experimente isso, é legal e ajudará você a economizar em seus gastos mensais e, ao mesmo tempo, contribuir para a preservação da Natureza.
COLETA SELETIVA: Selecionar o lixo que produzir é uma prática ecologicamente correta. Consulte a Prefeitura ou Condomínio, sobre a possibilidade de um SISTEMA SELETIVO DO LIXO. Se não existir, como cidadão ou cidadã, EXIJA a implantação desse sistema.
Use sempre vasilhas RETORNÁVEIS;
Escolha sempre que puder vasilhame de VIDRO no lugar de plástico, tetrapack e alumínio;
COOPERATIVAS: Existem cooperativas e associações que absorvem materiais recicláveis como: jornais, livros velhos, garrafas, metais etc. Procure saber e entre em contato. Você estará contribuindo com a Natureza e com aquelas pessoas que sobrevivem dessa atividade de coleta e reciclagem do lixo.
VIVA MAIS FELIZ, FAÇA A SUA PARTE!
Escrito por Marino às 10h58
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google/Ana Lizete
SEMANA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE
Estamos no limiar da Semana Mundial do Meio Ambiente comemorada no início de Junho. Muitos eventos serão realizados e o tema sobre o Aquecimento Global será um dos que merecerá maior destaque. Pensando no que se pode fazer para contribuir com a melhoria das condições ambientais do nosso Planeta, foi providencial o email que recebi do amigo Carlos Roberto Scalassara, advogado militante em Londrina-PR, cujo escritório é membro do Vida Digna, em que apresenta uma lista de procedimentos que podem fazer a diferença entre a preservação e a destruição. A partir de hoje reproduzirei referida lista. Marino Elígio Gonçalves
O QUE FAZER PARA DETER O AQUECIMENTO GLOBAL
Definitivamente, cada um de nós pode e deve colocar seu grão de areia. É o nosso Planeta, nossa Casa Comum, nossa Vida...
O QUE PODEMOS FAZER EM CASA:
1 - ÁGUA: Consuma o justo; Evite gasto desnecessário; Não esvazie a cisterna sem necessidade; Repare imediatamente os vazamentos: 10 gotas de água por minuto desperdiçam 2 mil litros de água por ano.
B A N H E I R O: Não jogue no vaso sanitário cotonetes, papéis, pontas de cigarro, preservativos etc. Utilize a lata do lixo; Gel, xampu e detergentes são contaminadores, use-os moderadamente e se possível opte por produtos ecológicos.
B A N H O: Prefira DUCHA à imersão (banheira); Mantenha a ducha aberta só o tempo indispensável, fechando-a enquanto se ensaboa; Não deixe a torneira aberta enquanto escovar os dentes ou barbear.
C O Z I N H A: Não lave alimentos com a torneira aberta, utilize um recipiente. Ao final, esta água pode ser reaproveitada p/ outros usos; Utilize a máquina de lavar louças na sua capacidade máxima; Não despeje óleo usado na pia ou vaso sanitário, ele flutuará sobre a água e é muito difícil de eliminar.
L A V A N D E R I A: Utilize a máquina de lavar somente quando estiver cheia; Reutilize totalmente ou parte da água da máquina para a limpeza de pisos e de calçadas.
J A R D I M: Regue as plantas à tardinha, pois é menor a evaporação de água; Utilize água não potável para regar jardins e calçadas; Prefira plantas nativas, que requerem menos cuidados e menos água.
Escrito por Marino às 09h29
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mosquito aedes egypt: google

Suspeita de Dengue
Caros companheiros e companheiras.
Devo uma explicação para vocês acerca do porquê de eu não publicar mais matérias desde 17 de maio deste ano.
Na realidade, fui acometido de uma gripe que me derrubou literalmente.
No início pensei que pudesse ser dengue, porém isso não se confirmou.
Mas, o pior já passou e eu estou na ativa novamente. E, a partir de amanhã estarei alimentando meu blog.
Grande abraço.
Marino Elígio Gonçalves
Escrito por Marino às 17h23
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Foto: Miguel Von Behr

Já faz um certo tempo que nesse espaço indiquei o blog Histórias Ambientais (http://historiasambientais.blogspot.com), de Ana Lizete Farias. Como já adquiri o hábito de navegar pelos blogs que considero de grande valia para a formação de uma consciência ambiental e social, numa dessas minhas incursões ao Histórias Ambientais vi o texto que abaixo transcrevo o qual revela enorme sensibilidade ao retratar a relação entre ser humano e natureza. Marino Elígio Gonçalves.
A Floresta e a Imaginação
Nunca havia pensado, enquanto geóloga, com uma formação tão específica, voltada para o estudo da terra, suas formações e estruturas, poderia trabalhar com o meio ambiente. Uma Floresta, A Floresta exerce, no entanto, um fascínio, mexe em nosso imaginário e nos seduz.
Maria Rita Kelh, psicanalista, num artigo denominado "Reservas Ambientais, Reservas do Imaginário" nos fala da necessidade da natureza em estado bruto para sobrevivermos. Escreve a psicanalista:
"As reservas naturais, mesmo para quem nunca saiu de um apartamento na avenida Paulista, são reservas do nosso imaginário. Mesmo quem nunca pisou na Antártida ou na Amazônia sabe que habita um planeta onde vivem araras e pingüins, onde existem grandes florestas e grandes geleiras, onde nem tudo tem a cara da nossa civilização. Precisamos das reservas naturais como reservas de mistério, de desconhecido, reservas para nosso fascínio e nosso medo. Reservas de escuridão. Já pensaram que a escuridão total, completa, de uma noite sem lua e sem estrelas, é quase uma desconhecida para a maioria de nós? Reservas de silêncio, como no deserto. Reservas de cheiros estranhos, que nos remetem a um mundo sem humanidade, o mundo das nossas origens perdidas no tempo. Reservas de memória, da memória da espécie, impossível de se guardarem no computador. Reservas para o inconsciente. Reservas de humildade, onde devemos ser lembrados da insignificância de nossa condição no universo. Reservas de instintos, de pulsões, de fúria, de desamparo. Nós não seríamos humanos se não existissem as grandes reservas naturais".
Assim eu percebo a história da Araucária, uma Floresta que tentamos esquecer, mas mesmo tão pouca (menos de 0,5% no Estado do Paraná) ela faz parte do nosso imaginário, traz lembranças nem tão antigas para muitos, memórias de infância, de tempos felizes. Também reatualiza, a todo instante, nossa memória sobre episódios tristes da intervenção humana simplificativa que a coloca em colapso.
ANA LIZETE FARIAS.
Escrito por Marino às 13h47
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