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Imagem de Aristóteles: Google

ARISTÓTELES (384-322 a.C.)

 

Em todas as coisas naturais há algo maravilhoso.

 

O filósofo e cientista grego Aristóteles nasceu na Macedônia, onde seu pai era médico do rei. O filho entraria para o serviço real como tutor do futuro e mais famoso rei, Alexandre o Grande. (...) parte da sua vida, entre 367 e 347 a.C, e depois entre 335 e 322 a.C, foi passada em Atenas, primeiramente como aluno e professor na Academia de Platão, e depois na escola fundada por ele próprio, o Liceu. (...) Aristóteles teve uma vida de estudo incansável, sendo que o que chegou até nós representa apenas 20% de sua produção original. Escreveu sobre, e ensinou, uma enorme gama de assuntos – biologia, astronomia, lógica, metafísica, ética, poética e política (...)

 

Evidentemente, Aristóteles não foi um cientista ou filósofo ambiental no sentido contemporâneo. (...) De fato, o próprio conceito de “meio ambiente” não existia para Aristóteles. (...) Mas é certo – como prova, por exemplo, a citação de abertura – que Aristóteles tinha e pedia um profundo respeito pelo mundo vivo e (...) vários elementos de seu pensamento têm eco no pensamento ambientalista contemporêneo. (...)

 

A doutrina das “causas finais”, em particular, recebeu um toque “antropocêntrico” para que concordasse com a convicção de que o propósito divinamente ordenado de cada ser seria o de servir aos fins do homem. (...) Defensores posteriores da ciência, como Francis Bacon e Galileu, que se propunham refutar Aristóteles, refutavam geralmente uma versão expurgada do “aristotelismo”. O mesmo vale para os críticos de Darwin no século XIX, embora o próprio Darwin reconhecesse a contribuição aristotélica, declarando que até mesmo o maior dos naturalistas recentes, como Lineu, “eram simples alunos diante do velho Aristóteles”. (...)

 

Repetindo, Aristóteles não era um “ambientalista”, mas não é difícil entender por que alguns deles, especialmente os “ecologistas radicais”, são atraídos por ele. Para começar, eles comungam da sua percepção do mundo natural como um todo integrado e contínuo, sem “quebras” nítidas, especialmente entre a vida humana e a não-humana. Segundo, eles aplaudem o seu conceito, desde que adequadamente entendido, do “fim” ou da “finalidade para a qual” cada criatura se desenvolve: pois ele contrasta favoravelmente com o quadro puramente “mecanicista” da natureza que lhes parece pobre e perigoso. Terceiro, eles aprovam a visão de Aristóteles de que o “fim” de um ser é “um bem” para ele. Uma árvore ou um pato cujo “fim” se realiza “floresce” qua o ser que é; e Aristóteles sugere enfaticamente que evitar que uma coisa floresça é cometer um erro.

 

Finalmente, alguns éticos ambientalistas procuraram inspiração na abordagem geral da ética de Aristóteles, que focaliza não as questões dos direitos e deveres, mas as que tratam das “excelências” que conduzem a uma vida humana florescente, que realize o telos humano. Uma vida assim é uma vida de “virtude”, e algumas das virtudes práticas que Aristóteles prescreve, como a moderação nas conquistas materiais, têm aplicação no tratamento dos nossos ambientes. (...) A lição tirada por Aristóteles é a de que até mesmo as mais humildes criaturas devem ser contempladas “sem aversão”, pois também nelas “há algo natural e belo” (Parte dos Animais 645ª).

 

Observação: o texto acima foi extraído da obra de Joy A. Palmer, intitulada “50 grandes ambientalistas: de Buda a Chico Mendes”, traduzida por Paulo Cezar Castanheira, editada pela Editora Contexto, no ano de 2006, em São Paulo. Em respeito ao trabalho de Joy A. Palmer, a transcrição acima é literal. Para aqueles/as que desejam aprofundar o conhecimento sobre os ambientalistas ali indicados eu recomendo a leitura da referida obra. Marino Elígio Gonçalves.



Escrito por Marino às 16h18
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CHUANG TZU (Século IV a.C.)

 

Todo peixe deve se perder na água. Todo homem deve se perder no Tao.

 

Uma crônica afirma que Chuang Tzu (Mestre Chuang) era funcionário no jardim de laca da atual cidade de Honan e que ele recusou um cargo real mais importante porque, como está dito em seu Livro, preferia viver como uma tartaruga comum, livre para “arrastar o rabo na lama”, a viver a vida artificial de alguém mimado na corte. (...) No seu leito de morte, ele censurava seus discípulos por preparem para ele um “enterro suntuoso”.

 

O Chuang Tzu (Livro) é um clássico do taoísmo filosófico. O adjetivo é importante, pois o taoísmo que ele representa deve ser claramente distinguido do taoísmo “religioso” ou “mágico” que se desenvolveu após o século II d.C. (...) enquanto Chuang ensinava a aceitação calma da morte, ou até mesmo a indiferença a ela, a principal obsessão dos taoístas “mágicos” era a descoberta do elixir da vida eterna. (...) o taoísmo não deve ser distinguido pela preocupação com o Tao (caminho), pois a preocupação comum e primária dos filósofos chineses era determinar o caminho a ser seguido pelos seres humanos.

 

Para Confúcio, o Tao é o Caminho adequado para os seres humanos, mas para Lao Tzu e Chuang Tzu a noção central é a de um “Grande Tao”, o Caminho “completo, universal e abrangente” do próprio universo, um Caminho ao qual as vidas humanas deveriam se ajustar harmoniosamente.

 

O Tao é o Caminho da natureza como um todo, de forma que o “o homem verdadeiro”, que “se perde no Tao”, é aquele que vive “naturalmente”. Para Chuang, Os males da vida individual e social, brotam do fato de que, sendo únicos entre as criaturas vivas, os homens são capazes de viver antinaturalmente, e geralmente é assim que vivem. (...) O “homem verdadeiro”, “vive solto”.

 

A verdadeira relevância do Chuang Tzu reside na rejeição de atitudes que tiveram um papel pernicioso no comportamento dos seres humanos em relação aos seus ambientes naturais. (...) Chuang critica as perspectivas antropomórficas pelas quais as vidas e o bem dos animais e de outras criaturas vivas são julgados por critérios que se aplicam apenas aos humanos. Vários casos ressaltam a diferença entre a nossa concepção do que é bom e a de um animal: um exemplo é a história do faisão do pântano que, apesar de ter de lutar para conseguir o que comer e beber, nem por isso deseja viver numa gaiola bem provida.

 

Observação: o texto acima foi extraído da obra de Joy A. Palmer, intitulada “50 grandes ambientalistas: de Buda a Chico Mendes”, traduzida por Paulo Cezar Castanheira, editada pela Editora Contexto, no ano de 2006, em São Paulo. Em respeito ao trabalho de Joy A. Palmer, a transcrição acima é literal. Para aqueles/as que desejam aprofundar o conhecimento sobre os ambientalistas ali indicados eu recomendo a leitura da referida obra. Marino Elígio Gonçalves.



Escrito por Marino às 09h58
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Ministra Marina Silva e o Governador Requião lançam diversos projetos na área ambiental

 

A Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, participa hoje (2) da reunião da Escola de Governo, no Museu Oscar Niemeyer em Curitiba, onde juntamente com o governador Roberto Requião e o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues, lança uma série de ações voltadas à preservação, monitoramento e educação ambiental no Paraná.

 

Entre as medidas, estão a assinatura do decreto de ampliação do Parque Estadual Pico Marumbi, na Serra do Mar, o lançamento do Programa de monitoramento ambiental via satélite, assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre o Governo e o Ministério do Meio Ambiente para inclusão do Paraná no Zoneamento Ecológico Econômico Nacional; lançamento da 3ª Conferência Estadual do Meio Ambiente; lançamento do IX Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas; lançamento do Atlas das Águas; assinatura do Pacto 21 Universitário e apresentação dos resultados do Programa Mata Ciliar.

 

Os presidentes das autarquias da Secretaria do Meio Ambiente, Vitor Hugo Burko (IAP), Darci Deitos (Suderhsa) e José Antonio Peres Gediel também estarão presentes na reunião. Acompanhando a ministra Marina Silva estará o Superintendente do IBAMA/PR, Sr. Hélio Sydol.

 

A ministra Marina Silva participa da reunião de governo, às 8horas e almoça com o governador Roberto Requião, retornando a Brasília em seguida.

 

Fonte: Governo do Estado do Paraná



Escrito por Marino às 09h08
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