Meu perfil
BRASIL, Sul, MARINGA, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese



Arquivos
 01/08/2010 a 15/08/2010
 16/07/2010 a 31/07/2010
 01/07/2010 a 15/07/2010
 16/06/2010 a 30/06/2010
 16/12/2009 a 31/12/2009
 01/12/2009 a 15/12/2009
 16/11/2009 a 30/11/2009
 01/11/2009 a 15/11/2009
 16/10/2009 a 31/10/2009
 01/10/2009 a 15/10/2009
 16/09/2009 a 30/09/2009
 01/09/2009 a 15/09/2009
 16/08/2009 a 31/08/2009
 01/08/2009 a 15/08/2009
 16/07/2009 a 31/07/2009
 01/07/2009 a 15/07/2009
 16/06/2009 a 30/06/2009
 01/06/2009 a 15/06/2009
 16/05/2009 a 31/05/2009
 01/05/2009 a 15/05/2009
 16/04/2009 a 30/04/2009
 01/04/2009 a 15/04/2009
 16/03/2009 a 31/03/2009
 01/03/2009 a 15/03/2009
 16/02/2009 a 28/02/2009
 01/02/2009 a 15/02/2009
 16/01/2009 a 31/01/2009
 01/01/2009 a 15/01/2009
 16/12/2008 a 31/12/2008
 01/12/2008 a 15/12/2008
 16/11/2008 a 30/11/2008
 01/11/2008 a 15/11/2008
 16/10/2008 a 31/10/2008
 01/10/2008 a 15/10/2008
 16/09/2008 a 30/09/2008
 01/09/2008 a 15/09/2008
 16/08/2008 a 31/08/2008
 01/08/2008 a 15/08/2008
 16/07/2008 a 31/07/2008
 01/07/2008 a 15/07/2008
 16/06/2008 a 30/06/2008
 01/06/2008 a 15/06/2008
 16/05/2008 a 31/05/2008
 01/05/2008 a 15/05/2008
 16/04/2008 a 30/04/2008
 01/04/2008 a 15/04/2008
 16/03/2008 a 31/03/2008
 01/03/2008 a 15/03/2008
 16/02/2008 a 29/02/2008
 01/02/2008 a 15/02/2008
 16/01/2008 a 31/01/2008
 01/01/2008 a 15/01/2008
 16/12/2007 a 31/12/2007
 01/12/2007 a 15/12/2007
 16/11/2007 a 30/11/2007
 01/11/2007 a 15/11/2007
 16/10/2007 a 31/10/2007
 01/10/2007 a 15/10/2007
 16/09/2007 a 30/09/2007
 01/09/2007 a 15/09/2007
 16/08/2007 a 31/08/2007
 01/08/2007 a 15/08/2007
 16/07/2007 a 31/07/2007
 01/07/2007 a 15/07/2007
 16/06/2007 a 30/06/2007
 01/06/2007 a 15/06/2007
 16/05/2007 a 31/05/2007
 01/05/2007 a 15/05/2007
 16/04/2007 a 30/04/2007
 01/04/2007 a 15/04/2007
 16/03/2007 a 31/03/2007
 01/03/2007 a 15/03/2007
 16/02/2007 a 28/02/2007
 01/02/2007 a 15/02/2007
 16/01/2007 a 31/01/2007
 01/01/2007 a 15/01/2007
 16/12/2006 a 31/12/2006
 01/12/2006 a 15/12/2006
 16/11/2006 a 30/11/2006
 01/11/2006 a 15/11/2006
 16/10/2006 a 31/10/2006

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 Zaniratti (política no cotidiano)
 Angelo Rigon
 Portal Estacao 13
 Ministério do Meio Ambiente
 Ibama
 João da Caixa
 historias ambientais
 Joka Madruga
 blog fonte do maracajá
 Blog do Valdeci
 Blog do Rubem Mariano
 Blog do Pegoraro
 Blog do Carlos Giovanni
 Blog da Lucimar
 Projeto EA/UEM




Blog do Marino
 


google

BARUCH ESPINOSA (1632-77)

 

O bem mais alto é [...] o conhecimento da união que a mente tem com toda a Natureza.

 

Espinosa nasceu em Amsterdã, em 1632, filho de imigrantes judeus de Portugal; (...) foi educado da maneira ortodoxa, estudando hebraico, a Bíblia e o Talmud. (...) Por volta de 1656, Espinosa foi expulso da comunidade judaica, acusado de crenças heréticas. (...) Em 1660, Espinosa se mudou para Rijnsburg, próximo a Leiden, onde seus amigos o convenceram a escrever sua cuidadosa, ainda que incompleta, exegese da metafísica de Descartes, Descartes´Principles of Philosophy, publicado em 1663. Espinosa vivia uma vida solitária, quase reclusa, polindo lentes e trabalhando sem pressa no texto do Tratado teológico-político, publicado anonimamente em 1670. (...) Mas é a sua obra final, a Ética, deixada incompleta por sua morte prematura em 1677, que teve mais decisiva influência sobre a história da filosofia moderna.

 

Sob muitos aspectos, a filosofia sistemática de Espinosa na Ética é o quadro mais belo e perfeitamente ordenado do universo e do lugar do homem nele. (...) Para Espinosa, explicar uma coisa é saber a causa, o que não somente dá existência àquela coisa, mas também faz daquela coisa exatamente o que é, e não outra coisa. (...) Ao contrário do dualismo de Descartes, Espinosa propõe o monismo da substância: existe apenas uma substância que tem dois atributos principais, pensamento e extensão. (...) Existe uma substância, Deus ou Natureza, com dois atributos infinitos.

 

Esses atributos devem ser pensados como formas diferentes de “ver” uma e a mesma realidade. (...) A forma como pensamos o pensamento vai depender do nível de conhecimento atingido por nossa mente finita particular. (...) A configurações que compõem os objetos físicos individuais são elementos numa hierarquia desses sistemas organizados em que existe uma ascensão das partículas mais simples até o mundo inteiro; existe uma substância cósmica completa de que todas as outras entidades são componentes. Todas as coisas individuais são, então, configurações de partículas num estado carregado de energia que possuem um impulso (conatus) para manter sua existência. A hierarquia dos seres é, então, uma ordem plenária de poder; quanto mais alto está um indivíduo na escala, menos ele sofre a ação de forças externas e mais suas mudanças vêm de dentro de si próprio. Ademais, existe uma equação entre ser mais ou menos ativo como agente causal sobre outros e ser mais ou menos real. Em ordem ascendente de poder, são eles: o inorgânico, o orgânico, o animal e o humano. O corpo humano é mais real que os corpos meramente animais porque ele se mantém em existência mais efetivamente que outros, e faz isso mais sob seu próprio controle, e interage com o ambiente com mais presciência.

 

(...) Espinosa faz uma afirmação incomum e aparentemente paradoxal sobre a união de corpo e mente no ser humano: a complexa idéia de que o corpo humano tem sua própria mente. Essa união sob os dois aspectos que constitui a pessoa é apenas um caso especial de um princípio geral e uniforme.

 

(...) Existe assim uma inovação (...) toda mudança corporal é mudança mental e vice-versa, pois só existe uma Natureza concebida sob dois atributos diferentes. Espinosa tinha plena consciência do paradoxo conseqüente, ao identificar as mudanças mentais com as físicas. (...)

 

Os seres humanos têm um alto grau de complexidade que, sob o atributo do pensamento, é capturada na afirmação de que eles têm uma mente e que são autoconscientes. (...) Qualquer aumento de poder ou perfeição do corpo humano deve ser um aumento do poder ou perfeição da mente, e vice-versa. O princípio moral é que todas as coisas que contribuem para a perfeição de alguém são boas e todas as coisas que a prejudicam são más.

 

(...) O poder e perfeição de uma mente individual aumenta na proporção em que ela se torna menos passiva e mais ativa na produção de suas idéias. (...) Assim, a mente é relativamente livre e ativa no seu pensamento quando o corpo está num estado relativamente constante em relação ao seu ambiente imediato.

 

Os seres humanos, ao contrário dos animais, são capazes de ter consciência da tendência à automanutenção que constitui sua “natureza” real. A reflexão sobre uma idéia consciente desse conatus, o ímpeto de se manter em existência, é chamado de desejo. Espinosa define o desejo como apetite junto com a percepção consciente de sua ocorrência e o “objeto” para o qual ele é dirigido. (...)

 

Pode ser difícil entender como o conatus se relaciona com as coisas inanimadas – como se poderia dizer que pedra, por exemplo, tem um ímpeto para se manter em existência? O problema para a visão do senso comum é que pensamos uma pedra como uma coisa ou substância individual – mas, evidentemente, para Espinosa isso é incorreto. Uma pedra ou planta, ou um animal são cada um deles nada mais que configurações temporárias de modificações finitas dos atributos infinitos de uma coisa, Deus ou Natureza; são todos partes do cosmos que operam juntas para a manutenção do todo. Assim, plantas consomem solo e água, animais consomem plantas e animais, e assim por diante, cada um participando pela troca de energia no todo maior, do qual todos retiram, em última análise, a sua força vital. Essa concepção grandiosa do mundo-todo é talvez mais familiar aos leitores contemporâneos da Hipótese Gaia de Lovelock.

 

(...) No retrato do mundo de Espinosa, todas as coisas são ligadas a todas as outras. Nada é realmente causalmente inativo, não existe coisa completamente sem uma essência que expresse através de uma causa. E, finalmente, toda coisa luta para preservar e desenvolver sua essência ou natureza específica, e como toda coisa é parte da perfeição de Deus, essa luta é uma formação ativa de seu ambiente.

 

Observação: o texto acima foi extraído da obra de Joy A. Palmer, intitulada “50 grandes ambientalistas: de Buda a Chico Mendes”, traduzida por Paulo Cezar Castanheira, editada pela Editora Contexto, no ano de 2006, em São Paulo. Em respeito ao trabalho de Joy A. Palmer, a transcrição acima é literal. Para aqueles/as que desejam aprofundar o conhecimento sobre os ambientalistas ali indicados eu recomendo a leitura da referida obra. Marino Elígio Gonçalves.



Escrito por Marino às 18h07
[] [envie esta mensagem
]





fotos: Júlio C. Garcia

Nesse espaço faço o registro acerca da importância do evento promovido pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, em Foz do Iguaçu, denominado 3ª. Semana Jurídica do Curso de Direito da Unioeste – Jurisciência, que ocorreu nos dias 21 a 23 de novembro deste ano. A mim coube a missão honrosa de abrir o evento com a palestra MEIO AMBIENTE E CIDADANIA.

 

A participação foi muito expressiva, sendo a platéia distinta e composta por estudantes dos cursos de Direito, Turismo, Biologia, dentre outros, inclusive professores/as.

 

O nível dos questionamentos da plenária demonstrou claramente a preocupação daquela comunidade universitária sobre a problemática ambiental.

 

Outro fator a ser registrado foi a participação do Prof. DR. Qin Tianbao, que é Reitor de Assuntos Internacionais – Faculdade de Direito e Instituto de Pesquisa em Direito Ambiental (RIEL) – Universidade de Wuhan – China, que proferiu a palestra de encerramento intitulada DIREITO AMBIENTAL CHINÊS. Foi uma oportunidade ímpar de conhecer com profundidade as questões ambientais que envolve a nação que mais cresce em todo o mundo.

 

O evento obteve total êxito. E, isso, se deve também ao seu organizador, o jovem e dinâmico professor e mestre Júlio César Garcia, além dos acadêmicos da UNIOESTE. Aliás, vários deles apresentaram diversos trabalhos durante o Jurisciência. Parabenizo toda a comunidade.

 

Outras informações podem ser obtidas no seguinte endereço:

 

http://eventos.foz.unioeste.br/sis_eventos/index_eventos.php?id=6

 

Marino Elígio Gonçalves.

 

 



Escrito por Marino às 11h59
[] [envie esta mensagem
]





google

FRANCIS BACON (1561-1626)

 

O conhecimento e o poder humanos se encontram em um único; pois, onde a causa não é conhecida, não se pode produzir efeito. Para comandar a Natureza deve-se obedecer a ela; e o que a contemplação é como a causa, é como regra, na operação.

 

Bacon foi político, jurista, conselheiro real, cientista natural e ensaísta, que passou toda a sua vida nos mais altos círculos políticos, da corte, e intelectuais reunidos em torno da Rainha Elizabeth e do Rei James I. (...) Após a Universidade de Cambridge e um período na França, ele se tornou advogado e membro do Parlamento. (...) Após a coroação do Rei James I em 1603, Bacon se elevou ainda mais rapidamente na hierarquia da corte, chegando, em 1618,a Lord Chancellor e Barão de Verulam. (...) Em 1621, Bacon tornou-se Visconde de St. Albans e, finalmente, publicou o Novum Organum, a primeira parte de sua vasta filosofia natural sistemática. Mas ele havia feito alguns inimigos perigosos, que conseguiram afastá-lo de seu cargo e condena-lo por receber suborno. Libertado da prisão pelo Rei James, Bacon se retirou para sua propriedade no campo, onde dedicou toda a sua atenção a completar muitas das de suas principais obras. Morreu em abril de 1626 de pneumonia, contraída quando ele testava os efeitos preservativos da neve sobre uma galinha.

 

Talvez ninguém mais, na história das idéias modernas, tenha provocado tantas avaliações disparatadas e tendenciosas (...) Foi louvado e imitado no século XVII, o século XVIII glorificou-o como o precursor do Iluminismo, ao passo que o século XIX dedicou-se a derrubá-lo e fazer dele o vilão do período jacobinista (...)

 

Deve-se resistir à tentação de descrever a vida e a obra de Bacon, muito menos a sua atitude com relação às questões ambientais, em termos caricatos. É fácil demais condená-lo por seus comentários sobre os méritos da dominação e exploração humanas da natureza. Bacon gostava de se comparar com uma abelha; a conduta filosófica adequada é trabalhar em conjunto na coleta de material para então transformá-lo em algo doce e nutritivo. Os pensamentos tradicionais, especialmente os escolásticos medievais, eram como aranhas que teciam de dentro as suas complexas teias e então impunham sua estrutura ao mundo. Os empiricistas, especialmente os alquimistas, astrólogos e outros pseudocientistas amadores, eram como as formigas que se limitam a coletar curiosidades e conhecimento arcano, incapazes de articular uma estrutura intelectual coerente. Bacon descreveu esses três métodos defeituosos na sua busca do conhecimento: a erudição “argumentativa” dos escolásticos; o saber “delicado” que preservava os erros das autoridades reverenciadas; e o saber “fantástico” dos ocultistas e hermetistas que catalogavam exemplos dúbios de maravilhas isoladas. (...) No centro da noção de conhecimento científico de Bacon estão as doutrinas da indução, das formas ocultas e do conhecimento de quem faz. (...) Bacon ressuscitou uma idéia antiga, a de que é a forma que dá a uma coisa a sua verdadeira natureza. (...)

 

Para compreender completamente a grandeza (ou grandiosidade) do projeto completo de Bacon, é necessário que se entenda que as doutrinas das formas ocultas e do conhecimento do fazedor são aspectos de um sistema que trata do “avanço das idéias sobre mover e convencer coisas e seres humanos”. (...) A simples idéia de que se possa convencer coisas parece, aos leitores modernos, ser completamente estranha, a menos que se tenha em mente que para Bacon existiam formas espirituais ocultas que compõem a natureza de todas as coisas, inclusive os seres humanos. (...)

 

A despeito da consciência dos perigos dos experimentos, até mesmo dos mais cuidadosamente controlados, ele estava disposto a correr esse risco em nome do aperfeiçoamento material da vida humana. Se alguns de seus pronunciamentos sobre essas questões são obscuros e ambíguos, sua visão de uma utopia científica em New Atlantis é precisa e assustadora. Viajantes europeus aos mares do sul se perdem e chegam à ilha de Bensalem. A eles são fornecidos os benefícios desse estranho estado de bem-estar – alimento, abrigo e assistência médica – são mostrados os costumes e rituais indígenas da ilha e é oferecida uma visita guiada à Casa de Salomão, a concretização do instituto de pesquisa científica de Bacon. O guia lhes mostra muitas salas, onde se executam vários programas de “projeto e pesquisa”, tal como a transformação de pássaros, animais e plantas em novas espécies, estéreis ou super-férteis, a fabricação de armas e munições mais violentas, e “casas para enganar os sentidos”. O catálogo de vinte e quatro “melhoramentos” do conhecimento científico pressagia alguns dos pesadelos mais apavorantes da razão humana: modificação genética das coisas vivas, teste de drogas em animais, armas nucleares, máquinas destinadas à busca do luxo e do ócio, o aparato ideológico de controle do comportamento humano, e muito mais. (...)

 

No ápice do Iluminismo francês, D´Alembert pensou que o grande plano de Bacon era como a luz depois da escuridão, que ele era “o maior, mais universal e o mais eloqüente dos filósofos”; (...) Mas na Grã-Bretanha, pela mesma época, o grande sistema de Bacon era objeto de cruel sarcasmo e ridículo nas Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift, em que a Casa de Salomão é transformada em asilo para inventores loucos. (...) No século XX, os teóricos da Escola de Frankfurt – Horkheimer e Adorno – denunciaram Bacon como o iniciador das piores formas de dominação e opressão humanas sob a égide de uma racionalidade instrumental a serviço de um estado capitalista. Talvez cheguemos ao equilíbrio entre esses dois extremos se considerarmos os argumentos do eminente biólogo Loren Eiseley, que faz uma avaliação ambígua de Bacon como um cientista-mágico elizabetano que prometeu tanto para o bem da espécie humana, mas estava disposto a destruir ou distorcer o mesmo tanto, para chegar a esse fim.

 

Observação: o texto acima foi extraído da obra de Joy A. Palmer, intitulada “50 grandes ambientalistas: de Buda a Chico Mendes”, traduzida por Paulo Cezar Castanheira, editada pela Editora Contexto, no ano de 2006, em São Paulo. Em respeito ao trabalho de Joy A. Palmer, a transcrição acima é literal. Para aqueles/as que desejam aprofundar o conhecimento sobre os ambientalistas ali indicados eu recomendo a leitura da referida obra. Marino Elígio Gonçalves.



Escrito por Marino às 11h08
[] [envie esta mensagem
]





logo: unioeste

PALESTRA NA UNIOESTE-FOZ

 

A convite da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, em Foz do Iguaçu, na pessoa do coordenador do Curso de Direito, o Professor e Mestre Júlio César Garcia, estarei proferindo palestra de abertura da 3ª. Semana Jurídica do Curso de Direito da Unioeste – Jurisciência, com início marcado para o dia 21 próximo, a partir das 19h30. Escolhi o tema MEIO AMBIENTE E CIDADANIA. O evento se mostra como um dos mais importantes e reúne interessados de diversas áreas, como Direito, Turismo, Biologia, dentre outros. Aqueles/as que desejarem mais informações basta acessar o seguinte endereço:

 

http://eventos.foz.unioeste.br/sis_eventos/index_eventos.php?id=6

 

Marino Elígio Gonçalves.

 



Escrito por Marino às 15h35
[] [envie esta mensagem
]



 
  [ Ver arquivos anteriores ]