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arquivo pessoal

 

Recebi da amiga e militante ambiental Ana Lizete, hoje em São Paulo, o artigo abaixo de Leonardo Boff. Por sua força de reflexão não poderia deixar de publicá-lo. Se você tiver algum artigo e também queira que eu o divulgue basta me enviar (marino@irapida.com.br). Marino Elígio Gonçalves.

 

Princípio-Terra

Leonardo Boff, Teólogo

 

Nunca se falou tanto da Terra como nos últimos tempos. Parece até que a Terra acaba de ser descoberta. Os seres humanos fizeram um sem número de descobertas, de povos indígenas embrenhados nas florestas remotas, de seres novos da natureza, de terras distantes e de continentes inteiros. Mas a Terra nunca foi objeto de descoberta. Foi preciso que saíssemos dela e a víssemos a partir de fora, para então descobri-la como Terra e Casa Comum.

 

Isso ocorreu a partir dos anos 60 com as viagens espaciais. Os astronautas nos revelaram imagens nunca dantes vistas. Usaram expressões patéticas, como "a Terra parece uma árvore de Natal, dependurada no fundo escuro do universo", "ela é belíssima, resplandecente, azul-branca", "ela cabe na palma de minha mão e pode ser encoberta com meu polegar". Outros tiveram sentimentos de veneração e de gratidão e rezaram. Todos voltaram com renovado amor pela boa e velha Terra, nossa Mãe.

 

Esta imagem do globo terrestre visto do espaço exterior, divulgado diariamente pelas televisões do mundo inteiro, suscita em nós sentimento de sacralidade e está criando novo estado de consciência. Na perspectiva dos astronautas, a partir do cosmos, Terra e Humanidade formam uma única entidade. Nós não vivemos apenas sobre a Terra. Somos a própria Terra que sente, pensa, ama,  sonha, venera e  cuida.

 

Mas nos últimos tempos se anunciaram graves ameaças que pesam sobre a totalidade de nossa Terra. Os dados publicados a partir de 2 de fevereiro de 2007  culminando em 17 de novembro pelo organismo da ONU Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas, com os impasses recentes em Bali nos dão conta de que já entramos na fase do aquecimento global com mudanças abruptas e irreversíveis. Ele pode variar de 1,4 até 6 graus Celsius, dependendo das regiões terrestres. As mudanças climáticas possuem origem andrópica, quer dizer, tem no ser humano que inaugurou o processo industrialista selvagem, seu principal causador.  

 

Se nada for feito, iremos ao encontro do pior e milhões de seres humanos poderão deixar de viver sobre o planeta.

 

Como destruímos irresponsavelmente, devemos agora regenerar urgentemente. A salvação da Terra não cai do céu. Será fruto da nova corresponsabilidade e do renovado cuidado de toda a família humana.

 

Dada esta situação nova, a Terra se tornou, de fato, o obscuro e grande objeto do cuidado e do amor humano. Ela não é o centro físico do universo como pensavam os antigos, mas ela se tornou, nos últimos tempos, o centro afetivo da humanidade. Só temos este planeta para nós. É daqui que contemplamos o inteiro universo. É aqui que trabalhamos, amamos, choramos, esperamos, sonhamos e veneramos. É a partir da Terra que fazemos a grande travessia rumo ao além.

 

Lentamente estamos descobrindo que o valor supremo é assegurar a persistência do planeta Terra e garantir as condições ecológicas e espirituais para que a espécie humana se realize e toda a comunidade de vida se perpetue.

 

Em razão desta nova consciência. falamos do princípio Terra. Ele funda uma nova radicalidade. Cada saber, cada instituição, cada religião e cada pessoa deve colocar-se esta pergunta: que faço eu para preservar a mátria comum e garantir que tenha futuro, já que ela há 4,3 bilhões de anos está sendo construída e merece continuar a existir? Porque somos Terra não haverá para nós céu sem Terra.



Escrito por Marino às 10h44
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FELIZ 2008 SUSTENTÁVEL

 

cartão extraído do blog do meu amigo João da Caixa (www.joaodacaixa.blogspot.com)

 

 



Escrito por Marino às 12h00
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google

 

DEU NA MÍDIA

 

Comissão científica francesa alerta sobre milho transgênico   PARIS (AFP)

Yahoo! Brasil/Notícias, Qua, 9 de Jan de 2008

 

A alta autoridade provisória francesa sobre organismos geneticamente modificados (OGMs) "detectou vários fatos científicos novos negativos" em sua análise sobre o milho transgênico OGM MON 810, sobre o qual persistem "sérias dúvidas", disse nesta quarta-feira seu presidente, Jean-François Le Grand. "Temos sérias dúvidas", disse Le Grand, que entregou ao ministro da Ecologia, Jean-Louis Borloo, as conclusões da comissão.

 

O relatório deve ser determinante para que o governo francês apresente a denominada cláusula de salvaguarda em Bruxelas, que permite à França proibir em seu território o cultivo deste milho geneticamente modificado.

 

Na entrevista coletiva concedida na terça-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, prometeu recorrer à cláusula de salvaguarda para suspender o cultivo do único OGM plantado na França, o MON 810, "no caso de séria dúvida".

 

O presidente francês, que pediu a análise, tomará uma decisão nas próximas 48 horas, disse Jean-Louis Borloo.

 

Segundo Le Grand, os novos elementos científicos são "a disseminação a longa distância, a resistência dos insetos e os efeitos constatados sobre flora e fauna".



Escrito por Marino às 11h53
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cartão extraído do blog do meu amigo João da Caixa (www.joaodacaixa.blogspot.com)

 

FELIZ 2008

 

Caros amigos e amigas.

 

Já diziam que fantasmas não existem, mas existem sim. Fantasmas são aqueles que aparecem num dia e desaparecem depois, sem manter qualquer contato.

 

Pensando dessa forma, nesse período que foi do Natal até hoje, eu fui um “verdadeiro” fantasma. Explico: é que saí em férias meio de supetão e não deu tempo de postar nenhuma mensagem. O detalhe é que o lugar que escolhi para viajar não dispunha de acesso à internet e, confesso a vocês, mesmo que tivesse eu não teria acessado. De fato, no seio da Natureza exuberante, florestas, mar, brisa, areia, pássaros, peixes, mariscos e outros elementos que compõem essa sinfonia de vida e de cores maravilhosas, eu me desliguei.

 

Foram mais de 15 dias sem fazer barba (quem tem de fazer barba todos os dias sabe do que estou falando), só andando de chinelo ou descalço mesmo, acordando com o cantar dos pássaros (alguns tão barulhentos que são capazes de causar inveja ao galo mais cantador do quintal), enfim, férias, merecidas férias.

 

Tive momentos que sequer conseguia lembrar do dia do mês ou do dia da semana, pouco importava, quem regia não era a loucura do dia-a-dia, mas a tranqüilidade do local, cujo tempo parecia fluir com menor velocidade que na cidade. Isso é inexplicável, mas é muito bom.

 

Tive tempo e oportunidade de fotografar muitas coisas. Coisas que a gente não tempo de fotografar como flores e pássaros. Eu tive tempo!

 

No caminho de volta, com a família, passei num parque temático. Numa de suas atrações tem um passeio de trem. O percurso abrangia uma parte da Mata Atlântica. A proposta do passeio era manter contato com a natureza viva e com elementos do mundo não real (pelo menos na atualidade), como dinossauros. Mas, não pude deixar de notar que quando passávamos pela floresta os bichos que se apresentavam eram todos réplicas de animais feitas em fibra de vidro ou outro material qualquer. Logo me veio a mente com isso era deprimente. Uma floresta sem animais é uma floresta morta.

 

Seria esse, talvez, o desígnio da humanidade?

 

É possível que esse seja o nosso futuro caso as atitudes não sejam modificadas: sem floresta, sem animais, sem vida. E, tudo o que nos restaria era contemplar uma floresta de faz de conta com bichos de fibra de vidro.

 

Preservar a Natureza é mais do que uma idéia vaga na cabeça de alguns. Preservar a Natureza é uma necessidade para toda a humanidade. Quem sabe fosse o caso de se desligar um pouco da loucura imposta pelo atual modelo de desenvolvimento que contempla a acumulação e o consumo desenfreado e ouvir a voz da Natureza. Quem sabe poderemos escutar a voz da razão que está aí a nos relembrar em alto e bom som que somos parte da Natureza e é ela que nos provê de tudo o que necessitamos para a sobrevivência, de tal modo, que não seria justo, nem razoável e muito menos inteligente, destruir essa que é a fonte primordial de vida.

 

Do fundo de meu coração, desejo a todos e todas um Feliz 2008.

 

Estou de volta, mais animado do que nunca.

 

Marino Elígio Gonçalves.



Escrito por Marino às 18h47
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