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ECOCLUBES

google

 

 

Acuso o recebimento do CONVITE abaixo para participar de mais um importante evento dos Ecoclubes do Paraná. Sou um admirador dos Ecoclubes e, em especial o de São João do Ivaí-PR., que não tem se cansado de levar adiante os ideais ambientalistas. Quando era Superintendente do IBAMA no Paraná sempre fiz questão de estar presente em todos os eventos dos Ecoclubes e pude perceber a importância da organização. A maioria de seus componentes são jovens e, nunca é demais relembrar que a rebeldia da Juventude é a grande força motriz para a transformação da sociedade. Vejo nos Ecoclubes muita força de vontade e capacidade para exigir novas atitudes em favor de um ambiente sadio e equilibrado. Quanto ao convite, sinto-me muito honrado e, como das vezes anteriores, farei de tudo para estar presente. Muito obrigado. Marino Elígio Gonçalves.

 

CONVITE

 

O Ecoclube GDA – Grupo de Defesa Ambiental de São João do Ivaí juntamente com a OEE-PR – Organização Estadual de Ecoclubes do Paraná tem a honra de convidá-lo para participar da solenidade de Abertura Oficial da VII Escola Estadual de Ecoclubes a realizar-se no dia 07 de março de 2008, às 20h no Teatro Barracão, Praça da Bíblia em São João do Ivaí. Se não houver a possibilidade de seu comparecimento neste dia teremos o maior prazer em recebê-lo há qualquer momento do evento.  Sua presença muito nos honrará.

 

Junte-se a nós nesta caminhada para fortalecermos este importante movimento de consciência ambiental em nossas comunidades.

 

Contamos com sua presença. Venha participar!!! 

 

Atenciosamente

 

Maykon José Alves – Presidente da OEE-PR

Flávia Santos Benetão – Presidente do GDA

Luiz A. Adoni e Rosângela Ap. B. Barradas – Facilitadores do GDA

 

DIA 07 – SEXTA-FEIRA

20:00 – Abertura Oficial com convidados e autoridades no Teatro Barracão.

 

DIA 08 – SÁBADO

07:30 – Café da manhã

08:30 – Palestra: “Rio Ivaí” com Euclides Grando

10:00 – Estudo material da III Conferência do Meio Ambiente

12:00 – Almoço

13:30 – Mini palestra sobre a “Prainha do Ivaí”

14:00 – Saída para a Prainha

20:00 – Jantar

21:00 – Baile: Tema – “O Rio”

 

DIA 09 – DOMINGO

07:30 – Café da manhã

08:30 – Assuntos relacionados aos ecoclubes:

·        Pagamento anual da OEE-PR (somente para ecoclubes oficializados)

·        Apresentar critérios para a postulação do monitor de resíduos sólidos

·        Votação para monitor de resíduos sólidos

·        Apresentação e satisfação de como anda o projeto da OEE-PR

·        Falar sobre a importância do Informe trimestral

11:00 – Dinâmica OEE-PR

11:30 – Entrega dos cd´s, certificados

12:00 – Almoço

13:30 – Encerramento



Escrito por Marino às 16h13
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TRANSGÊNICOS

agência estadual de notícias/PR

A CLASPAR, empresa de classificação de produtos do governo do Paraná fez a divulgação de uma constatação bombástica. A pouco falada e, talvez até desconhecida Buva – erva daninha que compete com a soja – tornou-se resistente ao glifosato (N-(fosfonometil) glicina, C3H8NO5P), que é o principal ingrediente do agrotóxico Round-up, da multinacional Monsanto. Técnicos da Embrapa-Soja atestaram a infestação da buva em plantações de soja transgênica e apontam pela necessidade de alternar plantios transgênicos com plantios convenionais. A outra alternativa é a utilização de outros tantos venenos disponíveis no mercado. Ora, essa constatação nos remete a uma profunda reflexão. Um dos discursos daqueles que defendem os grãos malditos é que as culturas com Organismos Geneticamente Modificados – OGMs demandariam menor quantidade e variedade de produtos agrotóxicos, o que induziria numa menor pressão ao meio ambiente e à própria saúde dos seres humanos. A buva desmente esse discurso e, ao mostrar-se resistente ao glifosato atrairá para si a aplicação de mais agrotóxicos de variados tipos, porém, com a mesma capacidade de envenamento e de destruição ambiental. Os OGMs devem ser contidos imediatamente, sobretudo porque, não se comprovou que estes não afetem negativamente o meio ambiente e a saúde humana. A questão se torna ainda mais grave com a constatação que versa a matéria abaixo. As ervas daninhas deveriam ser eliminadas pelo glifosato, contudo, não só não são eliminadas, como se mostram resistentes. Se a população mundial não exigir mudanças de atitudes, as multinacionais dos grãos e venemos malditos apresentarão mais um agrotóxico com poder ainda mais terrível que os “Round-ups” para combater a buva. Seria cômico se não fosse verdade. Já imaginaram: a buva vencendo as multinacionais. Buva 1 Monsanto 0. Marino Elígio Gonçalves.

 

Erva daninha está derrotando o uso do glifosato, diz Claspar

 

Agência Estadual  de Notícias/PR - 28/02/2008

 

A Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar) anuncia que desmistificou a informação de que a soja transgênica seria imune às ervas daninhas e que as pragas poderiam ser combatidas com eficiência e com menores custos com a aplicação do glifosato Round-Up, o agrotóxico da Monsanto.


“A erva daninha buva tornou-se resistente ao glifosato e agora os produtores estão sendo aconselhados a capinar suas lavouras de transgênicos”, afirma o engenherio agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Claspar.


Técnicos do Departamento de Fiscalização Sanitária da Secretaria da Agricultura constataram que a erva “buva” infestou as lavouras de soja do Oeste paranaense e a aplicação de glifosato não conseguiu eliminá-la. Os produtores de soja foram obrigados a utilizar outros herbicidas como o 2,4D, Gramocil e Classic, entre outros.


A “buva” compete com a soja, reduzindo a produtividade da lavoura. Como há dificuldade de controle químico pelos herbicidas na soja e como ela se espalha rapidamente por meio das sementes levadas pelo vento, a única forma de diminuir o problema na atual safra é realizar a catação manual ou capina.


“Nesta safra, não existe mais possibilidade de realizar o controle cultural e os herbicidas não têm se mostrado eficientes”, alerta o pesquisador Lineu Domit, da Embrapa-Soja. Já Dionísio Gazziero, também da Embrapa-Soja, recomenda a rotação de soja convencional com a soja transgênica.


Segundo Valdir, isto é um contra-senso porque esta recomendação desmistifica a superioridade da soja RR sobre a convencional. “Mentiram para os agricultores brasileiros”, afirma o presidente da Claspar.


De acordo com um levantamento realizado pelo Detec da Coamo, em algumas partes das regiões Noroeste e Oeste do Paraná já é bastante visível a resistência da buva ao defensivo. A semente da buva pode ser levada pelo vento até por 65 quilômetros de distância, e por isso se dissemina facilmente com muita rapidez.


O agrônomo Valdir Izidoro alerta também que a buva não é única planta daninha resistente ao glifosato. No Brasil já existem oito espécies que apresentam resistência a herbicidas, entre elas a ‘buva’, o ‘azevém’ e o ‘leiteiro’. A ‘buva’ pode ser encontrada em cinco espécies no mundo, sendo que no Brasil existem duas e são resistentes.


A resistência da “buva” é explicada pela seleção natural. Com o passar dos anos, as mais fortes que não morriam com o glifosato, foram se reproduzindo e agora está quase impossível controlar a planta.

 

O engenheiro agronômo José Carlos Braciforte apresenta duas opções. Para os donos de pequenas áreas, o negócio é voltar ao passado e capinar a lavoura. Já para os grandes produtores, e preciso torcer para que as perdas não sejam muito grandes.

 



Escrito por Marino às 15h35
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UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

uem/csa

PARQUE DO INGÁ - FECHAR PARA SURPREENDER

 

“A sugestão que temos é fechar o parque para fazermos as obras necessárias. A medida pode estimular a curiosidade das pessoas em saber o que está ocorrendo lá dentro para depois serem surpreendidas...” (Sílvio Barros II, O Diário, 27/02/2008, p.A5)

 

A frase acima poderia ser compreendida como algo positivo: “olha, gente, o prefeito quer surpreender a cidade com as reformas no Parque do Ingá!”, poderia ser dito. Entretanto, diferentemente do que possa sugerir, a frase do chefe do Executivo local revela muito bem a sua compreensão sobre transparência e participação popular. É certo que a unidade de conservação municipal possui um conselho, entretanto, o Parque do Ingá é a principal unidade de conservação de Maringá e da região e ainda, constitui, em sua categoria, uma das principais em todo o estado do Paraná. Ela pertence a toda coletividade que tem o direito de saber o que vai acontecer, de opinar e de decidir, senão diretamente, por intermédio dos conselheiros, os quais haverão de ser sensíveis aos apelos da população.

 

Eu nasci em Maringá, sou cidadão maringaense e tudo o que diz respeito à minha cidade me interessa. No que se refere ao Parque do Ingá é a mesma coisa. O que vai acontecer ali? Quais são as obras que se pretendem realizar? O lago está contaminado? Não existem alternativas para descontaminação? E aquela história de construir um restaurante no interior do Parque ao redor do lago? Está contemplada no Plano de Manejo?

 

Devo dizer que o Parque do Ingá não é a mesma coisa, por exemplo, que um projeto de iluminação no período natalino, em que as luzes, ao serem ligadas, podem provocar surpresa na comunidade. O Parque do Ingá é totalmente diferente. É uma unidade de conservação, possui vida animal livre, é um espaço de pesquisas, de contemplação, de contato com a natureza, de educação ambiental e de tantos outros aspectos que são imprescindíveis na vida quotidiana de uma cidade. Então, o que se pretende fazer nessa unidade de conservação deve posto à apreciação da população. Esta não deseja ser surpreendida, ao revés, deseja participar, ser ouvida e ser respeitada. Esse é um bom começo: transparência e participação popular, coisas que a atual Administração municipal não preza muito.

 

Marino Elígio Gonçalves.



Escrito por Marino às 08h48
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL

google

Ibama cria grupo de trabalho para Educação Ambiental

 

Ascom - Ibama sede – 25/02/2008

 

Foi assinada no ultimo dia 22 de fevereiro pelo presidente do Ibama, Bazileu Margarido, a Portaria nº 147, que institui um Grupo de Trabalho (GT) com a finalidade de propor as medidas necessárias à institucionalização e execução das diretrizes de educação ambiental (EA) no âmbito das ações do Ibama.

 

Os trabalhos do GT contribuirão para a definição do modelo institucional que propiciará a transversalidade da educação ambiental nas ações do Ibama. Isto visa garantir que a EA esteja presente em todas as áreas do instituto por meio de núcleos de educação ambiental em cada uma das Diretorias e, também, nas unidades descentralizadas, sendo coordenadas pela administração central.

 

Historicamente, o Ibama vem contribuindo para a construção de políticas públicas de EA desde o inicio da década de 1990. Portanto, os trabalhos do GT são relevantes no sentido de apresentar subsídios para reestruturar a EA no Ibama e, desta forma, propiciar a continuidade da contribuição do instituto no subsídio para a

construção de políticas públicas de EA em todo o país.

 

O GT tem 30 dias, prorrogáveis por igual período, a contar da data de publicação da portaria, para concluir os trabalhos e apresentar o relatório final.

 

Fazem parte do GT tanto pessoas que já trabalham com educação ambiental no instituto quanto servidores recém ingressados na carreira de analista ambiental, mas que possuem histórico de trabalho com educação ambiental. Essa heterogeneidade é o diferencial para o fortalecimento da EA no Ibama.

 

Os titulares do GT são: João Paulo Sotero (Diqua), coordenador do GT; Helena Araújo (Diplan); Elizabeth Uema (Dilic); Genebaldo Freire (Dipro); Elizabete Fonseca (Dbflor). Os suplentes são: Erismar Rocha (Diqua); Liceros dos Reis (Diplan); Giuliana Barriguelli (Dilic); Maria Magnólia Lins (Dipro); Ricardo Lopes (Dbflor).

 

 

 



Escrito por Marino às 10h40
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL

equipe coordenação FEA/arquivo:superior: Silvana e Roseli; inferior: Valéria, Moema e Rosane

*COLEGAS EDUCADORES E EDUCADORAS DO COLETIVO EDUCADOR DA BACIA DO PARANÁ III

E ENTORNO DO PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU*

* *

 

*E habitou entre nós*.* *

*No princípio era o Verbo*

 

*E o verbo se fez carne*

 

No início de nossa caminhada em Educação Ambiental na BPIII e Entorno do Parque Nacional do Iguaçu, tínhamos o *Verbo*, a *palavra*, em especial, o verbo *amar/cuidar*.

 

O desafio era colocá-lo em prática, em forma de um fazer dinâmico, cotidiano, transformador tanto do cotidiano, quanto da cultura e da sociedade.

 

E o *verbo* se faz carne significa que era necessário *a palavra tomar forma, transformar-se em ação, em prática. *

 

E verbo amar, conjugado, irrompeu como *mudança de valores, de atitudes, de ética do cuidado*; se materializou na *Educação Ambiental continuada e transformadora*, simbolizada pela mandala. Instituiu-se como *prática educativa.*

 

Agora, é preciso *continuar agindo, atuando..., pois o tempo que temos é o agora*! É preciso* habitar* o Coletivo Educador; *animar* as Comunidades de Aprendizagem; *dar voz* às Salas Verdes; *ambientalizar* a Gestão Pública; *ecocomunicar*...e muito mais!

 

É assim que convidamos você a deixar tempo em sua agenda para continuarmos o movimento de Educação Ambiental por nós iniciado.

 

Logo, encaminharemos  a data para o nosso primeiro encontro de 2008!

 

Abraços com carinho!

 

Valéria Casale - Equipe FEA

 



Escrito por Marino às 16h51
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MOMENTO DA POESIA

google: Luís Fernando Veríssimo

A poesia a seguir foi enviada pela amiga Ana Lizete, leitora assídua de Veríssimo. O significado é muito profundo e faz a gente respirar fundo, refletir e, principalmente, agir enquanto ainda se está vivo. Boa leitura. Sintam-se à vontade para enviar poesias, contos ou qualquer outra manifestação cultural. Com toda certeza serão publicados. Marino Elígio Gonçalves.

 

QUASE

 

Luís Fernando Veríssimo

 

Ainda pior que a convicção do não, a incerteza talvez  é a desilusão de um quase.

 

É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.

 

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perderam por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

 

Pergunto-me às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna, ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos na frouxidão dos abraços, na indiferença do bom dia, quase que sussurrado. Sobra covardia e falta coragem  até para ser feliz.

 

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.

 

Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, do que sentir o nada, mas não são.

 

Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados, e o arco-íris em tons cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

 

Não é que a fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas, resta-nos somente a paciência, porém preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Para os erros há o perdão, para os fracassos, chance, para os amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.

 

Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixa que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

 

Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando do que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

 

 



Escrito por Marino às 08h09
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TRANSGÊNICOS

BOA NOTÍCIA PARA OS PARANAENSES

 

google

Rotulagem já distingue alimentos transgênicos dos não-transgênicos

 

Data: 20/02/2008 – AEN/PR

 

O consumidor paranaense já pode exercer seu direito de rejeitar produtos processados com organismos geneticamente modificados. O óleo vegetal de soja “Leve”, produzido pela Imcopa Ltda, é identificado, nas gôndolas dos supermercados, como “alimento não transgênico”. Outras três marcas de óleo, processado com soja geneticamente modificada, passaram a apresentar o rótulo de identificação de origem transgênica. São as marcas Liza e Veleiro, da Cargil, e Soya, da Bunge.


Este direito é garantido pelo ordenamento jurídico nacional e o governo do Paraná está fiscalizando o seu cumprimento, afirma Álvaro Miguel Rychuv, coordenador do Grupo de Rotulagem dos Transgênicos, do governo do Estado. Rychuv destaca que a rotulagem de alimentos que têm na matéria-prima algum componente transgênico - o T maiúsculo no meio de um triângulo amarelo – indica para o consumidor se o produto foi processado com organismo geneticamente modificado.


O coordenador explica que “Lei da Rotulagem atende ao direito do consumidor de ser informado sobre o que leva para casa. O decreto 4.680 determina a obrigatoriedade das indústrias de informar ao consumidor a existência de 1% ou mais de componentes transgênicos nos alimentos colocados à venda.


Segundo ele, “cresce em todo o mundo, com destaque para os países europeus, a rejeição aos produtos transgênicos, já que pesquisas têm demonstrado que representam graves riscos para a saúde humana. Alguns países, como a Alemanha, preparam-se para que a rotulagem alcance também produtos como carnes, leite, lacticínios e ovos, se produzidos com animais alimentados com rações processadas com transgênicos”. Rychuv informa que “informações, pesquisas e notícias sobre transgênicos, podem ser obtidas no site: www.transgenicos.pr.gov.br.

 



Escrito por Marino às 08h36
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REFUGIADOS AMBIENTAIS

 

google: refugiados ambientais na Índia (1ª foto) e na África (2ª foto). 

 

A matéria abaixo refere-se a um alerta das autoridades da Organização das Nações Unidas – ONU, sobre a grande possibilidade de um maior flagelo à milhões de seres humanos por conta das conseqüências do aquecimento global. Estima-se o agravamento das condições para a sobrevivência, sendo certo o deslocamento de multidões para longe de suas casas e terras. Em 2006, estudo promovido pela Universidade das Nações Unidas – UNU apontava que em 2010, 50 milhões de pessoas seriam considerados refugiados ambientais. ONGs, no entanto, afirmam que serão mais de 200 milhões em 2020 e que só na África serão 60 milhões. Ora, nem é necessário calcular muito para se saber que a humanidade experimentará ainda mais o sofrimento destes que compões uma nova categoria de refugiados. Em vários lugares do mundo é possível constatar a existência de tantos refugiados decorrentes de causas ambientais quanto daqueles que são atingidos por conflitos políticos e sociais. Na África, no Oriente Médio, no próprio sertão nordestino do Brasil são encontrados exemplos desse grave problema. A escassez de água, as condições climáticas em oscilações severas (longa estiagem e pancadas de chuvas torrenciais), seca, desertificação, inundações, doenças da miséria e todo um leque de terríveis conseqüências que já são sentidas pela falta de cuidado com o Planeta Terra, infelizmente tendem piorar. De outro lado, os estudos produzidos sobre o assunto revelam que ainda dá tempo de minimizar tais problemas. A questão, porém, é o custo para isso. E aí fica a pergunta se as nações todas, principalmente as desenvolvidas e que mais contribuíram e ainda contribuem para o aprofundamento do aquecimento global estarão dispostas a cobrir os respectivos custos? Sabe-se que quem mais sofrerá como já vem sofrendo, com o colapso do planeta é a população mais vulnerável: os pobres do mundo. A história tem demonstrado a falta de cooperação dos países ricos em relação aos pobres, na realidade, estes sempre foram explorados por aqueles. Não só a ONU, mas toda a humanidade deveria exigir mais respeito aos pobres, ao meio ambiente e ao Planeta que é, ainda hoje, a única casa comum para se morar. A grande dívida ambiental e social, em maior parte, deve ser satisfeita pelos principais degradadores e exploradores mundiais, a começar pelos Estados Unidos da América – EUA (aliás, esse país nem sempre segue a orientação da ONU, como no caso do Iraque e, muito menos tem se curvado aos grandes pactos mundiais sobre o meio ambiente, como no caso do Protocolo de Kyoto). Marino Elígio Gonçalves.

 

 

Mudança climática ameaça direitos humanos de milhões

 

20/02/2008 – Estadão Online

 

A mudança climática ameaça os direitos humanos de milhões de pessoas, que correm o risco de perder acesso à habitação, alimentos e água potável, a menos que os governos façam uma intervenção para conter estes efeitos, afirmaram especialistas na terça-feira (19).


Em uma conferência sobre mudança climática e migração, autoridades da Organização das Nações Unidas disseram que o aumento do nível do mar e tempestades intensas, secas e inundações podem fazer com que muitas pessoas deixem suas casas e suas terras, algumas vezes de forma permanente.


"O aquecimento global e as extremas condições climáticas podem ter consequências calamitosas para os direitos humanos de milhões de pessoas", afirmou Kyung-wha Kang, alta-comissária adjunta da ONU para direitos humanos.


Kang, uma sul-coreana, relatou que os países têm a obrigação de "prevenir e tratar das consequências diretas que a mudança climática pode afetar os direitos humanos".


As ações do governo incluem fornecer abrigos, garantir boas condições sanitárias e prover água potável, além de garantir que os cidadãos tenham acesso a informações e tomem parte nas decisões, acrescentou Kang.



Escrito por Marino às 09h53
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ATENÇÃO À SAÚDE

 

 

 

google

 

 

 

O assunto abaixo não é novo e sempre trouxe dúvidas aos usuários de telefones móveis. As baterias com os seus compostos químicos, as ondas emitidas e o uso freqüente podem ocasionar danos à saúde dos seres humanos? É possível que o usuário contraia câncer? Tais perguntas começam a ser respondidas pela ciência. Por óbvio que os fabricantes se posicionarão com suas pesquisas e testes, tudo a afirmar que os telefones celulares não provocam qualquer dano, não causam câncer e também não explodem. Será? Novamente, a prudência deve ser exercitada e a matéria a seguir faz um chamamento a isso. Marino Elígio Gonçalves.

 

 

Cientista relaciona uso de celular a desenvolvimento de tumores

 

19/02/2008 – Yahoo Notícias

 

O uso freqüente e prolongado do telefone celular contribui para o desenvolvimento de tumores benignos e malignos nas glândulas salivares, segundo uma pesquisa da cientista israelense Siegal Sadetzki, divulgado na segunda-feira (18) no jornal "The Jerusalem Post".


Sadetzki, médica, epidemiologista e catedrática na Universidade de Tel Aviv, diz que quem usa o celular com freqüência tem uma chance 50% maior de desenvolver um tumor nas parótidas (glândulas situadas dos dois lados do rosto) do que aqueles que não usam o aparelho.


O maior risco se dá entre usuários freqüentes que moram em áreas rurais, já que os celulares precisam emitir maior radiação para compensar a escassez de antenas, segundo a pesquisa.


A pesquisadora chegou a essas conclusões - recentemente publicadas no "American Journal of Epidemiology" - após examinar 500 israelenses com tumores benignos e malignos nas glândulas salivares.


Sadetzki e sua equipe perguntaram ao grupo de pesquisados sobre como usavam o telefone celular e depois compararam os resultados com as respostas de 1.300 israelenses sem câncer.


A cientista destaca que queria que a amostra fosse israelense porque, "ao contrário de outros países, Israel adotou muito rapidamente a tecnologia móvel e desde então os israelenses se transformaram em grandes usuários de forma extraordinária".


"Essa população incomparável (de usuários da telefonia móvel) revelou que o uso de celulares tem uma relação com o câncer", algo difícil de provar por causa do longo período de latência de seu desenvolvimento, explica.


A cientista, que usa telefone celular, diz que é necessário "tomar precauções para diminuir a exposição e reduzir os riscos para a saúde".


Ela recomenda, por exemplo, usar acessórios para evitar colocar o aparelho na orelha o tempo todo, afastar o celular do corpo quando conversar ao telefone e evitar as intermináveis ligações e as chamadas prescindíveis.


Sadetzki também pede que os pais pensem melhor quanto a seus filhos terem celular, apesar de melhorar a comunicação.


"Parte da tecnologia que usamos atualmente traz riscos à saúde. A questão não é se vamos usá-la, mas como fazê-lo", ressalta.

 



Escrito por Marino às 10h44
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BOM EXEMPLO FRANCISCANO

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Rede de supermercados em Maringá “adota” sacolas de feira para seus produtos

 

Seguindo uma tendência de eliminar as sacolinhas plásticas, a rede de Supermercados de Maringá, o São Francisco, está incentivando seus clientes a optarem por sacolas tipo de “feiras” para transportar os produtos adquiridos. A questão é muito interessante e serve de exemplo para todas as demais redes de supermercados.

 

Em diversas oportunidades fiz comentários sobre esse assunto em meu blog. A questão ainda a ser vencida, no entanto, é o valor cobrado pelas sacolas que pode servir de fator inibidor para a sua adoção.

 

Como alternativa, proponho que tais sacolas sejam fornecidas gratuitamente, já que haveria, no caso, compensação pelo valor que o supermercado despenderia na confecção das tradicionais sacolinhas de plásticos. Além disso, revelaria o seu lado “franciscano” e devoto de São Francisco de Assis, padroeiro da Natureza.

 

Por outro lado, essa atitude faria com que os seus clientes se sentissem motivados a assimilar a importância para o meio ambiente que se verificaria com a mudança simples de um hábito que se mostrava noviço ao meio ambiente. Marino Elígio Gonçalves.

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Marino às 15h19
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TRANSGÊNICOS

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O Brasil, em matéria de Organismos Geneticamente Modificados – OGMs, ou Transgênicos no popular, está cada vez mais na contramão dos países desenvolvidos. A França, recentemente, negou liberação para uma variedade de milho transgênica da Monsanto e, agora, a Alemanha passou a exigir que nos rótulos de produtos industrializados e comercializados no país tenham a inscrição “livre de transgênicos” ou “GM Free”. A determinação se deu por meio de lei específica e atende aos interesses da sociedade alemã sobre o direito à informação e dos ambientalistas que denunciam o perigo dos OGMs para a saúde do ser humano e da própria Natureza. Mais esse exemplo vindo da Europa deve servir para as nossas reflexões aqui no Brasil. É de se esperar que o respeito ao direito de ser informado sobre o que se está consumindo seja assegurado em sua plenitude. É o mínimo que se espera de uma sociedade democrática. Marino Elígio Gonçalves;

 

 

 

Alemanha adota rótulo 'livre de transgênicos' para alimentos

 

16/02/2008 - Estadão Online

 

A câmara alta do Parlamento alemão autorizou um novo rótulo que declarará os alimentos que não contenham organismos geneticamente modificados "livres de transgênicos", ou "GM Free".


Alimentos geneticamente modificados são um assunto delicado na Alemanha, onde grupos ambientalistas argumentam que muitas dessas lavouras não são seguras para seres humanos ou o meio.


Agora, a lei deverá entrar em vigor em março.


Sob a nova norma, leite, carne, ovos e queijo poderão ostentar o selo "GM Free" apenas se os animais não tiverem comido produtos geneticamente modificados.


Animais ainda poderão ter direito ao selo, no entanto, se tiverem sido expostos a vitaminas, aminoácidos ou outros aditivos transgênicos, desde que não existam alternativas viáveis no mercado.


A lei da União Européia já exige que os alimentos que contêm organismos geneticamente modificados sejam rotulados de acordo.



Escrito por Marino às 11h05
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