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CANA DE AÇÚCAR: DEGRADAÇÃO AMBIENTAL E TRABALHO ESCRAVO

foto Giana Carvalho

A matéria a seguir aponta mais um grave problema que gira em torno da produção de cana-de-açucar. Em tempos de biocombustíveis há séria denúncia de que o plantio de cana avança sobre florestas e sobre áreas que tradicionalmente eram dedicadas ao cultivo de alimentos. Agora, outra denúncia, desta feita, de que também promove o aumento do trabalho escravo em todo o país. De fato, são dois assuntos de suma importância que deve estar presentes na agenda social e ambiental dos governantes, parlamentares e, principalmente, da sociedade civil que deve exercer o seu poder de pressão sobre as autoridades. Como advogado popular membro da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares – RENAP acompanhei diversas denúncias de trabalho escravo ou assemelhado aqui no Estado do Paraná. Infelizmente, em muitas delas o fato se confirmou. Já naquela época era forte o questionamento sobre o porque da não regulamentação do dispositivo da Constituição Federal que permitiria a expropriação de propriedades rurais que se utilizavam de mão-de-obra escrava e infantil ou era utilizada para fins ilícitos, como o plantio de plantas para produção de drogas proibidas. Porém, até o presente momento, o Congresso Nacional tem se omitido em sua responsabilidade. Sempre é importante lembrar que a Constituição Federal contemplou os Princípios da dignidade humana, da valorização do trabalho humano e do respeito ao meio ambiente. É chegado o momento de a sociedade intervir com mais veemência nessas questões. Marino Elígio Gonçalves.  

 

 

Cana-de-açúcar é principal responsável pelo aumento do trabalho escravo, aponta CPT

15/04/2008 - Ivan Richard - Da Agência Brasil - Em Brasília – UOL Notícias

A expansão das plantações de cana-de-açúcar foi apontada como principal responsável pelo crescimento do trabalho escravo no país em 2007.

Segundo dados do caderno "Conflitos no Campo 2007", divulgado nesta terça-feira (15) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), o número de trabalhadores explorados subiu de 6.930, em 2006, para 8.635, no ano passado.

O crescimento mais significativo foi registrado na Região Sudeste, onde o número passou de 279 para 705. A região concentra as maiores lavouras de cana no país.

No Centro-Oeste, o número de trabalhadores explorados chegou a 2.653 no ano passado, quase o dobro do registrado em 2006. No Sul, o número mais que duplicou (108 para 229).

 

Dos 5.974 trabalhadores libertados em 2007, 52% saíram das usinas do setor sucroalcooleiro. Dos casos de desrespeito à legislação trabalhista registrados pela CPT, o setor ocupa a primeira colocação.


"Isso tem a ver claramente com o aumento das exportações de etanol e cana-de-açúcar", avaliou o geólogo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e analista da CPT, Carlos Walter Gonçalves. "A violência do poder privado, das empresas, está crescendo com o aumento da exportação de commodities [bens primários com cotação internacional]", completou.


Ainda de acordo com a publicação, em 2007 foram registradas 265 ocorrências de trabalho escravo, três a mais do que no ano anterior. O número de trabalhadores libertados passou de 3.633 para 5.974.


O conselheiro da CPT e ex-presidente da comissão, dom Tomás Balduíno, criticou as três esferas do Poder Público pelo crescimento do trabalho escravo. "O Executivo solta verbas para essas empresas. Onde está a PEC [projeto de emenda à Constituição] que confisca terras de quem utiliza mão-de-obra escrava? O Judiciário é campeão em indústria de liminares a favor do grande e contra o pequeno", afirmou.


O documento foi apresentado no acampamento de trabalhadores rurais montado para o lançamento da Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra, no estádio Mané Garrincha.



Escrito por Marino às 15h54
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HERÓIS OU VILÕES?

DEPENDE DA ATITUDE.

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A reportagem a seguir é bastante interessante, inclusive para se fazer uma reflexão sobre o que é ser herói de ontem e bandido de hoje. Os fazendeiros da Amazônia (só para ficar neles) reclamam que o Governo Federal os incentivou a entrar na Amazônia e colonizá-la. Agora, são chamados de vilões pelo próprio Governo Federal, pois não teriam os fazendeiros compromissos com a questão ambiental. Pois bem, eu lembro também do incentivo que o Governo Federal dava aos fazendeiros para secarem as áreas de várzeas, os incentivos para o desmatamento de novas fronteiras agrícolas etc. Se, no passado, a consciência ambiental não era tão marcante como hoje, não significa que aquele que insiste em práticas predatórias ao meio ambiente não venha a receber o título de vilão ou mesmo de bandido. O Governo Federal mudou. Antes predominava o regime militar, agora, o Governo é eleito pelo povo, democraticamente e deve governar não para o povo, mas com o povo. O povo mudou, exige hoje que a Natureza seja respeitada. A lei também mudou. Se antes não era crime, agora é crime punido com prisões, multas administrativas e obrigações para reparar o dano provocado ao meio ambiente. Portanto, era de se esperar que aqueles fazendeiros também mudassem suas atitudes. Aqueles que assim não se procederam, logicamente, conspiram contra os legítimos interesses da nação brasileira, fere a legislação ambiental e, por isso mesmo, não devem ser tratados como heróis, senão, como vilões e bandidos. O que está em jogo é o futuro de todos os cidadãos e cidadãs brasileiros, que necessitam do meio ambiente ecologicamente equilibrado para essa e para as futuras gerações. Faz bem o Governo e toda a sociedade endurecer com aqueles que insistem na prática de crimes ambientais que colocam em risco o patrimônio ambiental tupiniquim.  Marino Elígio Gonçalves.

 

Fazendeiros passam de "heróis a vilões" na Amazônia, diz "The Times"

 

14/04/2008 - Folha Online

 

Fazendeiros vistos como heróis por colonizarem a Amazônia na década de 70 hoje são considerados vilões ambientais pelo mesmo governo federal que os incentivou a ocupar as terras, afirma uma reportagem publicada neste sábado pelo diário britânico "The Times".

A reportagem conta a história dos fazendeiros que, durante o governo militar, ganharam terras no município de Alta Floresta, no Mato Grosso, como indenização por terras perdidas para projetos hidrelétricos.

"Mesmo com a pressão dupla do aumento dos preços de alimentos e da demanda por biocombustíveis, o Brasil não vê mais a Amazônia como um território vazio à espera do desenvolvimento, mas como a maior reserva de biodiversidade do mundo e uma arma crucial no combate ao aquecimento global", diz o "Times".

O tradicional jornal londrino ressalta a mudança na percepção do papel que os "desbravadores da Amazônia" teriam: de "pioneiros" e representantes do progresso, passaram a "criminosos" e desmatadores.

Foto com presidentes

"Sentíamos que estávamos construindo alguma coisa aqui e éramos elogiados por isso. Tirei foto ao lado de dois presidentes. Eles nos tratavam como heróis", afirmou ao jornal britânico o fazendeiro Dernei Olindo del Moro.

De acordo com declarações de fazendeiros publicadas pelo "Times", os antigos "pioneiros" hoje se sentem abandonados pelo governo federal, que vem apertando a fiscalização na região.

"Ainda não se sabe se essas medidas vão surtir efeito. Apesar do enorme reforço de novos funcionários, ainda há poucos agentes do Ibama na fiscalização", afirma a reportagem.

"Operações federais em uma região tendem a deslocar grileiros e madeireiros ilegais para outra, e as vastas áreas de floresta não consolidada são uma tentação para os fazendeiros."

O repórter do "Times" conclui a notícia com uma declaração taxativa do cientista brasileiro Carlos Peres, professor da Universidade de Anglia Oriental, na Grã-Bretanha.

"Os incentivos econômicos para colonizar e desbravar a região são enormes. Se eu quisesse ganhar dinheiro, ficaria lá mesmo."



Escrito por Marino às 17h59
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TERREMOTOS

Reuters

 

Entenda os terremotos e como eles afetam o planeta

 

da Folha Online - 05/06/2003 - 06h52

 

Um terremoto é um tremor de terra que pode durar segundos ou minutos. Ele é provocado por movimentos na crosta terrestre, composta por enormes placas de rocha (as placas tectônicas). O tremor de terra ocasionado por esses movimentos é também chamado de "abalo sísmico".

Essas placas se movimentam lenta e continuamente sobre uma camada de rocha parcialmente derretida, ocasionando um contínuo processo de pressão e deformação nas grandes massas de rocha.


Quando duas placas se chocam ou se raspam, elas geram um acúmulo de pressão que provoca um movimento brusco. Há três tipos de movimentos: convergente (quando duas se chocam), divergente (quando se movimentam em direções contrárias) e transformante (separa placas que estão se deslocando lateralmente).

 

Alterações no relevo


Os movimentos convergente e divergente das placas provoca alterações no relevo. A cada choque, a placa que apresenta menor viscosidade (mais aquecida) afunda sob a mais viscosa (menos aquecida). A parte que penetra tem o nome de zona de subducção.


No oeste da América do Sul, por exemplo, o afundamento da placa de Nazca sob a placa continental originou a cordilheira dos Andes.


Medição

Os sismógrafos são instrumentos utilizados para registrar a hora, a duração e a amplitude de vibrações dentro da Terra e do solo.


Eles são formados por um corpo pesado pendente a uma mola, que é presa a um braço de um suporte preso num leito de rocha. Se a crosta terrestre é abalada por um terremoto, o cilindro se move e o pêndulo, pela inércia, se mantém imóvel e registra em um papel fotográfico as vibrações do solo.


Os terremotos são classificados principalmente pela escala de Richter, fórmula matemática que determina a largura das ondas.


A escala de Richter não tem limite máximo. De forma geral, terremotos com magnitudes de 3.5 ou menos são raramente percebidos; de 3.5 a 6.0 são sentidos e causam poucos danos; entre 6.1 e 6.9, podem ser destrutivos e causar danos em um raio de cem quilômetros do epicentro; entre 7.0 e 7.9, causam danos sérios em áreas maiores; e de 8 em diante são destrutivos por um raio de centenas de quilômetros.


Há também a escala Mercalli, menos usada, com valores que vão de zero a 12 pontos. Menos precisa, a escala classifica os terremotos de acordo com o seu efeito sobre construções e estruturas.


No Brasil


O Brasil fica em cima de uma grande e única placa tectônica, ao contrário de outros países como os Estados Unidos e Japão. Nesses locais, existe o encontro de duas ou mais placas. As falhas entre elas são, normalmente, os locais onde acontecem os terremotos maiores.


No Brasil, as falhas são apenas pequenas rachaduras causadas pelo desgaste na placa tectônica, que levam a pequenos tremores, como os que aconteceram em Brasília (DF), em 2000, em Porto dos Gaúchos (MT), o mais recente, em 1998, e em João Câmara (RN), em 1986 e em 1989.

Além disso, em alguns Estados brasileiros são registrados tremores de terra. Os abalos são reflexos de terremotos com epicentro em outros países da América Latina.



Escrito por Marino às 17h38
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AQUECIMENTO DO PLANETA E A CERVEJA

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A matéria abaixo certamente provocará uma reação positiva para o combate ao aquecimento do Planeta. Cientistas afirmam que a cerveja poderá ter seu preço aumentado ou mesmo ter sua produção diminuída sensivelmente por conta do aquecimento global que afetará drasticamente a produção de cevada. Todos sabem que a cevada é imprescindível para a produção desta bebida que é uma das mais consumidas no mundo todo. Bebedores de cervejas de todo o mundo, UNI-VOS contra o principal inimigo da classe: o aquecimento do Planeta. Mudemos então a nossa maneira de se relacionar com a Natureza, para o bem de todos os seres vivos, principalmente o nosso, seres humanos que bebemos cerveja. Marino Elígio Gonçalves.

 

Aquecimento global aumentará o preço da cerveja, diz estudo

 

09/04/2008 - Fonte: Folha Online

 

O preço da cerveja aumentará nas próximas décadas porque a mudança climática prejudicará a produção de cevada, ingrediente essencial dessa bebida, segundo um estudo de um cientista da Nova Zelândia.


Jim Salinger, especialista meio ambiental do Instituto de Água e Pesquisa Meteorológica neozelandês, assinala no relatório divulgado nesta terça-feira que o aquecimento global destruirá grande parte dos cultivos do citado cereal na Oceania.


As áreas secas da Austrália e Nova Zelândia receberão cada vez menos precipitações, por isso nelas se semeará menos cevada.


Salinger, que centrou sua investigação na Oceania, disse que essa circunstância levará a uma redução drástica da produção de cerveja nos próximos 30 anos.


"Nesse caso, os pubs terão de deixar de servir cerveja ou ela será muito mais cara", explicou o cientista, que especulou que a situação obrigará a indústria a buscar formas alternativas de obter a bebida.


A cevada é um dos ingredientes base da cerveja junto à água e ao lúpulo, responsável por seu sabor amargo após o processo de fermentação.



Escrito por Marino às 09h25
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SAPOS E O FUTURO DA HUMANIDADE 

g1/globo-gazeta do povo

A matéria abaixo não deixa de ser interessante e até mesmo reveladora para nós. O sapinho encontrou um jeito de se livrar dos efeitos danosos da má qualidade do ar: passou a respirar pela pele. O oxigênio é extraído da própria água. Acontece que a qualidade da água também não está boa e, aí se vê novamente na luta pela sobrevivência, já que se encontra na lista de espécies ameaçadas de extinção, conforme informação contida na matéria. Qual será a mais nova forma de sobrevivência do sapinho que não tem mais oxigênio para respirar nem dentro e nem fora da água? Qual será a forma de nós seres humanos também de obter o oxigênio num mundo cada vez mais devastado pelos crimes ambientais? As florestas estão acabando, os rios e mares poluídos, as terras em processo de desertificação, os alimentos cada vez mais encharcados de veneno e transformados em algum Organismo Geneticamente Modificado – OGM que não se sabe onde isso vai dar... Enfim, tanto os mundos de fora como de dentro da água não estão mais suportando toda a dose de sofrimento que a humanidade tem imposto à Natureza. Certamente, um dia, não muito distante, a lista de animais ameaçados de extinção venha a aumentar com a inclusão da espécie humana. Não é “catastrofismo” (se é que essa palavra existe), é a pura sensação de que se acabar com o Planeta, logicamente se acabará com a vida nele existente em todas as suas formas. O que nos conforta é saber que ainda dá tempo e, para tanto, basta mudar nossas atitudes. Compreender a importância da Natureza e de seus elementos; aceitar que também somos cria e parte da Natureza; lutar para preservar a Vida. Marino Elígio Gonçalves.

Pesquisadores descobrem sapinho sem pulmões em selva do Sudeste Asiático

07/04/2008: g1/globo.com – gazeta do povo

Animal respira só com a pele, aproveitando oxigênio das águas frias e rápidas onde vive. Espaço pulmonar foi ocupado por outros órgãos; espécie corre risco de desaparecer.

Animal é nativo da ilha de Bornéu, no Sudeste Asiático.

O sapinho Barbourula kalimantanensis nem se dá ao trabalho de prender a respiração quando mergulha n´água -- afinal de contas, o bicho já nasce sem pulmões, respirando totalmente pela pele.

 

A descoberta bizarra foi feita por David Bickford, da Universidade Nacional de Cingapura, ao vasculhar as selvas da parte indonésia da ilha de Bornéu (Sudeste Asiático). O pequeno anfíbio vive em águas frias e de correnteza rápida, rica em oxigênio. Isso pode ter levado a espécie a dispensar o uso dos pulmões para respirar.

 

A espécie sofre grave risco de extinção.

 



Escrito por Marino às 09h16
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COLETA SELETIVA

Wikipédia

Sem coleta seletiva, reciclagem pode fazer mais mal do que bem

07/04/2008 - Marília Juste - Portal G1

É difícil encontrar alguém hoje que ignore os benefícios da reciclagem para a preservação do planeta. O que poucos parecem saber, no entanto, é que se o lixo não for separado na fonte (ou seja, em casa) e levado separado até a hora de reciclar, os benefícios na prática podem se perder.

A grande vantagem de reciclar é poupar a produção de um novo material. Cada vez que se reutiliza um papel, se evita a derrubada de árvores. Cada vez que se reutiliza um plástico, se evita o uso de petróleo. Isso não quer dizer, no entanto, que a poluição do processo de reciclagem seja zero. Ela simplesmente, na ponta do lápis, polui menos.

Segundo os especialistas, até 90% de todos os materiais usados pela indústria podem ser reciclados. As exceções existem porque alguns produtos não compensam ou financeiramente ou ambientalmente. Fraldas descartáveis, por exemplo, causam mais poluição quando são recicladas do que quando são produzidas.

O mesmo é verdade se o material original não estiver muito danificado. O que se garante, com a separação do lixo na fonte. “Quando o resíduo é separado e isolado, a contaminação é reduzida e isso torna tudo mais fácil na hora de reciclar. É por isso que na reciclagem o resíduo de mais valor é o industrial, que é separado com rigor”, explicou ao G1 o engenheiro ambiental Sandro Donnini Mancini, da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Se o lixo não é separado adequadamente, a contaminação dificulta a reciclagem e pode deixar ela cara demais ou poluente demais. Papéis sujos, por exemplo, precisam de muito alvejante para ficarem brancos. Alvejante que é um poluente. Dependendo do estado do material original, reciclar pode fazer mais mal do que bem.

Para comprovar isso na prática, Mancini realizou uma pesquisa onde retirou sacolinhas plásticas de um aterro sanitário e as separou para reciclagem. Já na pesagem o problema se mostrou: 40% do peso das sacolinhas não era plástico, mas sujeira. “Antes de reciclar, é preciso limpar. Isso vai gastar detergente. Dependendo do estado, não compensa”, diz ele.

O engenheiro recomenda que todas as cidades procurem ter coleta seletiva de lixo para reciclagem obrigatória. Mas entende porque isso não é uma prioridade em muitos municípios. “O Brasil é um país cheio de problemas sociais, então é justificável que os prefeitos prefiram se concentrar em outros problemas, como saúde e educação”, afirma. “Mas é preciso tomar consciência também que o lixo é um problema sério, que também afeta a saúde. Reciclar faz bem para o meio ambiente e para a saúde da população”.



Escrito por Marino às 10h00
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AMBIENTE URBANO

foto: Valter Tadeu Dubiela

RODOVIÁRIA "VELHA": PATRIMÔNIO DO POVO DE MARINGÁ

Maringá vive mais uma polêmica patrocinada pela atual administração municipal que, ao que tudo indica, é avessa à preservação do patrimônio histórico. Estou falando do prédio da antiga Rodoviária localizado no coração da cidade. A administração de Sílvio Barros quer ver a Rodoviária reduzida a pó e em seu lugar ser erigido um palácio ao culto privado, cujos súditos são os legítimos representantes de uma minoria muito rica de Maringá que se apropriará integralmente daquela área segregando o restante da população.

 

De fato, é forte a constatação de que a administração municipal está voltada para um segmento empresarial identificado por empreendimentos imobiliários.

 

A idéia original para o “novo” empreendimento no lugar do “velho” compreendia um edifício suntuoso para fins comerciais. Houve reação do referido setor, porquanto, se fosse mantida a conformação meramente comercial, isso poderia não seduzir bons compradores em curto prazo. Assim, a administração de Sílvio Barros cuidou de mudar a proposta e acrescentar a possibilidade de, também, permitir a instalação residencial naquele novel empreendimento. Com isso, satisfez o desejo do setor e revelou a quem serve.

 

Não que seja contra a iniciativa privada, longe disso. Acontece que têm algumas situações que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado.

 

A antiga Rodoviária é um monumento que tem valor histórico, arquitetônico, cultural e afetivo muito grande para todos os maringaenses e, principalmente para os nossos pioneiros e pioneiras.

 

O estado de abandono é fruto do descaso da administração municipal que pode e, para isso dispõe dos recursos universalizados pela população de Maringá através de impostos, readequar, remodelar, revitalizar integralmente a área central em que se encontra instalada a “velha” Rodoviária.

 

Diversas propostas foram apresentadas pelos setores organizados da cidade, ressaltando que todas elas partiram da premissa do tombamento como patrimônio histórico. Querem a manutenção do “velho”, pois o “velho” também faz parte da vida.

 

A Rodoviária “Velha” deve ser do povo de Maringá, deve ser ponto de convergência, de encontro do atual com o antigo, deve ser, por excelência, público.

 

Deve possibilitar o reviver do passado, sem perder as perspectivas do futuro (aliás, a sua arquitetura, à época, marcou um conceito bem mais avançado); deve incentivar a cultura (sua estrutura é apropriada para concertos, exposições, mostras, teatro, entre outras manifestações); deve homenagear os pioneiros e pioneiras (que construíram inicialmente essa maravilhosa cidade e que desejam que a história deles e dos demais habitantes sejam preservadas). A Rodoviária “Velha” é história que deve ser preservada.

 

Como cidadão maringaense sou favorável que o atual prefeito ouça o que a população diz a respeito da Rodoviária. Se realmente respeita o desejo da população, deverá preservar esse importante monumento. Se não, eu defendo que a Câmara Municipal de Maringá lance, imediatamente, uma consulta pública ou plebiscito para que o povo de Maringá, soberanamente, decida o futuro da “velha” Rodoviária.

 

Marino Elígio Gonçalves



Escrito por Marino às 17h42
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AQUECIMENTO GLOBAL

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De Boer pede pressa para costurar acordo

Folha de São Paulo – 01/04/2008

 

O secretário-executivo da Convenção do Clima das Nações Unidas, Yvo de Boer, emitiu ontem um alerta sobre a discussão do novo acordo internacional para mitigação do aquecimento global: está se esgotando o tempo para conseguir um acordo a tempo de substituir o Protocolo de Kyoto (em vigor até 2012).

 

Em encontro em Bancoc (Tailândia), De Boer disse que, para implantar o novo plano, ele teria de estar pronto até 2009.

 

"Isso nos deixa com mais ou menos um ano e meio - um período muito curto no qual temos de completar negociações em um dos acordos internacionais mais completos que a história já viu", disse De Boer. "Mas estou confidente de que isso pode ser feito se o trabalho for fragmentado em pedaços menores, administráveis."


Países signatários da Convenção do Clima devem criar um acordo que unifique metas com as dos signatários do Protocolo de Kyoto, uma ferramenta diplomática distinta.



Escrito por Marino às 16h32
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