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DESMATAMENTOS: A GUERRA CONTINUA

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60 presos em operação contra madeira ilegal em MT

30/04/2008 – Estadão Online

 

Pelo menos 60 pessoas haviam sido presas, até as 13 horas desta terça-feira (29) durante a operação Termes da Polícia Federal, em Mato Grosso.  Cerca de 250 policiais federais e 20 da Força Nacional desencadearam a operação com o objetivo de desarticular um esquema de liberação de cargas irregulares de madeira envolvendo advogados e servidores públicos de diversos órgãos, entre os  quais a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Polícia Rodoviária Federal.  

Segundo a Polícia Federal, o objetivo da operação era cumprir 58 mandados de busca e apreensão e cerca de 67 mandados de prisão nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande,  São Félix do Araguaia, Comodoro, Cáceres, Porto Esperidião, Sinop, Colíder, Porto dos Gaúchos, Marcelândia, Cláudia, Alta Floresta,  Paranaíta e Aripuanã.  

O esquema, de acordo com a PF, foi descoberto a partir da deflagração da operação "Arco de Fogo", que visa reprimir os crimes ambientais na floresta amazônica, e consistia na facilitação em todas as fases no processo de comercialização de madeira. 

 



Escrito por Marino às 13h38
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QUE TAL PRODUZIR O SEU PRÓPRIO ETANOL?

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Americano cria máquina caseira para produzir etanol

 

29/04/2008 – Estadão Online

 

Se pudesse produzir combustível para o seu carro no seu próprio quintal, por menos do que paga na bomba, você produziria?

Essa questão atormentou Floyd S. Butterfield por mais de duas décadas. Butterfield, 52, é uma espécie de lenda para as pessoas que fazem seu próprio etanol. Em 1982, ele ganhou um concurso do Departamento de Alimentos e Agricultura da Califórnia pelo melhor projeto de um destilador de etanol, embora Butterfield não tenha conseguido achar valor comercial para o produto na época.

Agora, ele acha que vai conseguir achar valor comercial, graças a uma parceria com o empreendedor do Vale do Silício Thomas J. Quinn. Os dois criaram a E-fuel Corporation, que em breve irá anunciar um sistema caseiro de produção de etanol, o E-fuel 100 MicroFueler. A máquina será tão grande quanto uma lavadora de carros, custará US$ 9.995,00 e estará disponível para vendas antes do fim do ano.

O custo final para os consumidores poderá cair pela metade, depois que os incentivos do governo para combustíveis alternativos, como os créditos fiscais, forem aplicados.

O MicroFueler usa açúcar como principal fonte de combustível, ou outros materiais orgânicos, junto com um levedo especial que a empresa desenvolveu. Dependendo do preço do açúcar, da água e da eletricidade, a empresa diz que um galão de etanol feito na máquina pode custar um dólar. Na verdade, Quinn às vezes coleta álcool descartado em bares e restaurantes de Los Gatos, na Califórnia, onde ele mora, e transforma em etanol; o único custo é o da eletricidade usada no processo.

No geral, ele conta, produzir um galão de etanol com sua máquina gera 1/8 do carbono gerado para produzir a mesma quantidade de gasolina.

(...)

O etanol tem produtores caseiros há tempos, e as permissões nos EUA estão disponíveis através da Divisão de Impostos e de Álcool e Tabaco. (Nos EUA, é necessário ser dono da terra e concordar em fazer seu etanol ao ar livre.) Mas há uma série de razões para questionar se um sistema pessoal de produção de combustível irá se tornar uma espécie de computador pessoal para a indústria do combustível.

Para começar, o etanol feito de açúcar não é muito mais barato que o gás natural. Usam-se de 4 a 6 quilos de açúcar para produzir um galão de etanol, conta Michael E. Salassi, um professor do departamento de agricultura econômica da Universidade do Estado de Lousiana. Mas Quinn diz que desde janeiro deste ano, sob o Acordo de Livre Comércio Norte-Americano, ele pode comprar açúcar não-comestível do México por cerca de 5 centavos de dólar o quilo, o que coloca a matemática a seu favor. Já que esse tipo de açúcar não é vendido para os consumidores, a E-Fuel diz que está desenvolvendo uma rede de distribuição para ele.

Além disso, é ilegal usar 100% de etanol para operar um carro nos EUA, com exceções para veículos off-road, como carros Indy e equipamento rural. Quinn tem permissão legal para produzir seu próprio combustível, e acredita que se os MicroFuelers começarem a se proliferar nos quintais como piscinas, os reguladores vão adaptar a lei, certificando o etanol puro para carros.

Apesar de todos os obstáculos, Quinn e Butterfield podem estar certos em alguma coisa. Há uma série de consumidores que quer reduzir sua emissão de carbono e estão dispostos a fazer um grande investimento para isso - considere o sucesso do Toyota Prius.

E se os preços do petróleo continuarem a subir, a relação custo-benefício de comprar um MicroFueler vai se tornar cada vez melhor.



Escrito por Marino às 09h13
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FOME NO MUNDO: CONTINUA A POLÊMICA

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A matéria a seguir revela que a polêmica sobre a fome e os biocombustíveis continua na mídia mundial. Ainda hoje a Secretária de Estado Norte Americana, Condoleza Rice, afirmou que os Estados Unidos da América-EUA, com a ampliação do programa de biocombustíveis a partir do milho, pode ter contribuído para o aumento dos preços dos alimentos. Ocorre, que a culpa pela fome no mundo tem um protagonista desde há muito tempo conhecido: o capitalismo capitaneado pelos EUA e países ricos da Europa, cuja cartilha elaborada pelo Clube de Roma foi amplamente aplicada pelo FMI e por outras entidades internacionais. O capitalismo com a sua nova face neoliberal trouxe ainda mais desespero aos povos, sobretudo de países periféricos e do terceiro mundo. A fome que hoje atinge quase um terço de toda a população mundial estimada em mais de 6 bilhões de pessoas, não é resultado dos dias atuais em que os biocombustíveis se tornaram mais evidentes, é fruto de décadas de exploração dos países ricos que acumularam riquezas em detrimento dos países pobres que cederam mão-de-obra barata e dispuseram os seus recursos naturais para que as chaminés das indústrias daqueles não parassem de vomitar fumaça. É muito triste constatar que por várias décadas morre uma criança a cada 5 segundos no mundo por causas diretas da fome ou a ela relacionadas. Há que dar um basta a este genocídio. Marino Elígio Gonçalves.

 

Entenda a crise mundial dos alimentos

 

28/04/2008 - Ligia Guimarães / G1

Os alimentos estão mais caros e, no mundo todo, o tema deixa autoridades em alerta e esquenta debates em torno das possíveis causas para a escassez de comida.

Para explicar a crise atual, no entanto, não é possível eleger um “vilão” específico. Segundo especialistas, são muitos os fatores que culminaram no cenário de inflação agravado desde o começo do ano.

De acordo com o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas, a falta de alimentos ameaça como um "tsunami silencioso", e pode afundar na fome 100 milhões de pessoas.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU) para Agricultura e Alimentação (FAO) são quatro os principais fatores que influenciam a alta dos preços dos alimentos: aumento da demanda, alta do petróleo, especulação e condições climáticas desfavoráveis. Há controvérsias sobre a dimensão da responsabilidade dos biocombustíveis, cujas matérias-primas (cana, milho e outras) disputam espaço com culturas destinadas à produção de comida. Saiba mais sobre cada um desses fatores:

Mais demanda, menos oferta

A população mundial está comendo mais. Especialmente nas economias que têm registrado maior expansão, como a da China, que tem 1,3 bilhão de habitantes. Com mais gente comprando, vale a lei da oferta e da procura: os produtos se valorizam no mercado e ficam mais caros.

Alta do petróleo

O preço do barril de petróleo vendido em Nova York e em Londres tem, sim, relação direta com a escalada do valor dos alimentos, já que a agricultura demanda grandes quantidades do óleo, seja no maquinário, tratores, uso de fertilizantes ou transporte, até esse produto chegar ao consumidor. “O aumento no petróleo também faz com que o preço final dos alimentos fique mais caro”, diz.

Para Francisco Carlos Teixeira, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o preço do barril influi diretamente nas commodities agrícolas em duas pontas: na produção e na distribuição.

“Hoje, a agricultura é totalmente industrializada e depende em boa medida do petróleo, usado como matéria-prima para uma série de produtos, como defensivos agrícolas e químicas de preparação da lavoura. Além disso, também movimenta os veículos que transportam as safras agrícolas”, diz Teixeira.

Especulação

Com a queda do dólar, investidores que ganhavam dinheiro investindo na moeda norte-americana migraram para a aplicação em outras commodities, como os produtos agrícolas.

Muitos fundos têm usado as bolsas de mercadorias para especular com a antecipação da compra de safras futuras em busca de melhor rentabilidade, o que também contribui para valorizar e o preço de commodities como o trigo e o arroz.

Segundo a FAO, os preços internacionais do arroz começaram uma escalada desde o início do ano, depois de subirem 9% em 2006 e 17% em 2007. O preço do produto subiu 12% em fevereiro e mais 17% em março, segundo o índice All Rice Price, elaborado pela entidade.

Condições climáticas

O clima é outro fator que reduziu a quantidade de alimentos produzida no mundo, segundo relatório da ONU divulgado na semana passada.

As condições climáticas desfavoráveis devastaram culturas na Austrália e reduziram as colheitas em muitos outros países, em particular na Europa, segundo a FAO.

Segundo as previsões da FAO, as reservas mundiais de cereais caíram para o seu nível mais baixo em 25 anos com 405 milhões de toneladas em 2007/08, 5 % (21 milhões de toneladas) abaixo do nível já reduzido do ano anterior.

Biocombustíveis?

"Os biocombustíveis são apenas uma gota no oceano desse cenário de aumentos”, diz a professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Suzana Kahn Ribeiro.

Segundo ela, o caso do biocombustível é particular do etanol fabricado a partir do milho dos Estados Unidos. "O milho é uma cultura alimentar e, de fato, começou a haver um desvio da produção de milho com finalidade para alimento para a produção do etanol", diz.

Com a redução da oferta de milho subiu o preço dos derivados, o que começou um processo em cadeia; aumentou o preço da ração dos animais e, conseqüentemente, das carnes. "No Brasil (onde o etanol é feito a partir da cana-de-açúcar) a realidade é bem diferente; tanto que, no nosso histórico dos últimos 30 anos, aumentamos a produção não só de etanol, mas também de alimentos", diz.



Escrito por Marino às 17h52
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A POLÊMICA DOS BIOCOMBUSTÍVEIS

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A discussão sobre a produção de biocombustíveis a partir de plantas utilizadas para a alimentação está longe de se chegar a um consenso. Se, por um lado, os biocombustíveis se mostram uma alternativa viável ao consumo de combustíveis fósseis, há quem afirme que os mesmos são fontes geradoras de fome, pois os produtos utilizados para a sua produção, como o milho, faz com que a oferta de alimentos em todo o mundo caia drasticamente. Considero bastante séria esta discussão, sobretudo, diante dos dados vindos, por exemplo, dos Estados Unidos da América-EUA, retratados na matéria abaixo, cuja base de produção de biocombustíveis é o milho, que, sabidamente, é fonte de vários alimentos. A sanha norte americana de manter suas indústrias (poluentes) funcionando a qualquer custo não encontra limite em suas ações, que o digam os povos do Afeganistão e mais recentemente do Iraque. Com relação aos biocombustíveis eu não fico surpreso que aquele país troque a fome mundial (que é uma realidade a vários e longos anos, fruto principalmente do império capitalista que é excludente e concentrador de riquezas comandado pelo próprio EUA) por novas fontes de energias, tudo isso para manter seu império. Com relação ao Brasil, embora seja um dos protagonistas em matéria de biocombustíveis, a realidade pode ser diferente do ponto de vista da geração de fome. Não digo em relação ao meio ambiente, cujo entendimento já retratei anteriormente, pois a base dessa nova energia é a cana e esta tem avançado por todos os biomas brasileiros, inclusive aqueles seriamente ameaçados como o Serrado, a Mata Atlântica e a Floresta Amazônica. O Brasil tem condições de disciplinar a produção de biocombustíveis, com o aproveitamento de áreas próprias para isso, no entanto, se falhar como falhou com os Organismos Geneticamente Modificados – OGMs, os chamados transgênicos (a elite do agronegócio impôs tais culturas por meio de plantios ilegais e clandestinos que depois acabaram sendo legalizados, mesmo a despeito dos riscos aos seres humanos e à própria Natureza), poderá ser muito tarde para o país que hoje detém a maior biodiversidade de todo o planeta e, por isso mesmo, tem o dever de bem cuidar de seu meio ambiente, de modo que se possa atender aos objetivos de sua Constituição Federal, notadamente no que se refere à erradicação da pobreza que deve ser conjugado com o direito de cidadania expressado pelo direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Enfim, o Brasil pode estar diante de uma importante oportunidade que se espera não se converta em desgraça ao seu provo. Marino Elígio Gonçalves.

 

 

 

No Dia da Terra, ambientalistas advertem sobre etanol

 

23/04/2008 - JB Online

 

O uso de plantas comestíveis para a produção de combustível "causa danos ambientais e contribui para uma crescente crise global dos alimentos", advertiram nesta terça-feira (22), no Dia da Terra, dois ambientalistas em artigo publicado no jornal americano 'The Washington Post'.

Lester Brown, fundador e presidente do Instituto de Política da Terra, e Jonathan Lewis, especialista em clima e advogado da Clean Air Task Force (Força Tarefa Ar Limpo, em inglês) fizeram referência, no artigo, à "promessa fracassada do etanol".


"Pedimos ao Congresso que reconsidere os mandados de leis recentes que requerem o desvio de alimentos comestíveis para a produção de biocombustíveis", destacou o artigo. "Estes mandados tiveram a intenção de levar os Estados Unidos à independência energética e de diminuir a mudança climática global".


A administração do presidente americano, George W. Bush, apóia a legislação que estabelece metas para o uso crescente de combustíveis obtidos de cultivos como o milho, e empreendeu projetos com o Brasil e outros países para uma incorporação crescente de biocombustíveis.

Brown e Lewis lembraram que "a esperança do uso de alimentos comestíveis para o combustível de nossos veículos prometia uma estabilidade de preços para nossos fazendeiros, mais segurança nacional e a proteção do meio ambiente pelo uso de combustível mais limpo" do que os derivados de hidrocarbonetos.


"Porém, agora fica muito claro que os mandados de uso de cultivos para combustíveis conduzem a um crescente dano ambiental", acrescentaram. "O processo de produção cria vários subprodutos tóxicos e este uso dos cultivos aumentou os preços dos produtos agrícolas".


Por outro lado, "os mandados não reduzem nossa dependência do petróleo importado", afirmam os analistas. "No ano passado, os EUA queimaram quase um quarto de seu estoque anual de milho como combustível, e isto trouxe uma redução de apenas 1% no consumo de petróleo no país".



Escrito por Marino às 11h00
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A ONU E O BIODÍESEL

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Brasil pode produzir biodiesel, mas deve manter direito à alimentação, diz ONU

 

16/04/2008 - Fonte: Folha Online

 

O Conselho de Direitos Humanos da ONU recomendou nesta terça-feira (15) ao Brasil continuar produzindo biodiesel, mas sem esquecer de preservar o direito à alimentação.

"Insistindo e elogiando o fato de que o Brasil foi o pioneiro na produção de biocombustíveis com matéria-prima não agrícola, pedimos que o sistema prossiga, cresça e que seja mantido o direito à alimentação", indica uma das 15 recomendações expressadas nesta terça-feira.


Esta recomendação foi feita pela Argélia, que, como o resto de países, leu e discutiu o documento sobre o Brasil realizado no marco dos Relatórios Periódicos Universais, o novo mecanismo estabelecido pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU para analisar e fiscalizar todos os Estados-membros.

O Brasil, como todos os países estudados, apresentou um relatório sobre seu país, e o texto foi analisado publicamente.


A maioria de recomendações realizadas nesta terça-feira defende a manutenção e intensificação dos esforços para reduzir a pobreza e as desigualdades sociais, assim como acabar com as violações aos direitos humanos cometidas contra os cidadãos do país, especialmente os indígenas, os negros e os mais pobres.

Todas as recomendações foram aceitas pelo Brasil.



Escrito por Marino às 18h08
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