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COBRAR É FÁCIL, FAZER É DIFÍCIL.

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Governo precisa dar o exemplo de práticas ambientais sustentáveis, diz Minc

 

Saic/MMA - 28/08/2008

 

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse nesta quinta-feira (28), na abertura do III Fórum Governamental de Gestão Ambiental A3P, no auditório do Tribunal Superior do Trabalho, que a Administração Pública tem que dar o exemplo no que diz respeito às práticas ambientais sustentáveis. "Não basta falar, tem que fazer", alertou.

 

Para ele, o governo não pode apenas ficar pedindo para a iniciativa privada adotar um comportamento ecologicamente correto sem fazer a sua parte para a preservação do meio ambiente.

 

Ele quer que as obras públicas utilizem apenas madeira certificada, sejam planejadas para assegurar um aproveitamento melhor da energia e da luz solares e contribuam direta e indiretamente para a redução das emissões de gases que agravam o efeito estufa. "É fácil o estado cobrar, mas fazer o contrário", salientou.

 

O Fórum, que reúne mais de 400 participantes, é uma iniciativa da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA para que os gestores públicos troquem experiências sobre práticas sustentáveis nas obras públicas. A utilização de materiais reciclados, a redução do consumo de descartáveis poluidores do meio ambiente e a participação dos servidores na adoção de práticas sustentáveis foram destacados pelo ministro como medidas a serem incentivadas nos estados, municípios e na administração federal. Segundo ele, o serviço público tem que atuar como indutor, irradiando as boas práticas ambientais.

 

Para Minc, cada órgão público deveria ter um servidor por andar, responsável pelas práticas ambientais em seus locais de trabalho.

 

"Temos que 'Ecologizar' a Administração Pública", destacou Minc. Os órgãos públicos, segundo disse, não podem "deseducar" ambientalmente. "Quando se dá o exemplo, estamos contaminando outros setores" , disse a respeito das boas práticas ambientais. Uma mudança de atitude da Administração nesse sentido poderia estimular os fornecedores a mudar seus hábitos também.

 

Ele citou exemplos, como adoção de papel reciclado em órgãos públicos do Rio. "Não queriam porque alegavam que ia ficar muito caro, mas depois do pregão eletrônico se viu que ia sair quase o mesmo preço", disse. Para o ministro, o que falta é a Administração criar demanda para produtos ecologicamente corretos. "Havendo produção em larga escala os preços despencam", avalia.

 

O Programa A3P já conta com a adesão de 33 instituições federais e comprometimento de mais de 300 entidades estaduais e municipais e recebeu a adesão do TST durante o Fórum. Participam vários órgãos da administração pública, dos três poderes, além de representantes de governos estaduais e municipais.

 

Minc voltou a destacar o papel da educação ambiental, do consumo consciente e das práticas simples que aliadas ao exemplo da administração pública contribuem para a preservação de um meio ambiente saudável. "Menos consumo de energia significa menos hidrelétricas, menos problemas ambientais e menos termoelétricas que contribuem muito para a emissão de gases nocivos ao meio ambiente", lembrou.

 



Escrito por Marino às 16h20
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INCÊNDIOS: TODO CUIDADO É POUCO

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Tempo Seco, Tempo de Fogo

 

Em algumas regiões do país a temperatura está acima da média e a umidade relativa do ar muito baixa e se equipara àquelas registradas em desertos. É um inverno atípico, porém sabe-se que nesta época o clima seco predomina. Essa combinação de temperaturas altas e clima extremamente seco sempre conduz a incêndios que são implacáveis com a floresta e com todos os seres vivos que nela habitam.

 

O ser humano, muitas vezes de forma irracional, também contribui para o agravamento da situação com a utilização de queimadas que geralmente saem do controle atingindo áreas de relevante importância ambiental.

 

Agora mesmo vários parques nacionais estão ardendo em todo o Brasil. As causas derivam da irresponsabilidade de proprietários de áreas lindeiras que ateiam fogo no campo para a preparação de novo plantio ou mesmo de pessoas desavisadas que jogam lixo e bituca de cigarros. O sol forte faz da fagulha uma labareda quase sempre incontrolável e conduzida ao sabor dos ventos.

 

Fico preocupado com as unidades de conservação paranaenses. Vítima de incêndios, em sua maioria, criminosos, o Parque Nacional de Ilha Grande é notícia praticamente certa. Por isso, há um alerta geral de toda a equipe do parque e dos brigadistas escalados para o eventual combate ao fogo.

 

No entanto, estar atento e dispor de pessoal treinado para o combate iminente não basta, é necessária uma nova cultura de toda a população para a preservação desses importantes espaços de resistência da vida ainda encontrados na Natureza. Combinar uma boa educação ambiental com ações de proteção ambiental sempre é um bom caminho. Marino Elígio Gonçalves.



Escrito por Marino às 10h00
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BOA NOTÍCIA

ecodebate

Descoberta nova espécie de mero.

Ecodebate, 28/08/2008

Estudos de DNA realizados pela parceria entre o Projeto “Meros do Brasil” e Universidade do Havaí revelam nova espécie de peixe Mero.

As manchetes científicas internacionais da semana divulgaram que. pesquisadores da Universidade do Havaí, Wildlife Conservation Society, Smithsonian tropical Research Institute, National Marine Fisheries Service e do Projeto Meros do Brasil, patrocinado pela Petrobras , descobriram uma nova espécie de peixe - um Mero que atinge mais de 2 metros de comprimento que pesa cerca de 400 quilos e habita recifes tropicais do Oceano Pacífico da América Central.

 



Escrito por Marino às 19h02
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SUPERINTENDENTE DO IBAMA/PR VISITA MARINGÁ

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Superintendente do Ibama no Paraná vem à Maringá

 

José Álvaro Carneiro, o novo Superintendente do Ibama no estado do Paraná, estará nesta quarta e quinta-feira (27 e 28) em Maringá. A visita tem por objetivos conhecer o escritório local do órgão, visitar o Promotor de Justiça do Meio Ambiente e tratar de assuntos relativos ao aterro sanitário e os problemas ambientais verificados no Conjunto Tarumã 2. Na seqüência, irá para Paranavaí e Loanda, cidades que possuem Bases de Aqüicultura e Pesquisas – Bap´s. Nestas unidades o Ibama desenvolve pesquisas e produção de peixes nativos que são utilizados para o repovoamento de rios e desenvolvimento de Educação Ambiental.

 

Zé Álvaro, como é conhecido, faz o mesmo roteiro que fiz quando também assumi o mesmo cargo de superintendente. Para administrar, deve-se conhecer toda a estrutura que o órgão possui. Esse giro pela região será importante para que o novo Superintendente tenha contato com os servidores do órgão e com a realidade local. Se conseguir, iremos tomar um café juntos. Seja bem vindo. Marino Elígio Gonçalves.



Escrito por Marino às 16h09
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GUARDA NACIONAL AMBIENTAL E CORPO DE GUARDA-PARQUE

google/oglobo

DECRETO CRIA A GUARDA AMBIENTAL NACIONAL E CORPO DE GUARDA-PARQUES

 

LEIA A ÍNTEGRA DO DECRETO que instituiu, no âmbito dos Ministérios do Meio Ambiente e da Justiça, os Programas de Segurança Ambiental denominados Guarda Ambiental Nacional e Corpo de Guarda-Parques. Não deixa de ser um avanço e expressa a diretriz da transversalidade que ganha espaço cada vez mais nas ações governamentais e da sociedade. Marino Elígio Gonçalves.

 

PARTE 1

 

DECRETO No- 6.515, DE 22 DE JULHO DE 2008

Institui, no âmbito dos Ministérios do Meio Ambiente e da Justiça, os Programas de Segurança Ambiental denominados Guarda Ambiental Nacional e Corpo de Guarda-Parques, e dá outras providências.

 

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 27, incisos XIV e XV, da Lei no 10.683, de 28 de maio de 2003, no art. 10 do Decreto-Lei no 200, de 25 de fevereiro de 1967, e no art. 116 da Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993,

 

D E C R E T A :

 

Art. 1o Fica instituído, no âmbito dos Ministérios do Meio Ambiente e da Justiça, os Programas de Segurança Ambiental denominados Guarda Ambiental Nacional e Corpo de Guarda-Parques, com o objetivo de desenvolver ações de cooperação federativa na área ambiental.

§ 1o Para a execução dos Programas de que trata o caput, a União, por meio dos Ministérios do Meio Ambiente e da Justiça, celebrará convênios com os Estados e o Distrito Federal, inclusive com a previsão de repasse de recursos.

§ 2o Os Programas serão destinados, prioritariamente, para as atividades de prevenção e defesa contra crimes e infrações ambientais, bem como para a preservação do meio ambiente, da fauna e da flora, conforme previsto neste Decreto e no ato formal específico de adesão dos entes federativos interessados.

Art. 2o Os Programas de Segurança Ambiental previstos neste Decreto serão orientados pelos seguintes princípios e diretrizes:

I - cooperação ambiental;

II - solidariedade federativa;

III - planejamento e fiscalização do uso dos recursos ambientais;

IV - proteção de áreas ameaçadas de degradação e de espaços territoriais a serem protegidos e seus componentes;

V - prevenção contra crimes e infrações ambientais;

VI - emprego de técnicas adequadas à preservação ambiental; e

VII - qualificação especial para gestão de conflitos.

Art. 3o As ações do Programa Guarda Ambiental Nacional serão executadas por integrantes das unidades especializadas em policiamento ambiental dos entes federativos conveniados, cuja atuação será dirigida à proteção e ao apoio de atividades desenvolvidas por servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA ou do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - Instituto Chico Mendes, conforme regras específicas a serem estabelecidas nos convênios de que trata o art. 1o. Parágrafo único. O contingente mobilizável da Guarda Ambiental Nacional será composto por servidores que tenham recebido treinamento especial para atuação conjunta com integrantes das polícias federais e dos órgãos de segurança pública e de preservação do meio ambiente dos Estados e do Distrito Federal.

Art. 4o Caberá conjuntamente aos Ministros de Estado do Meio Ambiente e da Justiça determinar o emprego da Guarda Ambiental Nacional, bem como coordenar seu planejamento, preparo e mobilização, compreendendo, inclusive, a definição da estrutura de comando dos seus integrantes.

§ 1o O ato que determinar o emprego da Guarda Ambiental Nacional conterá:

I - delimitação da área de atuação e limitação do prazo nos quais suas atividades serão desempenhadas;

II - indicação das medidas de proteção ambiental a serem implementadas; e

III - as diretrizes que nortearão o desenvolvimento das operações.

§ 2o O emprego da Guarda Ambiental Nacional será episódico e planejado, segundo as condições estabelecidas neste Decreto e nos respectivos convênios.

§ 3o Antes de cada operação da Guarda Ambiental Nacional, o Ministro de Estado do Meio Ambiente deverá informar os Governadores dos Estados onde serão realizadas as operações.

§ 4o Por autorização do Ministro de Estado da Justiça, a Força Nacional de Segurança Pública poderá oferecer instalações, recursos de inteligência, transporte, logística, treinamento e sua tropa especializada de pronto emprego, de modo a contribuir com as atividades da Guarda Ambiental Nacional.

(...) 



Escrito por Marino às 21h10
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GUARDA NACIONAL AMBIENTAL E CORPO DE GUARDA-PARQUE

google/oglobo

DECRETO CRIA A GUARDA AMBIENTAL NACIONAL E CORPO DE GUARDA-PARQUES

 

LEIA A ÍNTEGRA DO DECRETO que instituiu, no âmbito dos Ministérios do Meio Ambiente e da Justiça, os Programas de Segurança Ambiental denominados Guarda Ambiental Nacional e Corpo de Guarda-Parques. Não deixa de ser um avanço e expressa a diretriz da transversalidade que ganha espaço cada vez mais nas ações governamentais e da sociedade. Marino Elígio Gonçalves.

 

PARTE 2 

 

(...)

 

Art. 5o O Programa Corpo de Guarda-Parques será formado por integrantes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, e seus Batalhões Florestais e Ambientais, cuja atuação será dirigida à proteção ambiental das unidades de conservação federais situadas no território do respectivo ente federativo.

§ 1o Caberá ao Corpo de Guarda-Parques:

I - prevenir, fiscalizar e combater incêndios florestais e queimadas no interior das unidades de conservação e em seu entorno imediato;

II - garantir a segurança dos visitantes e funcionários das unidades  de conservação;

III - empreender ações de busca e salvamento no interior das unidades de conservação;

IV - promover atividades de interpretação natural, cultural e histórica relacionadas com as unidades de conservação;

V - promover ações de caráter sócio-ambiental voltadas para as comunidades residentes na unidade de conservação e no seu entorno;

VI - prestar apoio operacional e de segurança aos servidores competentes para exercer o poder de polícia ambiental nas unidades de conservação federais; e

VII - zelar pelo patrimônio físico das unidades de conservação.

§ 2o O Corpo de Guarda-Parques disponível em cada unidade de conservação contribuirá para o funcionamento, em parceria com os servidores da área ambiental, de postos florestais de proteção ambiental nessas unidades.

Art. 6o Os servidores mobilizados para atuar de forma integrada nos Programas de Segurança Ambiental mencionados neste Decreto ficarão sob coordenação dos Ministérios do Meio Ambiente e da Justiça enquanto durar sua mobilização, mas continuam a integrar o quadro funcional de seus respectivos órgãos.

Art. 7o O Ministério do Meio Ambiente, consultados os entes federativos que aderirem aos Programas de Segurança Ambiental, elaborará proposta para a provisão de assistência médica e seguro de vida e de acidentes dos servidores mobilizados, quando vitimados em atuação efetiva em operações dos Programas.

Art. 8o Ao Ministério do Meio Ambiente caberá a coordenação geral dos Programas de que trata este Decreto, bem como:

I - realizar consultas a outros órgãos da administração pública federal, quando necessário, sobre aspectos pertinentes às atividades dos Programas de Segurança Ambiental;

II - solicitar apoio da administração dos Estados e do Distrito Federal às atividades dos Programas de Segurança Ambiental, respeitando-se a organização federativa;

III - providenciar a aquisição de bens e equipamentos necessários às atividades dos Programas de Segurança Ambiental e coordenar ações de apoio material e reaparelhamento destinadas aos órgãos ambientais dos Estados e do Distrito Federal;

IV - estabelecer as diretrizes e os critérios de seleção e treinamento dos servidores integrantes dos Programas de Segurança Ambiental;

V - coordenar o planejamento orçamentário geral e realizar a gestão financeira relativos à execução das atividades dos Programas de que trata este Decreto;

VI - estabelecer a interlocução com os Estados e o Distrito Federal, bem assim com seus órgãos ambientais e demais órgãos do Governo Federal, para a disponibilização de recursos humanos, materiais e financeiros necessários ao funcionamento dos Programas de Segurança Ambiental; e

VII - definir, de acordo com a legislação aplicável, os sinais exteriores de identificação e o uniforme dos servidores mobilizados para atuar nas operações dos Programas de Segurança Ambiental.

Art. 9o Os servidores dos Estados e do Distrito Federal mobilizados para atuar nos programas mencionados neste Decreto serão designados pelos seus respectivos Governadores.

Parágrafo único. Caso algum servidor público federal mobilizado venha a responder a inquérito policial ou a processo judicial por sua atuação efetiva em operações dos Programas de Segurança Ambiental, poderá ser ele representado judicialmente pela Advocacia-Geral da União, nos termos do art. 22 da Lei no 9.028, de 12 de abril de 1995.

Art. 10. As despesas com a execução das atividades dos Programas de Segurança Ambiental e suas respectivas ações correrão à conta das dotações orçamentárias consignadas anualmente nos orçamentos do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério da Justiça.

§ 1o Os Ministérios referidos no caput realizarão, no âmbito das suas respectivas competências, o planejamento orçamentário relativo à execução das atividades dos Programas de que trata este

Decreto, observado o disposto no inciso V do art. 8o.

§ 2o O Ministério do Meio Ambiente fornecerá os recursos materiais complementares necessários para fortalecer a atuação especifica na área ambiental dos órgãos que participarem dos Programas estabelecidos neste Decreto.

Art. 11. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 22 de julho de 2008; 187o da Independência e 120º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Tarso Genro

Carlos Minc

 



Escrito por Marino às 21h08
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BIOCOMBUSTÍVEIS A PARTIR DE ALGAS

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Estudo indica que algas podem ser o biocombustível do futuro

Por Henrique Cortez, Ecodebate, 21/08/2008

Algas são minúsculas fábricas biológicas, que usam a fotossíntese para transformar o dióxido de carbono e a luz solar em energia, de forma tão eficiente que podem duplicar o seu peso várias vezes ao dia.

Como parte do processo da fotossíntese algumas algas podem produzir óleos combustíveis, podendo produzir 15 vezes mais óleo por hectare do que outras plantas usadas para os biocombustíveis, como o milho e switchgrass. As algas podem crescer em água salgada, doce ou até mesmo em águas contaminadas, no mar ou em lagoas e em terras que não servem para a produção de alimentos.

Além destas vantagens, as algas - pelo menos em teoria - devem crescer ainda mais quando recebem “alimentação” extra de dióxido de carbono (o principal gás com efeito de estufa) e de materiais orgânicos, como esgoto. Se assim for, as algas poderiam produzir biocombustíveis enquanto realizam a “limpeza” de outros problemas.

“Temos que provar essas duas coisas para mostrar que realmente tornaram-se um almoço grátis”, diz Lisa Colosi, professora de engenharia civil e ambiental que faz parte de uma pesquisa interdisciplinar da Universidade de Virginia.

O interesse científico, em produzir combustíveis a partir de algas, começou em 1950, diz Colosi. A maior parte das pesquisas anteriores sobre algas biocombustíveis, disse ela, utilizaram algas de uma forma semelhante ao seu estado natural - essencialmente cresceram na água apenas com a ocorrência natural de dióxido de carbono e luz solar. Esta abordagem resultou em um nível bastante baixo rendimento de óleo - cerca de 1 % do peso das algas.

A nova pesquisa formula a hipótese de que a alimentação das algas com mais dióxido de carbono e mais material orgânico pode contribuir para melhorar o rendimento em produção de óleo em mais de 40%, em peso.

Provando que as algas podem prosperar, com um aumento de insumos, quer de dióxido de carbono ou de água sem tratamento de esgotos sólidos, criará um novo ramo de ecologia industrial, ajudando com o tratamento de águas residuais, ao mesmo tempo em que reduzem as emissões de dióxido de carbono.

“O principal princípio da ecologia industrial é o de tentar usar os nossos resíduos e produtos para produzir algo de valor”, disse Colosi.

O co-autor do estudo, Mark White, professor da McIntire School of Commerce, ajudará a equipe a quantificar os benefícios ambientais e econômicos das algas biocombustíveis em relação aos biocombustíveis à base de soja. O terceiro pesquisador, Andres Clarens, professor de engenharia civil e ambiental, desenvolverá a experiência de separar o óleo produzido pelas algas.

A equipe irá experimentar em pequena escala - alguns litros de alga de cada vez. Eles procuram métodos e modelos para otimizar a produção de óleo combustível através de uma abordagem pragmática de engenharia.

Algumas destas questões pragmáticas podem ter sido tratadas pelas diferentes empresas privadas, incluindo as gigantes da indústria petrolífera Chevron e Shell, que já estão pesquisando algas combustíveis, mas o desenvolvimento de uma nova pesquisa e um relatório científico sobre estes fundamentos será um grande benefício para os outros investigadores que procuram o desenvolvimento de algas biocombustíveis.

 



Escrito por Marino às 15h16
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ENERGIA NUCLEAR

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Multa de 22,5 milhões de euros por vazamento nuclear na Espanha.

Endesa e Iberdrola ocultaram vazamento radioativo nas instalações Ascó I, perto de Tarragona.

O vazamento radioativo na central nuclear de Ascó I, localizada no noroeste da catalunha, foi ocultada pelos responsáveis das instalações. Agora, o Conselho de Segurança Nuclear daquele país propõe multas pesadas.

O vazamento, ocorrido em 26 de Novembro de 2007, só foi descoberto em abril de 2008 e quase por mero acaso, quando um funcionário da central comentou o acidente com um inspetor de segurança que terminava a sua visita. Mas as investigações posteriores mostraram ter havido dispersão de partículas radioativas para o exterior da central, principalmente cobalto-60.

Fonte: EcoDebate

 

 



Escrito por Marino às 15h06
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL

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Salas Verdes: Espaço de articulação e transformação

 

Juliano Roberto da Silva Raramilho, Jornal Eletrônico da Rebia, 20/8/2008

 

Hoje elas já são 390, espalhadas por todo o país, funcionam em Prefeituras, ONGs, barcos, escolas. Promovem ações educativas, de formação de educadores, fazem articulações com as estruturas já existentes relacionadas a Educação Ambiental em todo o país.

 

Estamos falando das Salas Verdes, coordenado pelo Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (DEA/MMA) consiste no incentivo à implantação de espaços socioambientais para atuarem como potenciais Centros de informação e Formação ambiental. A dimensão básica de qualquer Sala Verde é a disponibilização e democratização da informação ambiental e a busca por maximizar as possibilidades dos materiais distribuídos, colaborando para a construção de um espaço, que além do acesso à informação, ofereça a possibilidade de reflexão e construção do pensamento/ação ambiental.

 

Sala Verde é um espaço definido, vinculado a uma instituição pública ou privada, que poderá se dedicar a projetos, ações e programas educacionais voltados à questão ambiental. Deve cumprir um papel dinamizador, numa perspectiva articuladora e integradora, viabilizando iniciativas que propiciem uma efetiva participação dos diversos segmentos da sociedade na gestão ambiental, seguindo uma pauta de atuação permeada por ações educacionais, que caminhem em direção à sustentabilidade.

 

São estruturas que fazem e procuram cada vez mais, promover o diálogo entre os coletivos educadores, com a promoção da Agenda 21, na articulação com as Conferências Infanto-Juvenil, propostas de resgate histórico-cultural e ambiental, dentre outras.

 

Essas Salas promovem a sinergia e potencializam os espaços propícios para a Educação Ambiental nas instituições que são proponentes delas. Além disso, buscam também a multiplicação de parcerias promovendo o acesso, debate, reflexão e ações práticas em Educação Ambiental.

 

A Sala Verde não é apenas uma biblioteca ambiental, é muito mais que isso, é uma estrutura que de acordo com algumas experiências nos mostra a capacidade de articulação e de transformação.

 

Mas num projeto grande como esse não é fácil o contato com todo ao mesmo tempo e no momento que é necessário. Para tanto os membros participantes do projeto promovem a interação entre as Salas e com a coordenação em Brasília, através de duas principais ferramentas de comunicação:

 

1- Lista de Comunicação no Yahoo Grupos. Dessa maneira em rede os membros cadastrados (e isso esta aberto para quem não participa do projeto também) podem ficar informados sobre o que está acontecendo no projeto e também colocar alguns questionamentos na "roda" para a discussão e debate. Para entrar nesse grupo envie um e-mail para projetosalaverde-subscribe@yahoogrupos.com.br

 

2- O Blog é a outra ferramenta de comunicação criada para agilizar o contato de experiência das Salas de todo o país. E além, proporcionar o contato com informações e oportunidades na área ambiental e da Educação Ambiental. No endereço www.salasverdes.blogspot.com é possível ter uma visão do que as

Salas Verdes estão desenvolvendo.

 

E claro, nem tudo acontece de forma virtual. Encontros presenciais foram realizados como a Oficina de Coletivos Educadores e Salas Verdes e que aconteceram em todos os Estados. Outros encontros específicos também ocorreram como é o caso de São Paulo, Rio Grande do Sul e recentemente do Paraná.

 

É um projeto que como falamos tem seu surgimento a partir de proposta governamental do Ministério do Meio Ambiente, mas que ao poucos vem trazendo resultados grandiosos no que diz respeito ao envolvimento, a articulação, especialmente no local, onde as coisas acontecem, onde as pessoas precisam de informação, de formação e de motivação para a participação. Aqui nesse breve texto, não citamos nenhuma sala, pessoa ou experiência, pois seriamos injustos e a proposta é instigá-los a conhecer nossos canais de comunicação que já citamos e se não ficou satisfeito acesse ainda www.salaverde.cjb.net.

 

 



Escrito por Marino às 18h31
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BOA NOTÍCIA

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Itaipu vai iniciar produção experimental de hidrogênio

Norberto Staviski, Gazeta Mercantil, 18/08/2008.

Num projeto em que será aproveitada parte da energia vertida turbinável, ou seja, o excedente de água que não pode ser armazenado no reservatório por ele estar em sua capacidade máxima, a Itaipu Binacional entregou, na sexta-feira, oficialmente aos diretores do Laboratório de Hidrogênio da Unicamp, em Campinas (SP), o seu projeto executivo para a construção da Unidade Experimental de Produção de Hidrogênio. A previsão é de que a unidade esteja em operação em Foz do Iguaçu ainda em 2009, segundo o presidente da Itaipu Binacional, Jorge Miguel Samek.

A construção desse laboratório é parte integrante do projeto de parceria entre a Unicamp e a usina denominada “Assessoria Técnica e Científica para a Implementação do Programa de Hidrogênio em Itaipu”, desenvolvida pelo Laboratório de Hidrogênio do Instituto de Física da universidade de Campinas, e que tem como objetivo inserir Itaipu no contexto da economia do hidrogênio, possibilitando que a empresa possa realizar novos projetos na área, incluindo a demonstração de veículos elétricos híbridos com células a combustível.

O laboratório terá quase 600 metros quadrados e será equipado de forma a produzir hidrogênio pelo processo de eletrólise da água (dissociação da água através de energia elétrica) para as atividades futuras, que vão do treinamento de pessoal que trabalhará na área até a análise do gás produzido e destinado ao posto de abastecimento para o futuro microônibus a hidrogênio e células a combustível.

De acordo com o presidente da Itaipu, “há muitos períodos do ano em que a usina tem de abrir as comportas do seu vertedouro para liberar o excesso de água e, com a produção de hidrogênio, essa água poderá ser aproveitada, principalmente no período noturno, quando o consumo de energia elétrica do País cai drasticamente, já que todo o hidrogênio produzido poderá ser armazenado”.

A nova opção deverá abrir também uma série de novos negócios para a empresa e trazer um melhor aproveitamento de todo o seu potencial energético. Além disso, o projeto em andamento tem uma importante componente de formação de pessoal qualificado na área, já tendo contemplado dois alunos de mestrado do Paraguai, e outros dois técnicos brasileiros que iniciaram suas atividades na Itaipu em 2008.

O coordenador pela Unicamp, professor e físico Ennio Peres da Silva, entregou a planta para construção da Usina Experimental de Produção de Hidrogênio ao gerente do Departamento de Obras e Manutenção, Andreas Arion, e ao engenheiro eletricista Marcelo Miguel, ambos da Itaipu Binacional, segundo texto da “Agência Brasil”. Miguel disse que ainda falta definir como serão as parcerias com as montadoras instaladas no Brasil para fabricação dos modelos de veículos movidos a hidrogênio que servirão para os ensaios tecnológicos.

“Esse é o combustível do futuro”, disse Miguel. Por não ser poluente, observou, o hidrogênio poderá ajudar a preservar a natureza e, mesmo que não venha a substituir plenamente as de mais opções de combustível, poderá em boa parte ser adotado no mercado de veículos flex.

 



Escrito por Marino às 18h22
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SEMANA MUNDIAL DA ÁGUA

 

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Semana Mundial da Água, em Estocolmo, reúne 2,5 mil especialistas para discutir o futuro da água.

Henrique Cortez, EcoDebate, 19/08/2008.

Nesta segunda, 18/8, iniciou-se uma semana de conferências sobre o impacto da falta de recursos hídricos em todo o mundo, com preocupações centradas em mudanças radicais no comportamento, no que se refere ao uso sustentável da água. A World Water Week é realizada desde 1991 e esta edição ocorre em Estocolmo. O encontro de 2008 é intitulado “Progressos e perspectivas sobre a Água: Para um Mundo limpo e saudável“.

“Nós tivemos um luxuoso estilo de vida durante os últimos 25 anos, e não nos preocupamos de cuidar do meio ambiente. É necessário mudar a forma de consumir, comprar, comer”, disse o professor britânico John Anthony Allan, vencedor do Prêmio da Água 2008 Estocolmo .

Esta edição da World Water Week centra-se, este ano, sobre a forma como falta de abastecimento de água gera impactos no saneamento e na higiene.

Quase metade da população do mundo carece de boas instalações sanitárias, uma situação que pode ter consequências na saúde pública e que coloca um enorme desafio para ser resolvido, uma vez que a água é cada vez mais um recurso escasso.

As mudanças climáticas, o crescimento da população mundial e o rápido desenvolvimento econômico da Ásia e de África são fatores que influenciam os debates mundiais sobre o abastecimento de água.

“É importante aumentar a sensibilização dos formuladores de políticas públicas sobre esta questão”, declarou o coordenador da Semana Mundial da Água Anders Berntell, referindo-se a urgente necessidade de melhorar o saneamento básico em todo o mundo.

Vinte por cento da população do planeta enfrenta escassez crônica de água, um número que deve chegar a 30% em 2025, de acordo com a declaração da Organização das Nações Unidas, para 2008, Ano Internacional do Saneamento.

“Saneamento é um dos maiores escândalos de todos os tempos. É algo que temos de colocar na nossa tela de radar”, insistiu Príncipe Willem-Alexander da Holanda, que dirige o Secretariado Geral da Junta Consultiva sobre Água e Saneamento.

Ele disse que “7,5 mil pessoas morrem todos os dias devido à falta de saneamento básico”, salientando que “a situação é a mesma que há sete anos atrás.”

“Cinco mil crianças morrem por dia de diarréia, devido à falta de higiene e de saneamento básico e ninguém realmente se preocupa com isto”, disse Blenckner, sublinhando que motivar os formuladores das políticas públicas de saneamento é uma prioridade do encontro.

Outro tema a ser discutido será o impacto que as atividades da humanidade tem sobre o ambiente.

“Temos de entender que aquilo que comemos e os produtos que compramos têm uma incidência imediata na disponibilidade de recursos hídricos do mundo”, disse Blenckner.

Os recursos naturais do planeta estão sob pressão crescente e os esforços para combater a pobreza resultaram em aumento da procura de bens, alimentos e serviços, que também colocam uma pressão sobre a gestão dos resíduos.

Como resultado, os debates do encontro focarão a forma como saneamento, abastecimento de água, a gestão dos ecossistemas e o desenvolvimento econômico, podem ser coordenados.

Nesta terça-feira, os delegados vão dedicar suas atenções para a Ásia, que representa 60% da população do mundo, e cujo rápido desenvolvimento econômico está iniciando grandes impactos sobre os recursos hídricos.

A quantidade de água disponível por pessoa, na Ásia hoje, representa cerca de 15 a 30% do que estava disponível na década de 1950.

Soluções concretas serão discutidas durante a semana, bem como a forma como o comportamento humano pode ser alterado para melhorar a situação.

 



Escrito por Marino às 18h16
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