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FELIZ ANO NOVO

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Desejo a todos e todas um Feliz Ano Novo. Que 2009 seja um bom vendaval na vida de cada um e cada uma. Para celebrar esse momento segue linda reflexão de Leonardo Boff que me foi enviada pelo amigo Pedro Ivo.

Oficialmente velho

Neste mês de dezembro completo 70 anos. Pelas condições brasileiras, me torno oficialmente velho. Isso não significa que estou próximo da morte, porque esta pode ocorrer já no primeiro momento da vida. Mas é uma outra etapa da vida, a derradeira.

Esta possui uma dimensão biológica, pois irrefreavelmente o capital vital se esgota, nos debilitamos, perdemos o vigor dos sentidos e nos despedimos lentamente de todas as coisas. De fato, ficamos mais esquecidos, quem sabe, impacientes e sensíveis a gestos de bondade que  nos levam facilmente às lágrimas. Mas há um outro lado, mais instigante. A velhice é a última etapa do crescimento humano. Nós nascemos inteiros. Mas nunca estamos prontos. Temos que completar nosso nascimento ao construir a existência, ao abrir caminhos, ao superar dificuldades e ao moldar o nosso destino. Estamos sempre em gênese. Começamos a nascer, vamos nascendo em prestações ao longo da vida até acabar de nascer. Então entramos no silêncio. E morremos.

A velhice é a última chance que a vida nos oferece para acabar de crescer, madurar e finalmente terminar de nascer. Neste contexto, é iluminadora a palavra de São Paulo: "na medida em que definha o homem exterior, nesta mesma medida rejuvenece o homem interior"(2Cor 4,16). A velhice é uma exigência do homem interior. Que é o homem interior? É o nosso eu profundo, o nosso modo singular de ser e de agir, a nossa marca registrada, a nossa identidade mais radical. Esta identidade devemos encará-la face a face.

Ela é pessoalíssima e se esconde atrás de muitas máscaras que a vida nos impõe. Pois a vida é um teatro no qual  desempenhamos muitos papéis. Eu, por exemplo, fui franciscano, padre, agora leigo, teólogo, filósofo, professor, conferencista, escritor, editor, redator de algumas revistas, inquirido pelas autoridades doutrinais do Vaticano, submetido ao "silêncio obsequioso" e outros papéis mais. Mas há um momento em que tudo isso é relativizado e vira pura palha. Então deixamos o palco, tiramos as máscaras e nos perguntamos: Afinal, quem sou eu? Que sonhos me movem? Que anjos que habitam? Que demônios me atormentam? Qual é o meu lugar no desígnio do Mistério? Na medida em que tentamos, com temor e tremor, responder a estas indagações vem à lume o homem interior. A resposta nunca é conclusiva; perde-se para dentro do Inefável.

Este é o desafio para a etapa da velhice. Então nos damos conta de que precisaríamos muitos anos de velhice para encontrar a palavra essencial que nos defina. Surpresos, descobrimos que não vivemos porque simplesmente não morremos, mas vivemos para pensar, meditar, rasgar novos horizontes e criar sentidos de vida. Especialmente para tentar fazer uma síntese final, integrando as sombras, realimentando os sonhos que nos sustentaram por toda uma vida, reconciliando-nos com os fracassos e buscando sabedoria. É ilusão pensar que esta vem com a velhice. Ela vem do espírito com o qual vivenciamos a velhice como a etapa final do crescimento e de nosso verdadeiro Natal.

Por fim, importa preparar o grande Encontro. A vida não é estruturada para terminar na morte mas para se transfigurar através da morte. Morremos para viver mais e melhor, para mergulhar na eternidade e encontrar a Última Realidade, feita de amor e de misericórdia. Ai saberemos finalmente quem somos e qual é o nosso verdadeiro nome.

Nutro o mesmo sentimento que o sábio do Antigo Testamento: "contemplo os dias passados e tenho os olhos voltados para a eternidade".

Por fim, alimento dois sonhos, sonhos de um jovem ancião: o primeiro é escrever um livro só para Deus, se possível com o próprio sangue; e o segundo, impossível, mas bem expresso por Herzer, menina de rua e poetisa:"eu só queria nascer de novo, para me ensinar a viver". Mas como isso é irrealizável, só me resta aprender na escola de Deus. Parafraseando Camões, completo: mais vivera se não fora, para tão longo ideal, tão curta a vida.

Leonardo Boff, Escritor e Teólogo

 

 



Escrito por Marino às 16h27
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EMPRESA NOVA NO PEDAÇO: CONHEÇO O PESSOAL

 

 



Escrito por Marino às 17h41
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PROCURADORIA FEDERAL ESPECIALIZADA NO IBAMA 

Jefferson Rudy/MMA: Rômulo, Andréa, Minc e Roberto

 

Procuradoria Federal inaugura novas instalações no Ibama

Ascom/Ibama, 17/12/2008

A Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama e ao Instituto Chico Mendes teve suas novas instalações inauguradas na manhã de hoje. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, o procurador-geral federal Marcelo Siqueira Freitas, os presidentes do Ibama, Roberto Messias Franco, e o do ICMBio, Rômulo Mello, participaram da cerimônia.

Na entrada da unidade da PFE, no prédio da sede do Ibama, foi instalada ainda Galeria de Fotos de todos os procuradores do instituto: Celis Pereira Pinto, Vicente Gomes da Silva, Francisco Ubiracy Craveiro Araújo e Sebastião Azevedo.  Segundo a procuradora-chefe da PFE junto ao Ibama e ao ICMBio, Andréa Vulcanis, a galeria é uma homenagem a homens que abandonaram família e interesses particulares em favor da causa ambiental.

A procuradora Andréa Vulcanis comentou que ao assumir o cargo recebeu várias reclamações sobre a falta de procuradores e as instalações deficitárias para desenvolver o trabalho. Em relação à formação da equipe, Andréa informou que esta Procuradoria Especializada está muito próxima do número ideal de procuradores para atender aos dois institutos. "A equipe é coesa e extremamente qualificada", elogiou a procuradora.

Agora, as instalações também estão em nível adequado. A estruturação da Procuradoria, na avaliação de Andréa, permitirá resultados ainda mais positivos em favor do meio ambiente, a exemplo do recentemente obtido com o ajuizamento de 80 ações civis públicas contra os maiores desmatadores da Amazônia.

Logo após a inauguração, a procuradora-chefe Andréa Vulcanis lançou o livro de sua autoria intitulado "Instrumentos de promoção ambiental e o dever de indenizar atribuído ao Estado". 

Quem visitar as novas dependências irá deparar-se com uma placa de apresentação que revela o espírito do trabalho da Procuradoria. O texto diz o seguinte: "Esta Procuradoria Federal Especializada tem como missão ajudar o Brasil a se tornar um Estado Democrático do Direito Ambiental."



Escrito por Marino às 17h30
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INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

ICMBio

 

 

Instituto Chico Mendes planeja a instalação de onze coordenações regionais

Ascom/MMA, 18/12/2008

Um ano e meio depois de criado, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade vai ganhar 11 coordenações regionais em todo o País. Hoje às 14 horas, na Sala Multimídia do MMA, o ministro Carlos Minc reúne-se com o presidente do ICMBio para definir a estruturação da presença do órgão sediado em Brasília, nos estados. Trata-se de passo fundamental para a instituição, cujo desafio maior é a regulamentação fundiária de parte das Unidades de Conservação. É ele também que propõe a criação de áreas de proteção ambiental, administrando um total de 299 UCs.


É o Instituto Chico Mendes que monitora o uso público e a exploração econômica dos recursos naurais nas unidades de conservação de uso sustentável, obedecidas as exigências legais.

O instituto deve ainda contribuir para a recuperação de áreas degradadas em unidades de conservação, podendo inclusive fiscalizar e aplicar penalidades administrativas ambientais ou compensatórias aos responsáveis pelo não-cumprimento das medidas necessárias à preservação ou correção da degradação ambiental.



Escrito por Marino às 16h50
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DESMATAMENTO DA MATA ATLÂNTICA: ATÉ QUANDO?

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Pesquisa aponta crescimento do desmatamento de Mata Atlântica em regiões metropolitanas

Vinicius Konchinski, Agência Brasil, 18/12/2008

Três das maiores regiões metropolitanas do país perderam 793 hectares de Mata Atlântica nos últimos três anos. De acordo com um estudo divulgado ontem (17) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Fundação SOS Mata Atlântica, São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória desmataram o equivalente a 990 campos de futebol iguais ao do Maracanã de 2005 e 2008.

Ainda segundo o levantamento, a área é 247% maior do que a desmatada nas três regiões entre 2000 e 2005, quando perderam 228 hectares de mata nativa.

O estudo revela que São Paulo foi a região que mais desmatou e também aumentou o desmatamento. Nos últimos três anos, foram 437 hectares de Mata Atlântica derrubada - área quase nove meses maior do que a desmatada entre 2000 e 2005, quando foram destridas, ao todo, 48 hectares de mata nativa.

Desse total, 201 hectares foram derrubados para a construção do complexo viário do Rodoanel, que interligará algumas das principais rodovias que chegam à capital paulista.

Rio de Janeiro, com 205 hectares, foi a vice-campeã em desmatamento. Entre 2000 e 2005 haviam sido desmatados 94 hectares, ou seja, menos da metade do verificado no último levantamento.

A a região de Vitória apresentou os melhores resultados, apesar de também ter aumentado a quantidade de área derrubada. De acordo com a pesquisa, em três anos, foram 150 hectares, contra os 86 hectares dos cinco anos anteriores.

 



Escrito por Marino às 16h35
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 COP 14, Cúpula de Poznan, termina sem avanços e com conflito entre pobres e ricos.

EcoDebate

Todos concordam em  reduzir emissões. A questão é: como?  

Matéria da Agência Deutsche Welle, DW-WORLD.DE, 13/12/2008

Após 12 dias de negociações, nações ricas são criticadas por emergentes e países em desenvolvimento por não aceitarem ampliar o financiamento do Fundo de Adaptação para combater as conseqüências do aquecimento global.

A conferência mundial sobre mudanças climáticas das Nações Unidas chegou ao fim neste sábado (13/12) em Poznan, na Polônia, com um conflito entre países ricos e nações em desenvolvimento.

A União Européia e outros Estados desenvolvidos se negaram a aceitar uma exigência destes últimos de que fosse imposta uma taxa de 2% sobre todas as transações no mercado de emissões de carbono, a fim de ampliar o fundo de ajuda aos mais pobres.

Por mais que tenham finalmente liberado 60 milhões de dólares para o Fundo de Adaptação, destinado a ajudar países em desenvolvimento e emergentes a lidar com as conseqüências da mudança climática, a União Européia admitiu que seriam necessários bilhões para dar conta da tarefa.

Mesmo assim, os países industrializados disseram que é cedo demais para a sugestão, o que gerou fortes críticas. A Índia acusou as nações ricas de "crueldade, estrategismo e ofuscação", lembrando que as vítimas das mudanças climáticas são freqüentemente os mais pobres.

Para o representante indiano, Prodipto Ghosh, milhões de pessoas sofrem pois os países ricos não estão dispostos a ceder uma parte mínima de seus lucros com a venda de certificados de emissão. "Teremos que investir mais energia em diminuir o crescente fosso entre os dois lados", disse o representante do Gana. "É um fosso de visão, o que não é um bom sinal para o futuro."

Esperando Obama

A maratona de quase duas semanas de negociações resultou em pouco progresso nas principais questões, entre elas a redução das emissões de gases-estufa, devido principalmente ao fato de muitos países estarem aguardando até que Barack Obama assuma o governo dos Estados Unidos em 20 de janeiro próximo.

Além disso, a linguagem emocional na sessão de encerramento fez com que a tentativa de redigir uma declaração conjunta falhasse, com muitos representantes ressaltando a dificuldade de se levar adiante a luta contra o aquecimento global em época de crise econômica - tema abordado por diversos palestrantes.

Depois de Kyoto

De modo que não foram definidas metas claras de redução das emissões, nem houve progressos na luta contra o desmatamento florestal. Mesmo assim, os representantes de 189 países aprovaram um plano de ação que define os rumos de negociações até a cúpula de Copenhague em dezembro do ano que vem e confirma o ano de 2009 como prazo para que estas se encerrem.

Os países industrializados cederam também à pressão dos emergentes ao aceitar que o acesso às verbas do fundo de  ajuda seja facilitado, sem que nações pobres tenham que passar por longos e burocráticos processos.

A decisão coloca agora os países emergentes sob pressão para que concordem em reduzir suas emissões. O objetivo é que se aprove em Copenhague um tratado global em substituição do Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.



Escrito por Marino às 18h05
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