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BANCADA PELA VIDA 1 x 0 BANCADA RURALISTA

 

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Defensores da Legislação Ambiental derrotam manobra dos ruralistas
 
Terrazul/Pedro Ivo Batista

No dia 29/04/2009, em Audiência Pública, no Senadora Federal, os representantes dos ruralistas e do agronegócio tiveram uma retubante derrota.
 
A Senadora Kátia Abreu (DEM-To) aprovou em 11 comissões do Senado um requerimento para apresentar estudo pseudo-científico dos Srs. Evaristo Miranda e Gustavo Ribas que, dentre outras perolas, afirma que não há mais terras para agricultura em função da legislação ambiental, particulamente por causa do Código Florestal.
 
O objetivo da manobra era realizar uma Audiência Pública para conseguir o apoio do Senado Federal para o Código Ambiental de Santa Catarina, convencer os Senadores que o Código Florestal é ultrapassado e aprovar a criação de uma Comissão Especial para elaborar um Projeto de Código Ambiental Nacional.
 
Os debatedores Heman Benjamim, Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Tasso Resende (Ministério do Meio Ambiente), Beto Ricardo (Instituto Socioambiental-ISA), Adalberto Veríssimo (Imazon) e Márcio Meira (Presidente da FUNAI), mostraram que a legislação ambiental é atual e que também são necessários recuperar 50 milhões de hectares de terras degradas, frutos da ação de um modelo de desenvolvimento insustentável.
 
No decorrer do debate, a maioria dos Senadores recriminou a aprovação do Código Ambiental de Santa Catarina por sua inconstitucionalidade, bem como, afirmou a necessidade de aplicar as leis ambientais brasileiras.
 
Sem forças para sustentar seus argumentos, a bancada ruralista não teve o apoio necesserário para aprovar a comissão para elaborar o Projeto de Código Ambiental, vendo assim sua manobra no mínimo adiada.
 
Cabe aos movimentos ambientalistas e socioambientalistas, juntamente com os parlamentares comprometidos com o desenvolvimento sustentável, intesificarem a mobilização para defender o meio ambiente e o desenvolvimento com sustetabilidade.



Escrito por Marino às 18h25
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DIA DO TRABALHADOR

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Dia do Trabalhador e o meio ambiente do trabalho

Marino Elígio Gonçalves

O dia 1º de maio marca importante acontecimento que mudou a vida dos trabalhadores no mundo. No dia 1º de maio de 1886, em Chicago-EUA, milhares de trabalhadores cruzaram os braços contra as desumanas condições de trabalho e excessiva carga horária (13 horas/dia). O movimento foi repreendido violentamente pela polícia. Muitos trabalhadores foram mortos. Em 1889, a Central Sindical Segunda Internacional, em Paris, França, instituiu o dia como o de luta por melhores condições de trabalho e redução da jornada para 8 horas. O Parlamente francês, em 1919, recepcionou o pleito e, além da redução da jornada para 8 horas, também aprovou o dia 1º de maio como feriado nacional. O exemplo francês se disseminou pelo mundo. No Brasil é feriado desde 1925.

O ponto a destacar é a luta por melhores condições de trabalho. Não se trata apenas de lutar por salários dignos ou por uma jornada menos extenuante. As condições de trabalho englobam o ambiente laboral. Se debilitado, favorece a ocorrência de acidentes ou de enfermidades que minam a resistência do trabalhador. Caso sua força de trabalho venha a se deteriorar, certamente, não terá condições de sobreviver minimamente com dignidade.

A Constituição Federal de 1988 (art. 1º) traz os fundamentos da República brasileira, com destaque ao da dignidade da pessoa humana. O art. 170, determina que a ordem econômica deve vir fundada na valorização do trabalho humano e no princípio da defesa do meio ambiente.O art. 225 impõe a garantia a todos os brasileiros o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, sendo essencial à sadia qualidade de vida. No âmbito do trabalho, determina o controle da produção, da comercialização e do emprego de técnicas, métodos e substâncias que comportem riscos para a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente.

A conjugação de tudo isso pode ser resumido no direito que o trabalhador possui de ter um ambiente de trabalho que seja seguro, saudável e adequado para o desenvolvimento de suas atividades, de modo a propiciar melhor qualidade de vida.

Esse direito não pode mais ser ignorado por boa parte dos empregadores, nem mesmo ser relativizado pelos trabalhadores e por suas organizações sindicais que têm o dever de colocar na pauta de negociações o item de melhoria das condições de trabalho.

 



Escrito por Marino às 17h33
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BOA NOTÍCIA

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Tilápia pode ser sentinela no monitoramento ambiental

EcoDebate, 29/04/2009

Peixe de fácil adaptação, inclusive a ambientes contaminados, e já encontrado em todo o mundo, a tilápia (Oreochromis niloticus) tem potencial para integrar sistemas de biomonitoramento, que permitirão, por exemplo, conhecer a qualidade da água de um rio. É o que indica uma dissertação de mestrado recém-defendida na Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fiocruz. A autora, a veterinária Ana Luiza Michel Cavalcante, fez experimentos com 73 tilápias expostas ao chumbo e confirmou que alguns componentes do sangue dos peixes aumentavam ou diminuíam em função da presença do metal no organismo. Esses resultados sustentam a tese de que as tilápias podem servir como espécies sentinelas, pois, quando expostas a um contaminante, o organismo delas sofre alterações que podem ser medidas.



Escrito por Marino às 17h00
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ARTIGO

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Um olhar para o Meio Ambiente de Maringá

Marino Elígio Gonçalves, 24/04/2009

Não importa quem, se residente ou apenas visitante, a admiração com o verde de Maringá é inevitável. O nosso meio ambiente sempre foi causa de orgulho. Mas, num rápido olhar se percebe o descaso como vem sendo tratado pela atual administração.

Com a realização do 1.º Fórum Ambiental de Maringá, em 2001, foi possível derrubar o falso marketing ambiental que o meio ambiente local era sustentado. Os problemas ambientais foram tornados públicos e diante deles se chegou a conclusão de que era necessário transformar a concepção ambiental da cidade: educar, proteger e agir de forma preventiva na defesa do patrimônio ambiental.

Era de se supor que medidas nessa direção fossem implantadas, no entanto, não é isso o que se vê na atualidade. A Secretaria do Meio Ambiente foi esvaziada, não possui apoio técnico, administrativo e, muito menos, político para agir adequadamente.

Não houve valorização dos servidores da Secretaria, desarticulou-se a equipe de Fundos de Vale, cedeu-se a interesses econômicos, sobretudo, com a derrubada de inúmeras árvores, geralmente localizadas defronte de lojas comerciais e abandonou-se importantes áreas de preservação como o Horto Florestal, o Bosque 2 e o Parque do Ingá.

O Horto Florestal, embora particular, tal condição não retira a obrigação do município em zelar por sua preservação. O Bosque 2 continua desprovido de atenção diante das voçorocas que o consomem diariamente. E o Parque do Ingá se mostra doente diante de um perverso processo deliberado de sucateamento, cujo objetivo é o seu repasse para a iniciativa privada, desejo inconteste da atual administração.

O seu estado de abandono chegou a limites inaceitáveis. A fauna que ainda resiste livremente em seus domínios corre sério risco com doenças perigosas. Suspeita-se que a febre amarela seja a causa das mortes de 10 saguis e um macaco-prego. Se isso se confirmar, Maringá terá a mais cabal comprovação do descaso da atual gestão com o Parque, que deveria ser um espaço seguro de proteção da fauna e flora ali existentes.

É bom lembrar que atividades noturnas no Parque só serão possíveis se não existir animais soltos em seu interior. Os cativos estão sendo removidos para outros criadouros.

É bom a sociedade maringaense ficar atenta.

 

 

 



Escrito por Marino às 16h08
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PLANTIO DE PINUS: DEGRADAÇÃO HUMANA

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Fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego resgatam 21 trabalhadores no Paraná

MTE/Assessoria de Imprensa, 24/04/2009
Além das condições insalubres, eram efetuados descontos dos empregados com despesas de alimentação e combustível dos tratores e motosseras, sendo ainda obrigados a comprar os Equipamentos de Proteção Individual

Ação fiscal da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Paraná (SRTE/PR) resgatou 21 trabalhadores de condições degradantes de trabalho em zona rural do município de São João do Triunfo, na localidade de Vitirinópolis, a cerca de 110 km da capital. Eles foram encontrados no corte de pinus.

A ação, iniciada no dia 20, está andamento e conta com a participação do Grupo Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Segundo o coordenador da operação, Rui Alberto Ecke Tavares, o alojamento era totalmente irregular: instalações sanitárias precárias, com banheiro rústico e sem água; não havia local adequado para preparo das refeições e água potável para consumo; e não possuíam Equipamento de Proteção Individual (EPI).

“Além das péssimas condições, eram efetuados descontos dos empregados com despesas de alimentação e combustível dos tratores e motosseras, sendo obrigados a comprar os EPIs”, relatou.

O pagamento das verbas rescisórias, no valor total de R$ 52 mil, será feito entre hoje e amanhã. A maior parte dos trabalhadores foi encontrada sem registro em carteira.

Também participaram da fiscalização o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Batalhão de Policia Ambiental da Força Verde.

 



Escrito por Marino às 16h07
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DESCARTE DE PILHAS NO PARANÁ. DECISÃO É DO REQUIÃO

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Descarte de pilhas pode render multa    
     
Comerciantes e fabricantes de pilhas devem oferecer serviço de recolhimento e de reciclagem para fugir de punição
AEN, publicada em 11/02/2009

Um projeto de lei aprovado nesta semana na Assembleia Legislativa do Paraná - que agora segue para a sanção do governador Roberto Requião - proíbe o "descarte de pilhas, lâmpadas fluorescentes, baterias de telefone celular e demais artefatos que contenham mercúrio metálico em lixo doméstico ou comercial". O Projeto de Lei 206/88 é de autoria do deputado estadual Edgar Bueno, atual prefeito de Cascavel. Ele não foi localizado ontem na prefeitura para falar sobre o projeto. 
 
O texto determina que as empresas que vendem esses produtos devem oferecer serviço de recolhimento. Já os fabricantes e os representantes comerciais precisam adotar os mecanismos para reciclagem ou destinação final dos produtos descartados, sem danos ao meio ambiente. Quem não cumprir a lei no Paraná será multado em R$ 532,05, valor que será dobrado em caso de reincidência. O projeto não estipula como será feita a fiscalização do cumprimento das medidas.



Escrito por Marino às 09h59
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ARTIGO DE MARINA SILVA

 

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Motosserra na legislação

Marina Silva, 20/04/2009

 

Está acontecento no Brasil um grave retrocesso. Em 1988, a Constituição atingiu qualidade e modernidade ambiental inéditas, abrindo caminho para avanços importantes, muitos alcançados após processos demorados e difíceis. De uns tempos para cá -sobretudo desde o ano passado-, uma sequência de declarações de autoridades,desqualificando a legislação ambiental, abriu caminho para iniciativas que se avolumam e convergem para a clara intenção de desconstituir tais avanços, em nome de uma visão superada e imediatista de desenvolvimento.

 

Paradoxalmente, isso acontece no momento em que o mundo reconhece, em meio ao final de festa de um modelo consumista, poluidor e concentrador de riquezas, que a saída envolverá forte guinada para uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. E, justo quando poderíamos assumir liderança inconteste nesse rumo, mergulhamos no atraso. O mais recente desatino foi o cavalo-de-troia que o deputado José Guimarães, do PT, introduziu na medida provisória de criação do Fundo Soberano, dispensando licença ambiental para duplicação e recuperação de estradas. De uma estrada vicinal na Amazônia se poderá fazer uma BR sem nenhum crivo ambiental.

 

O endereço da emenda é o asfaltamento da BR-319, em meio a 400 quilômetros de mata preservada. É lamentável que tenha sido gestada no Ministério dos Transportes e encaminhada na Câmara com aval do líder do PT. Perdeu-se a noção do que significa um empreendimento desses na Amazônia, sem as devidas salvaguardas socioambientais, em termos de expansão da frente econômica predatória.

 

O imediatismo joga no lixo o esforço para estruturar o sistema de licenciamento dentro de uma visão de avaliação ambiental integrada que já apresenta bons resultados. A pressa em driblar o licenciamento é, de certa forma, ato falho, pois escancara que a situação justificaria fortes condicionantes ambientais ou até mesmo a negação da licença. Daí partiu-se para ganhar o jogo no tapetão.

 

Duas barreiras ainda se colocam diante dessa vergonha: o Senado e o veto do presidente Lula. Mas, para isso, é preciso sustentação da sociedade. No Acre de Chico Mendes os empates eram um ato de resistência no qual trabalhadores, mulheres e crianças se colocavam diante das árvores prestes a cair a golpes de motosserras, num movimento pacífico para levar à negociação. Agora o Brasil tem outras formas de empate, inclusive o eletrônico.

A hora é essa, porque parte do Congresso e do governo está com as motosserras ligadas, prestes a botar abaixo nossa legislação ambiental.

 

 



Escrito por Marino às 09h43
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OBRAS NO PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU

PNI

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Rodovia no Parque Nacional do Iguaçu será de concreto

Blog do Pegoraro, 17/04/2009

Os últimos 12 quilômetros da BR 469 – no interior do Parque Nacional do Iguaçu serão recuperados utilizando o whitetopping, a técnica que consiste na aplicação de uma camada de concreto sobre o asfalto antigo. A rodovia dá acesso às Cataratas do Iguaçu, seus atrativos e estruturas de serviços e por onde passa anualmente cerca de um milhão de visitantes.

A decisão foi acordada entre o DNIT (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodibversidade – ICMBio e a ABCP (Associação Brasileira de Cimentos Portland) em uma reunião realizada na terça-feira, 14, na sede do parque.
 
Na reunião o chefe do DNIT de Foz do Iguaçu, Vicente Veríssimo, informou que o projeto de recuperação dos 12 quilômetros, realizado pela empresa Engemin de Curitiba, já está na fase final. Os técnicos da empresa concluem em poucos dias os estudos da situação da rodovia. Logo após a conclusão dos estudos, confirma Veríssimo, será lançado o edital da obra com recursos provenientes do PAC (Programa de Acelereção do Crescimento). Ele calcula que o início da pavimentação seja no início de 2010 e a conclusão em sete meses.
Para o presidente do Escritório Regional Sul da ABCP, Carlos Roberto Giublin, a técnica de execução do whitetopping é exatamente igual a de qualquer pavimento de concreto, sema necessidade de retirar todo o pavimento existente, trazendo alguns benefícios como a durabilidade de 20 anos da obra.
 
Apelo ecológico - De acordo com o chefe da unidade, Jorge Pegoraro, a escolha da pavimentação considera que a técnica é a mais adequada em razão do concreto, em dias quentes, não esquentar como o asfalto evitando assim que animais não corram o risco de atropelamento ao tentarem se esquentar na pista de asfaltos nos dias frios. O mesmo tipo de pavimentação já foi utilizado no Parque Nacional de Aparados da Serra em um trecho de 10 quilômetros da SC-450 que corta a unidade. “A medida também obedece a uma portaria interministerial do Ministério do Meio Ambiente onde a pavimentação em áreas protegidas deve priorizar materiais menos poluentes e menos agressivos à natureza”, disse.


Escrito por Marino às 17h29
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BOA NOTÍCIA VINDA DOS EUA

 

AP: Classificação dos gases do efeito estufa como poluentes abre caminho para regulamentação pesada

Classificação dos gases do efeito estufa como poluentes abre caminho para regulamentação pesada

Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA decide que CO2 deve ser classificado como poluente

Associatded Press/Estadão, 20/04/2009

A Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos decidiu que o dióxido de carbono e cinco outros gases causadores do efeito estufa representam “perigo à saúde e ao bem-estar do público”, um enquadramento formal que abre caminho para a regulamentação das formas de poluição ligadas ao aquecimento global.

Essa regulamentação teria amplo impacto econômico e social, indo desde a exigência de automóveis mais eficientes à limitação das emissões de CO2 por indústrias e usinas termelétricas, o que poderia levar a uma mudança na matriz energética dos EUA.

A EPA anunciará o enquadramento oficialmente nesta sexta-feira, 17, abrindo um período de 60 dias para comentários antes de tornar a decisão oficial, disseram funcionários do Congresso que foram informados pela agência.

A EPA concluiu que a ciência por trás da alegação de que a poluição gerada pela humanidade está por trás do aquecimento global é “convincente e avassaladora”. A agência diz, ainda, que as emissões do escapamento de automóveis contribuem para a mudança climática.

A decisão da EPA foi provocada por uma decisão tomada há dois anos pela Suprema Corte, definindo que os gases do efeito estufa devem ser considerados poluentes para efeitos de legislação ambiental, e deveriam ser regulamentados pela agência, caso fossem considerados um risco á saúde pública e bem-estar.

O governo Bush recusou-se a agir com base na decisão da Justiça, alegando que a legislação sobre poluição atmosférica, a chamada Lei do Ar Puro, não era o instrumento adequado para combater o efeito estufa.

Embora o anúncio da EPA nesta sexta-feira indique que a agência não evitará usar a lei do Ar Puro contra as emissões de CO2, autoridades dizem que o órgão preferiria que a questão fosse tratada de forma mais ampla pelo Congresso.

O Congresso dos EUA estuda impor limites amplos às emissões de gases do efeito estufa pela economia americana, além de permitir que a indústria negocie direitos de emissão.



Escrito por Marino às 17h19
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ARTIGO DE WASHINGTON NOVAES

 

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Na contra-mão da história

Washington Novaes, Folha de São Paulo, 17/04/2009

“Desprezamos a conservação de recursos, queremos legislação que favoreça o desmatamento e a ocupação de áreas de preservação permanente. Damos prioridade a termoelétricas caras e poluidoras”

Está claramente configurado no Brasil um confronto que pode não apenas ser muito prejudicial neste momento, como inviabilizar a prazo maior o que poderia ser uma estratégia adequada para o País.

Por um dos ângulos, o conflito se evidencia no embate entre ruralistas (principalmente suas bancadas no Congresso e sua representação no Executivo) e ONGs que se opõem à modificação da legislação sobre reservas de vegetação em cada propriedade, assim como nas leis que protegem as áreas de preservação permanente (APPs).

Por um segundo ângulo, entre defensores de uma matriz energética que vai privilegiando usinas termoelétricas e nucleares e os que propõem uma matriz “limpa” e renovável, com ênfase em energias “alternativas”, além de programas de conservação e eficiência.

Um terceiro ângulo opõe defensores de projetos de desenvolvimento econômico acelerado - do qual o PAC seria um emblema, mas englobando a construção/asfaltamento de rodovias na Amazônia, a transposição de águas do Rio São Francisco, entre outros - aos propositores de um desenvolvimento mais sustentável, que não comprometa nem esgote recursos e serviços naturais.

Os que se alinham em defesa desta última posição costumam lembrar entrevista a este jornal (2/1) em que o ex-secretário-geral do Ministério do Meio Ambiente na gestão Marina Silva, João Paulo Capobianco, afirmou que “o governo Lula não tem visão ambiental estratégica”.

O embate está todos os dias nos jornais, com o atual ministro do Meio Ambiente ora de um lado, ora de outro. Como no episódio em que afirmou (Agência Brasil, 9/2) que os cortes que têm sido feitos no orçamento de sua pasta “podem afetar o combate ao desmatamento e o licenciamento de obras do PAC”.

Ou se situando do outro lado, ao apoiar a medida provisória que dá 30 anos para 140 mil produtores rurais recuperarem áreas desmatadas ou degradadas, inclusive comprando outras terras fora de suas propriedades (Estado, 2/4).

Uma situação delicada principalmente na Amazônia, onde, segundo o Imazon, os imóveis com cadastro validado pelo Incra são apenas 4% da área total do bioma e as propriedades privadas sem cadastro que as valide compõem 32% da área - as terras supostamente públicas simplesmente não são reguladas.

Mas as propostas de alteração do Código Florestal, apoiadas pelo ministro da Agricultura e pelas bancadas ruralistas, são de que a reserva legal em áreas de floresta primária na Amazônia baixe de 80% para 50%; defendem que as áreas às margens dos rios sejam consideradas parte da reserva legal; que seja permitido o uso pela agricultura de várzeas, topos de morros e encostas já desmatadas; que seja permitida recomposição de reservas obrigatórias com a compra de áreas em outras propriedades.

E não bastassem os conflitos amazônicos, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou uma redução de 30 metros para 5 metros nas áreas das margens de rios que não podem ser ocupadas, desmatadas ou degradadas - esquecendo-se da contribuição decisiva dessa ocupação irregular das antigas planícies naturais de inundação para os recentes desastres ambientais naquele Estado.

Para completar, o governo federal (inclusive o Ministério do Meio Ambiente) vem aí com um plano para o Vale do Araguaia, que privilegie a famigerada (e absurda, por várias razões) hidrovia, a implantação de grandes hidrelétricas em lugares inadequados e um desenvolvimento intensivo da agropecuária em região com outras vocações.

A radicalização ruralista não parece bem pensada, no momento em que mudanças climáticas e consumo de recursos naturais além da capacidade de reposição do planeta constituem os dramas centrais do nosso tempo, que “ameaçam a sobrevivência da espécie humana”, nas palavras do ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan - como tem sido citado aqui.

A agricultura brasileira já sofre com os dois problemas. Na área do clima, elevação de temperaturas, secas e inundações, principalmente, já afetam gravemente a produção e poderão prejudicar mais, segundo os diagnósticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

Também o consumo de recursos aqui já está acima da média mundial disponível por habitante, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. E a pressão excessiva pode levar à desertificação, a crises mais acentuadas nos recursos hídricos e ao esgotamento de certos recursos.

Outros ângulos do conflito - nos transportes, na energia, etc. - também deveriam passar por um crivo diferente: o de que o Brasil deveria aproveitar a atual crise global para reformular seus caminhos, centrá-los numa estratégia que valorize exatamente o fator mais escasso no mundo, hoje, que são os recursos naturais, base concreta de tudo, e numa matriz energética “limpa” e renovável, que não agrave as mudanças do clima.

É preciso repetir e repetir: o Brasil é o que o mundo todo deseja, território continental, sol o ano todo, de 15% a 20% da biodiversidade planetária, 12% dos recursos hídricos, a possibilidade de energia “limpa”, com hidreletricidade, biomassas, energia eólica (com potencial maior que todo o consumo de energia no País, hoje), solar, das marés. Mas caminhamos na contramão.

Desprezamos a conservação de recursos, queremos legislação que favoreça o desmatamento e a ocupação de áreas de preservação permanente. Damos prioridade a termoelétricas caras e poluidoras.

Anunciamos a implantação de várias usinas nucleares, mesmo sabendo que sua energia é mais cara, insegura e sem destinação para resíduos que permanecerão radiativos e perigosos durante milhares de anos. Destinamos recursos quase insignificantes aos programas de energia eólica e solar. Cortamos nos orçamentos recursos para pesquisas. Recusamo-nos a aceitar compromissos obrigatórios, na Convenção do Clima, para reduzir nossas emissões, embora já sejamos o quarto mais emissor do planeta.

É demais. Aonde pretendemos chegar?



Escrito por Marino às 17h14
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É MUITA EMOÇÃO! VIVA O PEIXE!!!

QUE VENHA O CORINTHIANS.



Escrito por Marino às 11h14
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PLANETA TERRA

google: Planeta Terra visto da Lua

 

Imagens de satélite mostram belezas da Terra

BBC.Brasil/UOL, 20/04/2009
A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) apresenta em Paris a exposição Vista excepcional - O Espaço observa nosso patrimônio mundial, com 30 fotos em grande formato (2m x 1m) tiradas por satélites que mostram belezas culturais e naturais do planeta.
Nasa/BBC Brasil

As imagens foram feitas pelo Centro Aeroespacial da Alemanha a uma altura de 700 quilômetros acima da superfície da terra.

Entre os sítios culturais fotografados, estão as pirâmides de Gizé, no Egito, a antiga cidade de Dubrovnik, na Croácia, Jerusalém e seus muros, além da cidade de Teotihuacan, no México, e Machu Picchu no Peru.
Nasa/BBC Brasil

A exposição apresenta várias áreas naturais conhecidas por sua extrema beleza, como o Parque Nacional de Vulcões no Havaí, onde estão dois dos vulcões mais ativos do mundo - o Mauna Loa e o Kilauea - o Parque Nacional do Quênia e o de Kilimanjaro, na Tanzânia, ou ainda a região da Lapônia, no Círculo Polar Ártico, e fiordes da Groenlândia.

A área do Parque Nacional do Jaú, na Amazônia Central, no interior do Estado do Amazonas, uma das regiões mais ricas em biodiversidade do mundo, também foi fotografada pelo Centro Aeroespacial da Alemanha.
Nasa/BBC Brasil

Patrimônio
Todos os locais fotografados fazem parte da lista do patrimônio mundial da Unesco. Segundo a organização, com sede em Paris, o objetivo da exposição é mostrar a importância da utilização da tecnologia espacial de ponta na observação e proteção do patrimônio mundial da humanidade.

A tecnologia conhecida por "teledetecção" (remote sensing, em inglês) é usada para observar a Terra a partir do espaço e permite coletar dados com grande precisão e observar o que ocorre nos sítios protegidos pelo patrimônio mundial da Unesco.

Segundo a organização, o uso das tecnologias espaciais também permite antecipar ameaças às áreas protegidas como fenômenos naturais ou decorrentes da atividade humana (como urbanização crescente e exploração agrícola).

O Centro Aeroespacial alemão colocou sua tecnologia à disposição de países emergentes para ajudá-los a proteger seu patrimônio histórico e natural.

A Unesco utiliza atualmente o satélite por radar alemão TerraSAR-X, que usa tecnologia alemã de ponta para a captação de imagens geo-espaciais.

A exposição, apresentada na sede da Unesco, em Paris, vai até o dia 7 de maio.


Escrito por Marino às 09h53
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LEI APROVADA MITIGA LICIENCIAMENTO AMBIENTAL E GERA POLÊMICA

google/MCT: BR-319 - Estrada Manaus-Porto Velho

 

NOTA PÚBLICA SOBRE PAVIMENTAÇÃO DE ESTRADAS NA AMAZÔNIA

15/04/2009


As organizações abaixo assinadas manifestam-se totalmente contrárias à tentativa de extinguir o licenciamento ambiental para pavimentação de estradas abertas conforme previsto no projeto de lei de conversão da medida provisória 452/2008 aprovado ontem (14/04) pela Câmara dos Deputados. A proposta pretende burlar a Constituição Federal, uma vez que é notório que o impacto maior ocorre após a pavimentação.

Do mesmo modo consideramos inaceitável o asfaltamento da BR 319, obra sem viabilidade ou justificativa comprovadas, desconectada de qualquer projeto de desenvolvimento regional. A prioridade dada a essa estrada pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) atende interesses outros que não a ligação entre duas capitais do norte do país. O asfaltamento da BR 319
servirá apenas para abrir a região mais remota e preservada da Amazônia à ocupação desordenada, além de deteriorar, via forte pressão migratória, a qualidade de vida da cidade de Manaus.

A pavimentação de estradas é o maior vetor de desmatamentos na Amazônia. Historicamente 75% dos desmatamentos da região ocorreram ao longo das rodovias pavimentadas, como ocorreu na Belém-Brasília (BR 010), na Cuiabá-Porto Velho (BR 364) e no trecho matogrossense da Cuiabá-Santarém (BR 163) . O simples anúncio do asfaltamento já é suficiente para estimular o desmatamento e a grilagem, como ocorreu na BR 163, apontada como modelo de implementaçao de infra-estrutura viária na amazônia, mas, ainda assim, uma das regiões onde o desmatamento mais cresceu nos últimos anos.

Essas iniciativas ameaçam a sustentabilidade da região e põem em risco as metas de redução de desmatamento assumidas pelo governo brasileiro no Plano Nacional de Mudanças Climáticas.

Assinam:

Amigos da Terra - Amazônia Brasileira

Conservação Internacional

Greenpeace

Instittuto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM)

Instituto Centro de Vida (ICV)

Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON)

Instituto Socioambiental (ISA)

The Nature Conservancy (TNC)

WWF Brasil



Escrito por Marino às 09h31
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ENERGIA DO ESPAÇO?

 

Gizmodo

Os painéis solares coletariam energia no espaço e enviariam para a Terra

Os painéis solares coletariam energia no espaço e enviariam para a Terra

Califórnia pode ter energia vinda do espaço até 2016

Gizmodo/Terra, 16/04/2009

A idéia de captar energia solar do espaço já existe há algum tempo, pelo menos na ficção científica - mas poderá virar realidade em 2016.

A PG&E, a maior empresa de fornecimento de eletricidade da Califórnia, acabou de assinar um acordo de obtenção de energia solar espacial da Solaren.

O plano é que os painéis solares coletem energia no espaço e a enviem por radiofreqüência. O sinal transmitido seria convertido em energia usável na Terra e entraria na rede. A quantidade de energia gerada por uma estação poderia chegar a 4.8 Gigawatts.

A empreitada não traz risco para a PG&E porque eles não estão investindo dinheiro algum na companhia, mas apenas fazendo um acordo para a compra de energia a uma certa cotação se o "produto" realmente ficar disponível até 2016.



Escrito por Marino às 17h05
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NOVA ARMA CONTRA O DESMATAMENTO

MMA

Foto MMA começa a monitorar desmatamento em todos os biomas do País

MMA começa a monitorar desmatamento em todos os biomas do País

Lucia Leão/Ascom/MMA, 16/04/2009

A partir de agora o Brasil saberá o que acontece com o que resta da vegetação nativa em todo o seu território. O monitoramento por satélite da cobertura florestal, que era restrito, em nível oficial, à Amazônia, foi estendido à Caatinga, ao Cerrado, à Mata Atlântica, ao Pampa e ao Pantanal. Uma solenidade presidida hoje (16/04) pelo ministro Carlos Minc no Centro Nacional de Apoio ao Manejo Florestal-Cenaflor, marcou o início da execução técnica do projeto, que acompanhará e divulgará anualmente os índices de desmatamento de todos os biomas.

Além de orientar políticas públicas e tomadas de decisão para combate ao desmatamento e para conservação da biodiversidade, essas informações permitirão calcular o volume de gases de efeito estufa decorrentes do desmatamento e alteração do uso do solo no País e produzir o relatório periódico de emissões previsto na Convenção Sobre Clima da ONU.

"Ter monitoramento e ter série são pré-requisitos para estabelecermos metas de emissão. A Caatinga, o Cerrado, o Pantanal, o Pampa e a Mata Atlântica exigem o mesmo cuidado que a Amazônia", afirmou o Ministro.

Acompanhado pelo pelo diretor de Conservação de Biodiversidade Bráulio Dias, que representou a secretária de Biodiversidade e Floresta Maria Cecília Wey de Brito, o Chefe do Centro de Sensoriamento Remoto do Ibama Humberto Mesquita Jr e o diretor de Proteção Ambiental do Ibama Flávio Montiel da Rocha, Minc visitou o Centro de Monitoramento, onde técnicos já monitoram as imagens do bioma Cerrado captadas por satélite.

O ponto de partida do monitoramento são os mapas de áreas florestais remanescentes nos biomas extra-amazônicos produzidos pelo ProbioProjeto de Utilização e Conservação da Diversidade Biológica Brasileira com base em imagens captadas pelo satélite Landsat em 2002. Eles mostram que a Mata Atlântica é o bioma com a vegetação nativa mais devastada. Da área total de 1.059.027,85 Km2 restavam, há seis anos, apenas 285.640 km2 (27%) com a cobertura vegetal nativa em diferentes graus de conservação. O segundo bioma mais antropizado é o Pampa, que perdeu quase a metade da cobertura original da sua área de 178.243 km2. O Cerrado havia perdido, até 2002, 39% de cobertura original e a Caatinga 36%. O bioma nordestino é, atualmente, um dos mais pressionados especialmente pelo uso da lenha e do carvão, que respondem por cerca de 40% da energia consumida na Região. O Pantanal é o bioma extra-amazônico mais preservado, com 87% de sua cobertura nativa intacta.

O Programa de Monitoramento é de responsabilidade da Secretaria de Biodiversidade e Floresta do MMA, com financiamento do Pnuma e da Agência Brasileira de Cooperação e execução técnica do Centro de Monitoramento Ambiental do IBAMA. As áreas áreas de vegetação remanescente já começaram a ser monitoradas com o Landsat e o satélite sino-brasileiro Cbers. Na Mata Atlântica, mais susceptível à cobertura de nuvens, será utilizado também o satélite japonês Alos, que capta imagens mais precisas.

Os primeiros resultados do monitoramento serão sobre o desmatamento do Cerrado no período 2002/2008 e deverão estar disponíveis em setembro. O segundo produto previsto é o monitoramento do desmatamento da Caatinga, que deve ser divulgado em novembro. Até março de 2010 estarão prontos os mapas das alterações antrópicas no período 2002/2010 nas áreas remanescentes dos demais biomas.



Escrito por Marino às 16h08
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