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8ª. JORNADA AGROECOLÓGICA

logo e plenária da 8ª Jornada Agroecológica/foto de Joka Madruga

 

Com o lema, Terra Livre de Transgênicos e Sem Agrotóxicos: Construindo o Projeto Popular e Soberano para a Agricultura, entre os dias 27 e 30 de maio, as organizações e entidades de agricultores familiares e camponeses promovem a 8ª Jornada de Agroecologia, no Parque de Exposições de Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná.

A atividade acontece no Sudoeste do Paraná, região referência na produção da agricultura familiar e luta dos trabalhadores, como a Revolta dos Colonos em 1957.

As Jornadas de Agroecologia tiveram início em 2002, e hoje cumprem um papel fundamental na ampliação de expressão da agricultura familiar e camponesa junto à sociedade e às instituições governamentais, técnicas, científicas: de ensino e pesquisa.

Segundo o integrante da Via Campesina, José Maria Tardin, o evento é uma articulação de várias entidades ligadas aos trabalhadores do campo. “Estamos construindo uma ação permanente e aglutinadora de articulação em torno da proposta de agricultura familiar e camponesa voltada para a produção agroecológica, buscando a preservação do meio ambiente e recursos naturais, e o fim da dependência dos agricultores com as grandes transnacionais da agricultura”, explica.

A Jornada tem como objetivo principal fomentar a articulação de organizações do campo e cidade em todo país, na defesa de um projeto popular para a agricultura familiar e camponesa, baseado na agroecologia. “Também defendemos a luta constante contra o latifúndio, a violência e a impunidade no campo e o trabalho escravo; combatemos o agronegócio, as transnacionais, o uso de agrotóxicos, transgênicos, e a nanotecnologia, que vêm perpetuando suas tecnologias da morte na sociedade”, afirma Tardin.

Este ano, a expectativa é reunir cerca de 4.000 participantes, entre pequenos agricultores, camponeses, trabalhadores rurais, técnicos, pesquisadores, engenheiros agrônomos, ecologistas, estudantes de várias áreas. Também haverá participação de delegações do Paraguai, presença de africanos e cubanos.

O encontro ocorre em Francisco Beltrão, pois o Sudoeste do estado conta com várias organizações, entidades e movimentos sociais, que ao longo dos anos se tornaram referência nacional, na luta da agricultura familiar e dos trabalhadores rurais. Como a revolta dos Colonos, que aconteceu em 1957, quando os pequenos agricultores pegaram em armas para lutar pelo direito à terra.

A 8ª Jornada de Agroecologia é promovida pela Via Campesina, Fetraf-Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da região Sul - FetrafSul/CUT, Fórum Regional de Entidades da Agricultura Familiar e Escola Latino-Americana de Agroecologia.

Programação

Durante 8ª Jornada de Agroecologia estão previstas conferências, palestras e debates, oficinas e seminários, com exposição e apresentação de experiências, realização de feira e festa de sementes e alimentos agroecológicos, para troca e comercialização, além de espaços de promoção da cultura camponesa.

A abertura será as 9h30, do dia 27, e a partir das 14h, os participantes realizam uma marcha até a praça de Francisco Beltrão (localizada em frente ao banco Itaú), em Defesa da Reforma Agrária, Soberania Alimentar, da Agroecologia, das Sementes Crioulas e da Biodiversidade.

No dia 28, durante à tarde estão previstas cerca de 80 oficinas com troca de experiências de práticas agroecológicas que vêm sendo desenvolvidas pelos agricultores, pesquisadores e entidades que participam da atividade. No dia 29, a partir das 15h, acontece o Ato de Formatura da Turma “Mata Atlântica”, graduada em Agroecologia, da Escola Latino-Americana de Agroecologia da Lapa-PR. E um Ato Político com a presença de autoridades nacionais e estaduais, para debate e apresentação de propostas em políticas públicas, a serem adotadas pelos governos para a promoção e fomento da agroecologia, no país. Neste dia, das 10h às 12h, também ocorre a festa das sementes.

Os participantes ainda terão a oportunidade de visitar o Túnel do Tempo, que conta a história da humanidade e da agricultura no mundo. A iniciativa é um projeto construído por estudantes do Colégio Estadual Francisco Neves Filho, de São João do Triunfo/PR, orientado pela equipe pedagógica do Colégio. Formado por 18 fases, o projeto funciona como um labirinto, dentro do qual os visitantes caminham e encontram, a cada fase, um cenário característico do período histórico que é explicado pelos estudantes.

Histórico

Além do evento anual, a Jornada de Agroecologia tem se firmado, por meio de um processo de atividades que ocorrem durante todo ano em diversos locais. Os encontros são referência na busca de conhecimentos e debates em torno da construção de uma nova matriz tecnológica para a agricultura familiar e camponesa.

Os três primeiros eventos (2002, 2003 e 2004) aconteceram no município de Ponta Grossa/PR, e os outros quatro (2005, 2006, 2007 e 2008) em Cascavel.

Os resultados práticos se multiplicam, na implantação de campos de sementes crioulas em pequenas propriedades e assentamentos, produção agroecológica, feiras da agricultura camponesa, centros de estudo em agroecologia e outras iniciativas. Para a formação de técnicos em agroecologia as organizações dos agricultores familiares e camponeses criaram três escolas de ensino médio e uma superior no estado. Destacando-se a Escola Latino-Americana de Agroecologia, no município da Lapa/PR.



Escrito por Marino às 17h41
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REFLEXÃO: A PERGUNTA

google: pensador - Rodin

 

A pergunta abaixo foi enviada pela amiga e engenheira Felomena, presidente da Adema. É muito intrigante e interessante. Pena que não sabemos quem é o autor. Já parou para pensar nisso?

Esta pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável:

"Todo mundo  'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos  filhos...  Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"



Escrito por Marino às 17h25
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CONVITE DE UM IMORTAL

google: Reginaldo Dias

 

Tenho comigo que a imortalidade não se ganha, se conquista. O meu amigo Reginaldo Benedito Dias é um desses historiadores que não se contenta com o fato de somente "contar" a história. Faz de sua profissão uma arte da constante pesquisa e cujos resultados têm sido expressados em diversos livros. A substância de suas obras o levaram a ocupar uma das cadeiras da Academia de Letras de Maringá. Conquistou a imortalidade. E tem razão, suas obras não são passageiras e registram com fidelidade ímpar os acontecimentos que marcaram a vida de muitas pessoas e comunidades. O convite acima revela que ainda continua com a vitalidade de um moço, pronto aos desafios de não permitir que a história se perca. Reafirmo a importância de mais esse registro de toda a nossa gente. Compareçam. Marino Elígio Gonçalves.



Escrito por Marino às 09h40
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CONTORNO DE MANDAGUARI: DÚVIDAS E RISCO AMBIENTAL

 

google/maanaim

 

 

Contorno Rodoviário de Mandaguari: preocupações!

Marino Elígio Gonçalves, 27/05/2009

 

Mandaguari está na rota de importantes cidades como Curitiba, Paranaguá e Maringá e dos países do Mercosul. Recebe o impacto de numeroso tráfego de caminhões dentro da cidade, colocando em risco seus moradores. Diante desse quadro a classe política e a sociedade organizada têm reivindicado das autoridades estaduais um desvio para além da zona urbana.

 

Esse pleito pode ser atendido com a construção do anunciado contorno rodoviário. Porém, a discussão entre a VIAPAR e o DER/PR, ao que tudo indica, não está sendo transparente. A comunidade não foi consultada e se vê apreensiva com as informações que correm e que dão conta de que o trajeto do contorno já estaria definido.

 

Um primeiro trajeto teria sido descartado pela VIAPAR e DER. Partiria de um ponto logo após a Praça de Pedágio da VIAPAR, na BR-376, em Mandaguari, contornando pela direita em forma oval, cortando parte da zona rural até despontar na parte duplicada da mesma rodovia, entre Mandaguari e Jandaia do Sul. O segundo (que teria sido aceito) partiria de um ponto logo após a rotatória da saída secundária de Mandaguari pela Rodovia PR-444 em direção à Arapongas, contornando pela esquerda em forma oval, cortando parte da zona rural até despontar na parte duplicada da Rodovia BR-376, entre Mandaguari e Jandaia do Sul.

 

Muita preocupação reina entre os seus habitantes. Não se sabe qual o melhor trajeto e quais os impactos ambientais, sociais e econômicos.

 

Informações que circulam revelam que o segundo trajeto passaria sobre o Rio Caitu, que é o manancial de abastecimento de Mandaguari. Ele deságua no Rio Pirapó, que, por sua vez, é manancial de abastecimento de importantes cidades, como Maringá. Por isso, há consenso de que o primeiro trajeto seria o mais adequado, principalmente porque não passaria por nenhum manancial de abastecimento, seja de Mandaguari ou de cidades vizinhas.

 

Outras questões estão no ar sem resposta: existe processo de Licenciamento Ambiental? Foram feitos o estudo de impacto ambiental e o relatório de impacto ao meio ambiente – EIA/RIMA? Porque não se realizou nenhuma Audiência Pública?

 

A população se encontra em estado de preocupação, pois o contorno rodoviário poderá passar por área de manancial, que serve de abastecimento público de água. Por ele será desviado todo o tráfego pesado, com variados tipos de cargas, muitas delas tóxicas. E, pergunta: se existe outra possibilidade de trajeto, porque não considerá-la?

 

Caso, entretanto, seja inevitável a execução da obra com base no segundo trajeto, quais são as medidas mitigadoras dos impactos ambientais? Qual é o plano emergencial contra acidentes? Quais as garantias de que não haverá contaminação do manancial de abastecimento da cidade? Quais as medidas de compensação ambiental obrigatórias para os empreendedores?

 

Tais dúvidas motivaram alguns setores organizados da sociedade de Mandaguari, que apresentaram neste dia 26 de maio um pedido de providências junto ao Ministério Público Estadual daquela comarca. É a cidadania exigindo respeito. Aliás, como visto acima, essa discussão também interessa à cidade de Maringá, já que o Rio Pirapó é seu manancial de abastecimento. É bom ficar atento!

 



Escrito por Marino às 09h25
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COTAS RACIAIS

google: representação da diversidade racial e a jornalista Miriam Leitão

Cotas raciais Uerj vai recorrer; alunos apoiam a direção

Comentário de Mirian Leitão, 26/05/2009

Fui hoje à Uerj e lá o clima era de união para manter as cotas. Falei para uma plateia de cotistas e não cotistas e o clima geral era de susto pela decisão da Justiça. A Uerj tentará reverter a liminar que suspendeu as cotas raciais. O DCE disse que concorda com a direção e a luta a favor das cotas.

A Uerj foi a primeira escola a adotar o sistema. Hoje, segundo professores com quem conversei, eles estão orgulhosos do desempenho dos cotistas e vão fazer uma ampla pesquisa para saber o resultado da política no mercado de trabalho. Eu fui lá para abrir a V Amostra de Estágios.

O que eu vi hoje lá foi uma platéia cheia da bela diversidade do Brasil: pretos, brancos, pardos, meninos, meninas, moradores de áreas diferentes do Rio, juntos, integrados, debatendo sobre riscos e oportunidades do mercado de trabalho. Uma prova viva de que conviver juntos no mesmo espaço, em pé de igualdade é o melhor remédio contra as desigualdades raciais brasileira.

A liminar, explicou o reitor, Ricardo Vieiralves de Castro, suspendeu a aplicação de uma lei que tem oito anos e às vésperas do vestibular. Se não for cassada prejudicará os estudantes que se inscreveram pelo sistema de cotas. E uma medida liminar, como se sabe não pode provocar prejuizos irreversiveis.

Sei que este assunto é polêmico, mas tenho há anos a mesma posição favorável às cotas. Já escrevi muito sobre o assunto, não vou repetir os argumentos. Já ouvi e li muitos argumentos contrários. Não me convenceram. As cotas sozinhas não vão resolver as desigualdades racias, mas são uma das armas para nos ajudar a superar o problema. Não, não acho que elas vão "implantar" o racismo no Brasil, não se implanta o que já existe. E estou convencida - fiquei hoje ainda mais - que a convivência de pessoas diversas, de áreas diferentes da cidade e da sociedade, com histórias diversas cria uma chance de menos distância social no Brasil. Na universidade que estudei só havia brancos. A que vi hoje era mais bonita, tinha mais a cara do Brasil.

As empresas modernas sabem que os times mistos são mais eficientes, que a diversidade no quadro de funcionários aumenta a capacidade de resposta da empresa aos desafios. A Uerj está fazendo a parte dela, que o mercado de trabalho entenda os novos tempos e suas chances.



Escrito por Marino às 18h24
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VI FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

fórum rebea

Vem aí o VI Fórum Brasileiro de Educação Ambiental, evento em âmbito nacional, promovido pela Rede Brasileira de Educação Ambiental (REBEA), coletivo que reúne mais de 40 redes de educação ambiental e educadores ambientais do país.

O evento acontecerá de 22 a 25 de julho deste ano no campus da Praia Vermelha, da UFRJ. O endereço da universidade é Avenida Pasteur, 250, no bairro da Urca, no Rio de Janeiro/RJ.

O Coordenador do VI Fórum, o educador ambiental Declev Dib-Ferreira, estima a participação de mais de 5 mil participantes inscritos.

Acontecerão, durante os 4 dias, cerca de 80 minicursos e oficinas, 10 mesas-redondas, 20 Jornadas Temáticas, Encontros paralelos, lançamentos de livros, show musicais, festivais de cinemas, apresentação de pôsteres, entre outros.

Responsável pela organização da programação, construída coletivamente com os membros da Rebea, a educadora Jacqueline Guerreiro informa que este fórum terá algumas atrações extras, como o Espaço Ecumênico, o Espaço Semente e a presença de todas as Redes componentes da REBEA.

O Fórum também se configurará como um espaço de diálogo entre a REBEA e demais redes ambientais, como a Rede Brasileira de Agendas 21 Locais (REBAL), Rede Brasileira de Informação Ambiental (REBIA) e a Rede de Salas Verdes.

Todos os informes, inscrições, valores, inscrição de trabalhos podem ser feitos no site do evento, que será muito mais que um espaço de divulgação de informação, mas um espaço interativo, de discussões, trocas e permanente construção em prol da qualidade da educação ambiental brasileira.

O endereço do site é
http://forumearebea.org <http://forumearebea.org/

A secretaria Executiva do evento está sob a responsabilidade do Instituto Baía de
Guanabara (IBG) e maiores informações podem ser conseguidas através do site ou do
email
viforum@baiadeguanabara.org.br <mailto:viforum@baiadeguanabara.org.br> .



Escrito por Marino às 11h30
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SENGE-PR CONVIDA PARA O SEMINÁRIO DAS ÁGUAS



Escrito por Marino às 11h21
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CONVITE PARA O FUTURO DAS ÁGUAS

 



Escrito por Marino às 18h15
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ARTIGO DE MARINA SILVA

arquivo pessoal

Leitura obrigatória

 

Marina Silva, F. São Paulo, 18/05/2009

 

A MEDIDA PROVISÓRIA 458, recém-aprovada na Câmara dos Deputados, é leitura obrigatória para quem se interessa pelas urgências reais do Brasil de hoje. Ela coloca a Amazônia em risco, a pretexto de resolver a crônica desorganização fundiária. Se o texto original do governo já continha temeridades, o que saiu da Câmara agravou os problemas.

 

A MP permite legalizar milhares de posses de terras públicas com até 1.500 hectares (15 km2) nos Estados amazônicos. Com os adendos, chancela o festival de grilagem na região e abre portas para mais concentração agrária.

 

É a consagração da política nefasta do fato consumado. Avança-se sobre áreas públicas na certeza de que mais dia menos dia tudo será legalizado. É um convite a surtos futuros de grilagem, na expectativa de mais uma regularização que, como essa, beneficiará os grandes em nome dos pequenos e da "questão social". Segundo dados do Incra, as mini e as pequenas propriedades, de até quatro módulos fiscais (400 hectares), representam 80% do total, mas ocupam apenas 11,5% da área a ser regu- larizada. As médias e as grandes, que são apenas 20% do total, ocupam 88,5% da área.

 

Um processo de regularização fundiária bem conduzido é essencial para estabelecer e promover direitos e para o combate estrutural ao desmatamento. Contudo, o processo em curso servirá para legalizar e capitalizar grileiros, comprometendo esforços de seis anos do próprio governo para reduzir o desmatamento na Amazônia.

 

O texto da Câmara permite à pessoa jurídica beneficiar-se com a regularização de ocupações, bem como à pessoa física que tenha outros imóveis rurais ou regularize áreas exploradas "indiretamente", ou seja, um proprietário de terras em outras regiões pode ter um preposto tomando conta de sua grilagem na Amazônia. Permite ainda que terras legalizadas sejam vendidas após três anos, comprometendo a ideia da função social da terra.

 

Falta espaço para listar os problemas da MP 458. E todos estarão nas mãos do Senado, em breve. Aos senadores cabe reposicionar o rumo inaceitável que as coisas tomaram. Para isso, é crucial a escolha do relator. Em nome do bem público e do bom senso, e tendo em conta o grau de tensão que o assunto gerou, ele deve ter perfil de negociador com trânsito entre os diferentes interesses, capaz de conduzir um debate qualificado, sem atropelos ou simplificações.

 

Alguém que, com transparência, possa expor os dados e dar ao Brasil e aos brasileiros a devida segurança para decidir sobre essa questão, com responsabilidade cívica e visão abrangente.

 

 



Escrito por Marino às 17h46
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LICENCIAMENTO AMBIENTAL PELOS MUNICÍPIOS (PAULISTAS). E OS DO PARANÁ? QUANDO?

 

 

Técnicos da Prefeitura de Araraquara capacitados para assumir licenciamento ambiental

Cetesb, 13/05/2009

Especialistas da CETESB e do DEPRN treinam funcionários para atividades de fiscalização e licenciamento de empreendimentos de baixo potencial poluidor.

Para encaminhar o processo de municipalização do licenciamento no Estado, técnicos da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – CETESB, do Departamento Estadual de Proteção aos Recursos Naturais – DEPRN e do Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental - DAIA, órgãos vinculados à Secretaria Estadual do Meio Ambiente - SMA, estão realizando o treinamento de 22 funcionários da Prefeitura de Araraquara.


O curso, iniciado em 13.05, com a presença do prefeito da cidade, Marcelo Barbieri, conta ainda com a participação de cinco funcionários das prefeituras de São Carlos e Ibitinga, cidades que apresentaram interesse em formalizar o convênio com a CETESB para municipalizar o licenciamento de empreendimentos de baixo potencial poluidor.


A capacitação é constituída de três módulos, sendo o primeiro com duração de três dias, com aulas teóricas sobre os procedimentos adotados pelos órgãos estaduais, incluindo simulações com o Sistema de Licenciamento Simplificado – SILIS. Os demais módulos consistirão de atividades práticas na Agência Ambiental de Araraquara e atividades de campo, com vistorias e inspeções conduzidas por técnicos da CETESB e do DEPRN.


O curso está sendo ministrado por técnicos da CETESB e do DEPRN, lotados na Agência Ambiental Unificada de Araraquara, e por um técnico do DAIA.


Duas cidades já assinaram o convênio, Ribeirão Preto e Valinhos, e o próximo município a capacitar os seus funcionários será o de Campinas.

 



Escrito por Marino às 18h46
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ENERGIA SOLAR

google

 

Pesquisas apontam o potencial da energia solar

Agência Fapesp, 13/05/2009

Partindo do princípio de que, em uma hora, há mais energia solar incidindo sobre a Terra do que toda a energia consumida pelas diferentes formas de vida do planeta em um ano, o homem precisa, mais do que em qualquer outra época, encontrar melhores maneiras de captar, armazenar e usar esse grande potencial energético de forma rentável.

O raciocínio é compartilhado no mundo científico pelo professor Ian Forbes, do Northumbria Photovoltaics Applications Centre da Universidade de Northumbria, no Reino Unido.

Forbes destaca desde o início do ano em congressos pelo mundo e, inclusive no Brasil, o potencial e os desafios para os próximos anos da pesquisa em energia solar fotovoltaica, que promove a conversão direta da luz do sol em eletricidade por meio da junção de semicondutores que absorvem a radiação.

O pesquisador ressalta que o uso da energia fotovoltaica tem crescido rapidamente, impulsionado por diferentes mecanismos de suporte ao mercado, ainda que esse crescimento esteja muito abaixo do esperado. Apesar de a produção de energia elétrica em todo o mundo por meio de células fotovoltaicas ser de apenas 3 gigawatts em 2007, isso representou um aumento de 55% sobre a produção registrada no ano anterior.

Quando participou de um evento da Fapesp no início do ano, Forbes destacou a importância dessa energia alternativa. Segundo ele, calcula-se que todos os continentes tenham a capacidade de suprir a demande de aproximadamente 18 terawatts de eletricidade, e o Brasil está incluído nessa estimativa, com uma capacidade de 200 a 250 watts por metro quadrado, um potencial extremamente elevado. No Brasil e em outros países da América do Sul, onde os níveis de incidência solar são maiores do que nos países da Europa, são grandes as oportunidades no setor, por isso, o especialista sugeriu que a capacitação tecnológica e industrial em território nacional comece a ser desenvolvida imediatamente para não perdê-las de vista.

Para ele, o Brasil tem o dobro dos níveis de insolação da Alemanha, país que abriga o maior mercado no mundo desse tipo de energia por produzir mais de 40% de sua eletricidade a partir de fontes fotovoltaicas. Entretanto, destaca Forbes, os principais desafios que ainda devem ser vencidos são a redução de custo da sustentabilidade a longo prazo.

A União Européia, que, segundo Forbes, abriga os países que mais dispensam esforços nessa área em termos de pesquisa e desenvolvimento, em um primeiro momento trabalhava com a meta de substituir 4% da eletricidade mundial pela energia fotovoltaica até 2030, mas agora os países do bloco econômico e político estão redefinindo essa previsão para atingir novas metas até 2020.

 



Escrito por Marino às 18h33
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PROGRAMA UM MILHÃO DE CISTERNAS É PREMIADO

google/ecodebate

Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) vence Prêmio Sementes 2009 da ONU

EcoDebate, 19/05/2009

O Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) da Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) venceu o Prêmio Sementes 2009 promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pela Agência de Meio Ambiente das Nações Unidas (PNUMA). O anúncio foi feito no último dia 11, na sede das Nações Unidas, em Nova York.

Além do P1MC, outros dois projetos do Brasil foram premiados: “O Uso Sustentável de Sementes Amazônicas” e o “Projeto Piabas do Rio Negro”. O Prêmio Sementes é concedido a projetos desenvolvidos em parceria entre ONGs, comunidades e governos, na área de sustentabilidade em países em desenvolvimento.



Escrito por Marino às 18h22
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AGRONEGÓCIO NÃO PODE SER IRRESPONSÁVEL

conexão ambiental

 

 

Investimento ambientais podem evitar desastres com chuvas e secas

Agência Brasil, 18/05/2009

Os estragos causados por secas e enchentes, como as que atingem atualmente as regiões Sul, Norte e Nordeste do país, poderiam ser evitados – ou pelo menos amenizados – com mais investimentos em políticas públicas ambientais que garantam a adaptação das cidades às mudanças climáticas.

A avaliação é da geógrafa Mônica Veríssimo, presidente da organização não governamental Fundação Sustentabilidade e Desenvolvimento e do Fórum de ONGs Ambientalistas do Distrito Federal.

As possibilidades de eventos climáticos cada vez mais extremos, apontadas por cientistas como os do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), devem ser consideradas nos planejamentos dos governos para evitar prejuízos e mortes por causas das secas ou chuvas, segundo Mônica. “Você pode mitigar o problema, tem que assumir que esse problema vai existir; os cientistas fizeram modelos mostrando isso: haverá secas mais severas e chuvas mais fortes que causarão inundações”, lembrou.

A especialista defende medidas como o reforço da canalização pluvial nas cidades, construções mais resistentes e, principalmente, a manutenção de áreas de preservação permanente (APP), a retirada de casas das margens dos rios e das encostas de morros. “O importante é agir e adaptar; não é esperar sempre que a história se repita”, alerta.

Segundo Mônica Veríssimo, as mudanças no Código Florestal, defendidas por representantes do agronegócio para flexibilizar a obrigatoriedade de APPs e reduzir a reserva legal, podem agravar os riscos de repetição de tragédias, como a de Santa Catarina,em 2008. “O governo está deixando passar com a justificativa de que o agronegócio vai perder; pelo contrário, vai perder se continuar retirando [a reserva legal e matas ciliares]. Não só o agronegócio perderá, mas todo mundo”, avaliou.

Além de medidas governamentais, a busca de soluções para evitar grandes desastres por causa do clima passa por mudanças de comportamento e de hábitos de consumo. A ambientalista sugere o uso mais racional dos recursos naturais – principalmente a água – e o descarte correto do lixo, como ações individuais que podem melhorar a qualidade de vida nas cidades e evitar maiores prejuízos em situações de emergência.

“É preciso escutar mais o que os cientistas têm a dizer. Os impactos não vão estar somente no futuro dos nossos filhos e netos. Estão num futuro cada vez mais próximo”, ponderou.



Escrito por Marino às 19h11
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CÓDIGO FLORESTAL

google/aipa

 

 

Entidades defendem a aplicação do Código Florestal sem a necessidade de mudanças na lei

Agência Brasil, 18/05/2009

Entidades ambientalistas e empresas do setor florestal ligadas ao grupo Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e o Pampa defenderam essa semana a viabilidade da aplicação das regras ambientais previstas no Código Florestal sem necessidade de alterações radicais da lei, em vigor desde 1965.

De acordo com a organização, atualmente há 18 projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional para alterar as leis ambientais “em prejuízo das áreas de vegetação natural, dos serviços ambientais e das comunidades tradicionais e rurais”.

As entidades defendem, principalmente, a aplicação efetiva da reserva legal - percentual de vegetação original que deve ser mantido nas propriedades rurais e que varia de 80% na Amazônia a 35% no Cerrado e 20% na Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal.

“No caso da Mata Atlântica, a imediata implantação do Código Florestal é crucial. É o segundo bioma mais ameaçado do mundo, com apenas 27% de sua área original, dos quais apenas 7% de remanescentes florestais bem conservados”, argumentaram as organizações em nota.

Na avaliação do grupo, a manutenção das Áreas de Preservação Permanente (APPs) também deve ser garantida, sem alterar a proibição de desmatamento nas margens de rios, encostas e topos de morros.

Já as flexibilizações, como a possibilidade de compensação de reserva legal em outra propriedade, podem ser “melhor regulamentadas”, segundo as organizações não governamentais, desde que não representem riscos à viabilidade de aplicação das regras ambientais. “É recomendável que novas atualizações, quando pertinentes, não devam modificar os conceitos fundamentais destas áreas e nem reduzir os benefícios ambientais que proporcionam”.



Escrito por Marino às 19h03
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