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O SER HUMANO É SER HUMANO-NATUREZA

google/photobucket

pachamama.jpg image by mintaka7

 

O ser humano é ser humano-natureza

 

Marino Elígio Gonçalves

 

O ser humano se enxerga como algo fora da natureza. Acha mesmo que deve dominar, subjugar e usar a seu talante os demais membros da natureza. Pela ação humana, centrada no egocentrismo e desprovida de critérios éticos, se tem levado ao esgotamento da capacidade de regeneração dos recursos encontrados na natureza e ao colapso do Planeta Terra.

 

Fritjof Capra refere-se aos seguintes princípios ecológicos como forma de apresentar caminhos possíveis para o ser humano sair dessa encruzilhada suicida: a) nenhum ecossistema produz resíduos, já que os resíduos de uma espécie são o alimento de outra; b) a matéria circula continuamente pela teia da vida; c) a energia que sustenta estes ciclos ecológicos vem do Sol; d) a diversidade assegura a resiliência; e) a vida, desde o seu início há mais de três bilhões de anos, não conquistou o planeta pela força, e sim através de cooperação, parcerias e trabalho em rede. E ainda, para essa perspectiva de se encontrar soluções, entende que o ensinamento do saber ecológico será o mais significativo e importante do século 21.

 

A esses eu ousaria incluir mais um princípio: o ser humano é ser humano-natureza. Explico: o corpo humano é composto por 70% de água e mais alguns percentuais de minerais. Para viver e manter-se vivo necessita de comida, de água e também de oxigênio para a respiração. A falta de comida leva à fome e à inanição. A falta de água leva à sede e à desidratação. A falta de ar leva ao sufocamento. E todas elas levam à morte se não houver intervenção a tempo.

 

Enfim, o alimento, a água e o ar são determinantes para o ser humano, e estes são encontrados, por excelência, na natureza. Assim, o ser humano depende da natureza. É esta que fornece os elementos vitais para ele. É, sem dúvida, a Grande Provedora, não só do ser humano, mas de todos os demais seres vivos encontrados na Terra.

 

Suzana Pádua se referiu a essa questão com base num trecho do livro “The Heart of Understanding” (A compreensão do coração – tradução livre, cujo artigo está disponível em http://arruda.rits.org.br), de autoria do budista Thich Nhat Hann, destacando que é de suma importância que o ser humano tenha plena clareza de sua interdependência com o “mundo não-humano”. Todos os seres vivos possuem em sua composição elementos não-vivos, como o ar, a água e os minerais. O ser humano, portanto, também é composto e necessita desses elementos não-vivos, assim como dos “elementos não-humanos” (florestas, rios e montanhas). A compreensão disso “quebra a separação entre o que possui vida e o que não possui, e aguça a importância do respeito a todos os elementos encontrados no planeta”.

 

Desta forma, considero pertinente a inclusão de mais um princípio ao rol apresentado por Capra – o ser humano é ser humano-natureza, pois a sua revelação passa a exigir uma nova postura educacional, cuja visão sistêmica é indissociável. Na natureza tudo está ligado em tudo e, por isso mesmo, as atitudes devem ser responsáveis e solidárias a fim de manter o equilíbrio ambiental e a possibilidade da continuidade da vida em todas as suas formas no presente e no futuro. O ser humano deve encarar que ele também é natureza e a natureza também se revela nele, porque o gerou e o provê. E, não é inteligente destruir-se a si próprio.

 

 



Escrito por Marino às 13h14
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ARTIGO

 

 

Ecos de um Brasil arcaico

 

Marina Silva, Folha de S. Paulo, 08/06/2009

 

Na semana que passou,  dedicada ao Meio Ambiente, tive a exata sensação do que deve ser uma ressaca, após a batalha no plenário do Senado. A aprovação da Lei da Grilagem foi uma ironia funesta. E a coisa vai piorar. Quem o diz não sou eu, mas alguém com trânsito entre os que fazem parte da estratégia para desmontar a legislação ambiental e que me alertou sobre a intenção de "liquidar a fatura" até o fim do ano.

 

O principal objetivo é aprovar novo Código Ambiental, revogar a lei 6938 -que criou a Política Nacional do Meio Ambiente-, parte da Lei de Crimes Ambientais e da Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, entre outros dispositivos legais. Ou seja, trata-se de quebrar a espinha dorsal da proteção ambiental no Brasil. Só não se fala em revogar o capítulo do Meio Ambiente, que está no artigo 225 da Constituição. Ainda.

 

A justificativa é chocante. Tudo ia bem até que, disse meu interlocutor, começaram a querer implementar a legislação ambiental. As restrições ao crédito para os ilegais, fiscalização em tempo real e medidas inesperadas para conter o desmatamento parecem ter sido o limite. Enquanto ninguém estava cobrando, tudo bem.

 

Foi o que ouvi, acreditem: com as tentativas de aplicação da lei, "ficou impossível", e daí veio a avaliação de que tudo teria que mudar. Essa conversa nos leva de volta ao Brasil das capitanias hereditárias. Ele está inteiro, poderoso, imutável, um enclave dentro de nossa pretensa modernidade. Nessa lógica, a lei só vale quando não contraria alguns interesses. Provavelmente, regras universais e o bem comum são considerados excentricidades. Se quem tem poder não passa no teste, altere-se o teste.

 

O que mais impressiona é a ousadia de apresentar um projeto de Código Ambiental a partir do olhar exclusivo de um setor, para resolver seus problemas específicos. Acreditam poder se sobrepor a 20 anos de regulação infraconstitucional, ao conhecimento acumulado nesse período e ao esforço de articulação e participação que está impresso em cada lei que agora se espera "liquidar" a curtíssimo prazo.

O que seria deste país sem os formadores de opinião que têm manifestado a sua preocupação com esse quadro; sem a mídia capaz de expor o que está por trás do desmonte da legislação ambiental; sem as ONGs e movimentos sociais respeitados e sérios que protestam e reposicionam os fatos junto à população. Essas forças mostram que há também uma sociedade brasileira moderna e democrática, de onde vem o alento e a garantia de que ressaca passa e que vamos, sim, resistir ao que vem por aí.

 



Escrito por Marino às 18h59
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APELO DRAMÁTICO AO PRESIDENTE LULA

google: Pe. Josimo, Chico Mendes, Irmã Dorothy, Índios da Amazônia, fauna e flora

 

 

 

Carta Aberta ao Presidente LULA

Brasília, 04 de junho de 2009

Exmo. Sr.

Luiz Inácio Lula da Silva

DD Presidente da República

Sr. Presidente,

Vivemos ontem um dia histórico para o país e um marco para a Amazônia, com a aprovação final, pelo Senado Federal, da Medida Provisória 458/09, que trata  sobre a regularização fundiária da região. Os objetivos de estabelecer direitos, promover justiça e inclusão social, aumentar a governança pública e combater a criminalidade, que sei terem sido sua motivação, foram distorcidos e acabaram servindo para reafirmar privilégios e o execrável viés patrimonialista que não perde ocasião de tomar de assalto o bem público, de maneira abusiva e incompatível com as necessidades do País e os interesses da maioria de sua população.

Infelizmente, após anos de esforços contra esse tipo de atitude, temos, agora, uma história feita às avessas, em nome do povo mas contra o povo e contra a preservação da floresta e o compromisso que o Brasil assumiu de reduzir o desmatamento persistente que dilapida um patrimônio nacional e atenta contra os esforços para conter o aquecimento global.

O maior problema da Medida Provisória são as brechas criadas para anistiar aqueles que cometeram o crime de apropriação de grandes extensões de terras públicas e agora se beneficiam de políticas originalmente pensadas para atender apenas aqueles posseiros de boa-fé, cujos direitos são salvaguardados pela Constituição Federal.

Os especialistas que acompanham a questão fundiária na Amazônia afirmam categoricamente que a MP 458, tal como foi aprovada ontem, configura grave retrocesso, como aponta o Procurador Federal do Estado do Pará, Dr. Felício Pontes: “A MP nº 458 vai legitimar a grilagem de terras na Amazônia e vai jogar por terra quinze anos de intenso trabalho do Ministério Público Federal, no Estado do Pará, no combate à grilagem de terras”.

Essa é a situação que se espraiará por todos os Estados da Amazônia. E em sua esteira virá mais destruição da floresta, pois, como sabemos, a grilagem sempre foi o primeiro passo para a devastação ambiental.

Sendo assim, Senhor Presidente, está em suas mãos evitar um erro de grandes proporções, não condizente com o resgate social promovido pelo seu governo e com o respeito devido a tantos companheiros que deram a vida pela floresta e pelo povo Amazônia. São tantos, Padre Jósimo, Irmã Dorothy, Chico Mendes, Wilson Pinheiro – por quem V. Excia foi um dia enquadrado na Lei de Segurança Nacional – que regaram a terra da Amazônia com o seu próprio sangue, na esperança de que, um dia, em um governo democrático e popular, pudéssemos separar o joio do trigo.

Em memória deles, Sr. Presidente, e em nome do patrimônio do povo brasileiro e do nosso sonho de um País justo e sustentável, faço este apelo para que vete os dispositivos mais danosos da MP 458, que estão discriminados abaixo.

Permita-me também, Senhor Presidente, e com a mesma ênfase, lhe pedir cuidados especiais na regulamentação da Medida Provisória. É fundamental que o previsto comitê de avaliação da implementação do processo de regularização fundiária seja caracterizado pela independência e tenha assegurada a efetiva participação da sociedade civil, notadamente os segmentos representativos do movimento ambientalista e do movimento popular agrário.

Por tudo isso, Sr. Presidente, peço que Vossa Excelência vete os incisos II e IV do artigo 2º; o artigo 7º e o artigo 13.

Com respeito e a fraternidade que tem nos unido, atenciosamente, Senadora Marina Silva.



Escrito por Marino às 15h04
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DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

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Dia Mundial do Meio Ambiente: Conscientização e Ação

 

A semana em curso é dedicada às reflexões sobre a situação ambiental em todo o mundo. O dia 05 de junho foi consagrado como o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data decorreu das discussões durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, em 1972, em Estocolmo, Suécia. O Brasil, quase 10 anos depois, inseriu a data oficialmente em seu Ordenamento Jurídico, através do Decreto n.º 86.028, de 27 de maio de 1981.

 

Nunca a humanidade teve tanta necessidade de refletir sobre as questões ambientais. Os Meios de Comunicação Social de todo o mundo passaram a dedicar maior espaço às notícias relacionadas com problemas ambientais: aquecimento global, buraco na camada de ozônio, incêndios devastadores, desmatamentos, mortandade de animais, derretimento de geleiras, escassez de água, poluição, extinção de espécies da fauna e da flora, acidez dos oceanos, alimentos produzidos com aplicação severa de agrotóxicos, avanço dos desertos, supressão de habitats, transgênicos, sociedade consumista, insustentabilidade, colapso, pandemias, pobreza e tantos outros temas que poderiam muito bem preencher algumas páginas. Isso revela que a situação está muito ruim. E, ao que tudo indica, pode piorar ainda mais. Infelizmente, a busca por uma sociedade sustentável tem ainda um longo caminho a ser percorrido.

 

Nem mesmo as Conferências Mundiais da ONU, nem os diversos protocolos sobre questões ambientais e muito menos as várias leis sobre o meio ambiente, têm se mostrado eficazes de promover melhoria das condições ambientais. A humanidade caminha a passos largos para uma direção que não se mostra adequada.

 

Sabe-se que uma sociedade sustentável depende do querer coletivo, do envolvimento de indivíduos e de grupos e das decisões políticas, econômicas e sociais de governos (que se movem diante da pressão da sociedade). Depende ainda da constatação de ser possível reverter esse quadro de destruição ambiental.

 

A capacidade de se indignar e, por isso mesmo, a possibilidade de agir, só é adquirida diante do conhecimento em seu amplo sentido. E, é justamente aqui que reside uma das questões cruciais para todos. Como mudar e exigir mudanças de atitudes e de comportamentos? A Educação Ambiental é uma dessas ferramentas capazes de propiciar conhecimentos e promover mudanças. Por isso mesmo, não pode mais ser negligenciada. Há que desenvolver uma Educação Ambiental em todos os níveis, de modo a atingir não só o indivíduo, mas também a coletividade.

 

O destino de nosso presente e, em especial, de nosso futuro, está em nossas próprias mãos. Cabe a nós, portanto, interferir positivamente no dia-a-dia. Há que compreender a necessidade de melhor cuidar da Natureza. Ela é a nossa Mãe protetora, que tudo nos dá para a nossa sobrevivência e dos demais seres vivos.

 

A Educação Ambiental, portanto, deve ser indutora do agir, motivadora de transformações e libertadora do jugo que destrói a única casa até agora existente para abrigar a vida em todas as formas, o Planeta Terra.

 

Reflita sobre isso e, quem sabe, num futuro próximo possamos comemorar o dia 05 de junho como uma “taça” de água (não poluída, é claro).

 



Escrito por Marino às 17h46
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VIVA CUBA! OEA ANULA SUSPENSÃO QUE DURAVA QUASE 5 DÉCADAS.

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OEA anula suspensão de Cuba após 47 anos

Em reunião histórica, ontem (03), a Organização dos Estados Americanos-OEA, por decisão unânime de seus 34 países, anulou a suspensão de Cuba para participar da organização. É mais um gesto da nova política no continente sob o comando de Barack Obama, dentro do que se denominou de "espírito de diálogo".

É um avanço significativo na luta para acabar com uma injustiça ao povo cubano perpetrada pelos sucessivos governos norte-americanos. Não significa a entrada imediata de Cuba na OEA, mas, sem dúvida alguma, foi o mais importante e decisivo passo para isso. Não mais persiste qualquer veto ou resolução. Cabe, agora, a diplomacia dos Estados Americanos resolver eventuais obstáculos para que o continente americano possa estar novamente unificado.

Particularmente, fiquei muito feliz, pois o bloqueio à Cuba mantido pelos EUA por quase 50 anos não foi capaz de derrotar a resistência e a bravura do povo cubano. Viva Cuba, Viva o Povo Cubano!

 

 



Escrito por Marino às 12h08
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MINC AMEAÇADO DE MORTE. COISA DE JAGUNÇO RURALISTA

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Tasso e Kátia Abreu ameaçam de morte Ministro de Lula

Extraído do Blog de Paulo Henrique Amorin, 3/junho/2009
 
Os senadores Kátia Abreu e Tasso Jereissati, uma versão de jagunço . “Better dead than red” – foi uma palavra de ordem que os anticomunistas americanos usaram no macartismo e na Guerra Fria: “melhor morto do que vermelho”, ou “comunista bom é comunista morto”.

A propósito do Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc, os senadores Tasso Jereissati e Katia Abreu ofereceram agora ao Brasil uma versão de jagunço para a famosa frase: “ambientalista bom é ambientalista morto”; ou “melhor morto do que ambientalista”. 

O ex-presidente do PSDB, Tasso Jereissati, disse o seguinte, da tribuna do Senado Federal da República: “V. Exª (Kátia Abreu) disse uma frase muito importante: “Se dez Mincs desaparecessem da Terra hoje, nenhuma falta…” Não estou querendo que eles desapareçam, até porque eles são engraçados, são divertidos, apenas que não falem bobagem. Mas, se desaparecessem, não fariam a menor falta a nenhum brasileiro.” 

Antes a senadora Katia Abreu, do PFL e presidente da Confederação Nacional da Agricultura, tinha dito: “Eu quero dizer a esse ecoxiita profissional, alienado da economia nacional, que o Brasil e o Governo podem viver sem o senhor, Ministro. O Brasil sem o senhor não sentirá nenhuma falta. Mas o Brasil sentirá muita falta se os produtores rurais perderem a sua posição. Com a ausência de V. Exª no Ministério, o Brasil não alterará uma vírgula, porque o senhor não conhece o que é trabalho, o senhor não conhece o que é produção, o senhor só trabalhou e conseguiu até hoje acumular um pequeno patrimônio político para ser Deputado Estadual. “

Ou seja, a Oposição resolveu partir para a ameaça de morte. O Ministro Carlos Minc deveria pedir proteção à Polícia Federal.

Em tempo: uma amiga navegante me contou que o Arthur Xexéo na CBN, hoje de manhã, disse que isso que a Kátia e o Tasso fizeram é coisa de ruralista: contratam jagunço e mandam matar. A mesma amiga navegante gostaria de ver o presidente Lula, nesse momento em que sofre ameaça de morte, dar total apoio a Minc e mandar a Polícia Federal protegê-lo.



Escrito por Marino às 10h27
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OPERAÇÃO ANGUSTI-FOLIA

Operação Angusti-Folia

 

O Ibama, a Polícia Federal e a Força Verde/IAP, derem início no dia 24/05/2009, à Operação Angusti-Folia, contra o desmatamento da Floresta com Araucárias (Ombrófila Mista), sobretudo na Região Centro-Sul do Estado do Paraná. Ao todo são 223 agentes (80 do Ibama, 80 da Polícia Federal e 63 da Força Verde/IAP). São duas bases operacionais, uma no Batalhão do Exército de Guarapuava e  outra no Ibama de União da Vitória.

 

Na manhã do dia 25/05/2009 iniciou-se as vistorias em 145 pontos levantados pelo Ibama/PR, com 21 equipes de agentes das instituições destacadas.

 

Até a data de 02/06/2009, foram lavrados 133 autos de infrações no valor de R$ 4.142.141,20. Além disso, foram embargadas 62 hectares de áreas, apreendidas 246,98 m³ de araucária, 289,00 m³ de Imbuia, 694,18 m³ de madeiras diversas, 296 MDC de carvão e 1.077 MST de carvão, 1 trator, 2 caminhões, 1 picador de madeira móvel e 1 serraria móvel.

 

A Polícia Federal, através do Delegado Rubens Lopes, da Delegacia do Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, que investiga as ações criminosas de madeireiros desde julho do ano passado em conjunto com o Ibama/PR, formalizou representação com 45 laudas ao Tribunal Regional Federal - TRF da 4ª Região, que resultou na decisão do Desembargador Federal Amauri Athaíde que concedeu 17 mandados de busca e apreensão e 7 mandados de prisão. Todos os mandados de prisão foram cumpridos, à exceção do prefeito de Bituruna, Rami Ranssolin (PTB), que se encontra foragido. O prefeito de General Carneiro, Ivanor Dacheri (PSB) e o Vice-prefeito de Coronel Domingos Soares, Volnei Barbieri (PSDB), estão entre o presos por crimes ambientais.

 

A Operação concentra esforços em 15 municípios (Bituruna, Coronel Domingos Soares, Guarapuava, General Carneiro, Inácio Martins, Irati, Mallet, Palmas, Prudentópolis, Pinhão, Reserva do Iguaçu, União da Vitória, Cruz Machado).

 



Escrito por Marino às 10h36
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CONVITE PARA DEBATE

Google: Rio Floriano/Foz

 

 

Rios Limpos

Recebi o convite abaixo para importante evento em Curitiba, porém, compromissos em Maringá me impedem de comparecer. Mesmo assim agradeci ao convite e resolvi postá-lo para quem puder comparecer que o faça. Será uma ótima oportunidade para debater problemas e, especialmente, buscar soluções. Marino Elígio Gonçalves.

 

Câmara Municipal de Curitiba

Vereador Jonny Stica

Curitiba, 01 de junho de 2009

                                              

Prezado Senhor,

Venho através deste, honrosamente, convidar V. Senhoria e sua equipe, para o debate que irá tratar acerca da poluição dos rios de Curitiba. Participarão do evento também a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Secretaria Estadual do Meio Ambiente, ONGs, estudantes, profissionais ligados à área e demais interessados.

 

Evento: “Debate Rios Limpos – Os caminhos para salvar os rios curitibanos”

Data: 05 de junho de 2009

Horário: início às 10h e término às 12h

Local: Salão do Hotel Crowne Plaza – rua Presidente Carlos Cavalcanti, n. 600.

 

Atenciosamente,

 

Jonny Stica

Vereador

 

 



Escrito por Marino às 18h39
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OPERAÇÃO ANGUSTI-FOLIA

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TRF da 4ª Região manda prender 8. Prefeitos de General Carneiro e de Bituruna estão presos.

Está em curso há mais de uma semana a operação conjunta entre o IBAMA, POLÍCIA FEDERAL e FORÇA VERDE denominada de Operação Angusti-Folia. O nome homenageia o Pinheiro do Paraná (Araucária Angustifólia), mas também se refere à "farra" ou a "folia" que alguns madeireiros se propuseram com a prática de crimes ambientais, até então acobertados pelo manto da impunidade. A operação se concentra na Região Centro Sul do Estado do Paraná. Até hoje já foram lançados quase 200 autos de infração que somam mais de R$-4 milhões. Foram apreendidas madeiras cortadas ilegalmente e muitas serrarias e madeireiras estão sendo lacradas ou tiveram equipamentos lacrados.

A operação é fruto de longo trabalho de inteligência dos órgãos que a compõem. Os crimes ambientais são praticados em vários municípios, quase que impunemente. Muitos madeireiros são políticos e possuem muita influência local. Mas, nada disso foi suficiente para evitar a prisão de prefeitos e donos de madeireiras. É o caso dos prefeitos de General Carneiro e de Bituruna, que foram presos hoje de manhã, em cumprimento a mandados de prisão expedidos pelo Tribunal Regional Federalo da 4ª Região, com sede em Porto Alegre-RG.

Os agentes da Polícia Federal cumpriram todos os mandados de prisão. Ao todo 8 expressivas figuras daquela região foram presas.

Estão na operação Angustifólia um contingente de mais de 250 agentes do IBAMA, da POLÍCIA FEDERAL e da FORÇA VERDE/POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ.

 



Escrito por Marino às 11h03
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BOA NOTÍCIA

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Acordo com a CEF garantirá aquecimento solar em casas do PAC

Ascom/MMA, 01/06/2009 - Paulenir Constâncio

Os mutuários do programa Minha Casa Minha Vida com renda até três salários mínimos vão receber suas novas moradias com aquecimento solar para a água. O Ministério do Meio Ambiente e a Caixa Econômica Federal assinam, amanhã (2), às 9 horas, na sede da CEF no Setor Bancário Sul, acordo que vai garantir a instalação dos sistemas de energia solar. Família com renda entre três e seis salários mínimos que optarem pelos aquecedores solares terão uma linha especial de financiamento.

O SAS, como é conhecido o processo, substituirá os tradicionais chuveiros elétricos, representando uma economia de até 300 reais por ano na conta de luz do mutuário, além de contribuir para a redução das emissões de CO2, que agravam os efeitos das mudanças climáticas globais. O evento é parte das comemorações da Semana do Meio Ambiente.

Um convênio com as companhias de eletricidade dos estados de Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte com o grupo Neo Energia garantirá os kits de eficiência energética, que incluem, além do SAS, geladeiras de baixo consumo e sem CFC (gás que destrói a camada de ozônio) e lâmpadas econômicas para as casas do Programa Mina Casa Minha Vida, do Governo Federal. A instalação e manutenção dos sistemas de aquecimento poderão ser feitas pelas próprias comunidades atendidas. Trabalhadores que recebem o bolsa-família passarão por um treinamento, o que vai contribuir para a geração de empregos no setor.

O protocolo de intenções que será assinado pelo ministro Carlos Minc prevê várias outras ações voltadas para a promoção do desenvolvimento sustentável. Para viabilizar projetos e planos para a preservação ambiental, a CEF e o MMA vão compor um grupo de trabalho, do qual participam também o Ministério das Cidades e o das Minas e Energia.

Serão estudados mecanismos de financiamento para programas já existentes e novos produtos e serviços. O acordo guarda-chuva inclui a recuperação de áreas degradadas por contaminação do solo, gestão de resíduos sólidos (cadeias de reciclagem do lixo), projetos voltados para geração de créditos de carbono, áreas de conservação, monitoramento, construção sustentável e várias outras ações.

Troca de geladeiras -  A substituição de refrigeradores ineficientes e que utilizam compressores com CFC, que destrói a camada de ozônio, vai ganhar um novo impulso com o acordo entre o Ministério do Meio Ambiente e o Grupo Neoenergia, que vai utilizar os recursos que tem que ser destinados à melhoria da eficiência no consumo para a compra e distribuição de novas geladeiras que serão entregues pelo PAC da Habitação.

Um programa que começou em 2006 de uma parceria entre o MMA e as Nações Unidas para implementação das metas do Protocolo de Montreal e já apresenta resultados expressivos, rumo ao banimento dos clorofluorcarbonetos vai promover a substituição de refrigeradores em três estados do Nordeste.

Desde abril de 2008 os ministérios do Meio Ambiente e Minas e Energia vêm atuando para eliminar milhares de refrigeradores em todo o País. O MMA forneceu as máquinas recolhedoras do gás em uso, que não pode ser descartado diretamente na atmosfera, e treinou profissionais de refrigeração, apoiando a logística de entrega do gás às Centrais de Regeneração de Gás, instaladas a partir da parceria.

A Neoenergia atua na distribuição de eletricidade nos estados de Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte.



Escrito por Marino às 23h32
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MATA ATLÂNTICA AGONIZA

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A Mata Atlântica por um fio 

EcoDebate, 01/06/2009

Nesta semana foi divulgado mais um importante estudo com informações preocupantes sobre o nosso meio ambiente. Desta vez a má notícia é relativa à Mata Atlântica. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Fundação SOS Mata Atlântica revelam que, de 2005 a 2008, foram destruídos 103 mil hectares dessa importante floresta brasileira. São mais de 34 mil hectares por ano. Perdeu-se em apenas três anos uma área equivalente a dois terços da capital de São Paulo.

A Mata Atlântica já foi a segunda maior floresta tropical da América do Sul, percorrendo toda a linha do litoral brasileiro. Desde o descobrimento ela sofre uma destruição constante e que se agravou bastante a partir da metade do século passado. Este estudo divulgado na última terça-feira comprova que a destruição adentrou este século 21.

Desde 2000 a taxa de desmatamento mantém um ritmo veloz e inalterado. O mapeamento foi feito em dez dos dezessete estados brasileiros que contam com o bioma, cobrindo os estados mais populosos do país.

Estes números devem ser vistos ainda com maior preocupação quando levamos em conta que o que restou não permanece em faixas contínuas. A mata foi feita em pedaços. Dos 233 mil fragmentos florestais com mais de 3 hectares existentes, só 18,4 mil são maiores que 100 hectares.

Dos 131 milhões de hectares que havia na época do descobrimento, a área foi reduzida a 11,4%, se considerados os fragmentos de floresta acima de 3 hectares. Mas, considerando apenas fragmentos com mais de cem hectares, o que resta da Mata Atlântica cai para 7,9%.

Portanto, o que sobrou sobrevive na forma de ilhas isoladas de florestas. Isso torna ainda mais difícil a manutenção da biodiversidade, já que em áreas menores é mais difícil a sobrevivência das espécies, aumentando também a dificuldade da preservação, já que estes trechos isolados acabam mais expostos a pressões ambientais.

E também quando se fala em Mata Atlântica não se deve pensar em uma floresta isolada dos grandes centros habitados. Um fator diferencial desta floresta na comparação com a Amazônia é que grandes cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, estão nas beiradas deste importante bioma que abriga nascentes e fluxo hídrico essenciais para a existência destas localidades.

O avanço descontrolado sobre esta porção de biodiversidade, portanto, deve trazer as mesmas conseqüências de todo impacto ambiental em qualquer floresta, com a diferença de os efeitos serem imediatos. A disponibilidade de água e chuvas, por exemplo, depende diretamente da manutenção do que sobrou da Mata Atlântica.

Segundo o estudo, a floresta, ou o que resta dela, está próxima de uma população de mais de 120 milhões de pessoas, nas principais capitais e grandes metrópoles vizinhas da Mata Atlântica.

O levantamento concluiu que as áreas mais críticas para a conservação da Mata Atlântica são em Minas Gerais, com 32,7 mil hectares de desmatamento, Santa Catarina, com 25,9 mil, e Bahia, que desmatou 24,1 hectares, sempre nos três anos analisados pelo estudo. Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Goiás e Espírito Santo, provocaram juntos o desmatamento de uma área de 20.683 hectares.

O estudo do Inpe e da Fundação Mata Atlântica vem reforçar a necessidade da criação de políticas ambientais sérias, tanto no nível federal, quanto no âmbito dos estados. O modelo seguido até agora chega a ser autofágico. Em Minas, tomando como exemplo onde mais se desmata, a destruição se deve à exploração de carvão vegetal para a siderurgia.

Já passou da hora de se compatibilizar o progresso com a sustentação ecológica. Na verdade, este nem é mais exclusivamente um tópico econômico, já que a questão passou a ser mesmo de sobrevivência. Por fim, é de se perguntar o que vale acumular riqueza econômica com um processo que, logo mais, pode deixar os seres humanos sem meios para manter a própria vida.

 

 



Escrito por Marino às 18h50
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PRÊMIO PARLAMENTARES AMIGOS E INIMIGOS DA AMAZÔNIA

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Entidades Ambientalistas e Movimentos Sociais lançam Jornada de Luta pelo Meio Ambiente e Prêmio  Parlamentares Amigos e Inimigos da Amazônia

Reunidos em Brasília, no dia 27 de Maio de 2009, representantes da Aliança Camponesa e Ambientalista em Defesado Meio Ambiente e da Reforma Agrária, do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), do Instituto Socioambiental (ISA), dos Amigos da Terra Amazônia, da Associação Civil Alternativa Terrazul,  da Associação dos Servidores do Ministério do Meio Ambiente (AMMA), da Confederação Nacional das Associações dos Servidores do INCRA (CNASI), da Rede Brasileira de Ecossocialistas, da Rede de Juventude pelo Meio Ambiente (REJUMA) e da Secretaria Nacional de Meio Ambiente do PT (SMAD-PT) lançaram uma Jornada  de Luta pelo Meio Ambiente e o Prêmio Parlamentares Amigos e Inimigos da Amazônia.

A Jornada realizará na semana do meio ambiente, de 01 a 05 de junho, uma série de protestos contra os ataques ao meio ambiente, particularmente a desconstituição da legislação e da política nacional ambiental.

As duas principais atividades da Jornada acontecerão nos dias 02, 03 e 05 de junho. Nos dias 02 e 03 de junho, terça e quarta-feira, os manifestantes se dirigirão ao Senado Federal para acompanhar a votação da MP 458, considerada pelas entidades como a MP da Grilagem.

No dia 03, quarta-feira todos devem usar VERDE em sinal de protesto.

No dia 05 de junho, dia Mundial do Meio Ambiente, sexta-feira, será divulgada a lista de vencedores do Prêmio Parlamentares Amigos e Inimigos da Amazônia/2009. A finalidade da premiação é divulgar os deputados federais e senadores que se destacaram na defesa da Amazônia, bem como, os que mais contribuíram para a destruição daquele importante bioma. Veja a Agenda da Jornada:

Dia 01/06, segunda-feira, 17h - Distribuição de Nota Pública na Rodoviária de Brasília;
Dia 02/06, terça-feira, 10h - Mobilização contra a MP 458 no Senado da República;
Dia 03/06, quarta-feira, 10h - Mobilização contra a MP 458 no Senado da República. Nesse dia vamos usar VERDE em defesa do meio ambiente;
Dia 03/06, quarta-feira, 19h - Debate sobre o Código Florestal, na Sede Nacional do PT;
Dia 04/06, quinta-feira - Dia Nacional de Luta dos Servidores do INCRA e do IBAMA em Defesa do Serviço Público e do Meio Ambiente;
Dia 05/06, sexta-feira - Divulgação da listas dos parlamentares com o prêmio AMIGOS e INIMIGOS DA AMAZÔNIA.



Escrito por Marino às 18h31
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