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POLÊMICA DO LIXO EM MARINGÁ

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NOTA

Vereador Humberto Henrique (PT) Desmente Prefeitura

 

Em respeito a cidade de Maringá, o vereador Humberto Henrique (PT), autor do projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a remunerar cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis, apresenta informações que desmentem alegações prestadas pela prefeitura sobre esse assunto.

 

O projeto de lei é legal e constitucional e em sua redação cita o inciso XXVII do artigo 24 da lei federal 8.666/93 (redação dada pela lei 11.445/07), que dispensa licitação para “contratação da coleta, processamento e comercialização de resíduos sólidos urbanos recicláveis ou reutilizáveis, em áreas com sistema de coleta seletiva de lixo, efetuados por associações ou cooperativas formadas exclusivamente por pessoas físicas de baixa renda reconhecidas pelo poder público como catadores de materiais recicláveis, com o uso de equipamentos compatíveis com as normas técnicas, ambientais e de saúde pública”.

 

A iniciativa já acontece em várias cidades do país onde há gestores públicos comprometidos com o meio ambiente e que governam também para os mais humildes. É assim desde 2002 em Diadema (SP), cidade pioneira no país em remunerar cooperativas pela tonelada de material recolhido. O programa de coleta seletiva da cidade paulista foi apresentado em Brasília, no início deste ano, como “uma experiência exitosa”, durante encontro que reuniu 3.200 prefeitos.

 

Mesmo tendo conhecimento desses e de outros exemplos, segundo matéria do jornal O Diário do Norte do Paraná (27 de setembro de 2009, págna A9), uma das justificativas da prefeitura de Maringá para a falta de apoio reclamada pelas cooperativas e associações e, inclusive, para a insatisfação da população que também é prejudicada pela ausência de uma coleta seletiva eficiente, é de que o projeto de lei do vereador Humberto Henrique seria inconstitucional.

 

O projeto passou por todas as comissões do Poder Legislativo e recebeu aprovação unânime dos vereadores, mas só não foi implantado pela prefeitura por falta de vontade política. Se a matéria fosse inconstitucional caberia ao prefeito o veto, mas nem isso foi feito. Ao mesmo tempo em que, de forma equivocada, trata a coleta seletiva e a educação ambiental como alternativas e não como soluções, a administração municipal tem se limitado a viabilizar, de todas as formas, tecnologias caras para dar destinação final ao lixo produzido na cidade.

 

A administração municipal pode até se negar a implantar um projeto que atende às necessidades do meio ambiente e possibilita condições dignas de trabalho e sobrevivência para famílias que atuam como verdadeiros agentes ambientais, mas é inadmissível que utilize como argumento informações que não representam a verdade.

 

Maringá, 28 de setembro de 2009.

 

 



Escrito por Marino às 18h18
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CONFERÊNCIA SOBRE SAÚDE AMBIENTAL

mma

 

A saúde e o ambiente serão temas de conferência regional em Maringá

 

Respondento positivamente ao apelo dos Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente, Maringá realizará sua Conferência Regional de Saúde Ambiental.

 

Será neste sábado, dia 26, nas dependências da UEM. O início está previsto para às 08h30.

 

O lema escolhido foi "Saúde e Ambiente: vamos cuidar da gente!" e o tema "A saúde ambiental na cidade, no campo e na floresta: construindo cidadania, qualidade de vida e territórios sustentáveis".

 

A Conferência tem a marca da construção coletiva e, por isso mesmo, conta com a contribuição dos agentes municipais e estaduais, ligados à saúde, meio ambiente, infra-estrutura, saneamento, educação e trabalho. Todos esses setores devem se interagir mutuamente e com a sociedade para que as etapas municipais, regionais e estaduais da Conferência ocorram dentro do cronograma previsto.

 

São três eixos temáticos: 1) Desenvolvimento e sustentabilidade socioambiental no campo, na cidade e na floresta; 2) Trabalho, ambiente e saúde: desafios dos processos de produção e consumo nos território; e 3) Democracia, educação, saúde e ambiente: políticas para construção de territórios sustentáveis.

 

Nota-se pelos eixos acima a incidência do princípio da transversalidade, em que as várias temáticas se interligam, se chocam, se interagem, revelando que são, ao mesmo tempo, causas e conseqüências. Sendo assim, não podem ser tratadas em particular, demandando sejam estabelecidas políticas públicas integradas.

 

Outro ponto significativo nesse processo todo, é que os resultados somente virão se houver efetiva participação da sociedade, desta forma, a condução da Conferência e as formulações de políticas públicas devem propiciar a mais ampla participação popular, característica da democracia que deve, igualmente, nortear todas as ações dentro e fora dos governos.

 

O debate deve ser sincero e aberto, porém, fraterno a fim de que a realidade se aflore sem qualquer maquiagem. Importa extrair o retrato fiel das características e condições demográficas, epidemiológicas, socioeconômicas, geográficas, ambientais e culturais que diz respeito ao território, local da realização das etapas da Conferência.

 

Desse debate devem resultar propostas estratégicas e prioritárias, com vistas a assegurar a cidadania, a qualidade de vida e territórios sustentáveis nas cidades, no campo e na floresta.

 

Será a primeira vez na história do país em que o seu povo poderá participar de um debate nacional envolvendo ao mesmo tempo todos os assuntos que dizem respeito à saúde, física e mental, à qualidade de vida, ao meio ambiente, à educação, ao saneamento, à infraestrutura e à cultura. Inegável, pois, que a participação é de suma importância para os destinos do Brasil e de seus cidadãos.

 

VAMOS PARTICIPAR! É NESTE SÁBADO – 26/09.

 



Escrito por Marino às 10h44
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DIA 22 DE SETEMBRO: DIA SEM CARRO

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Amanhã,  dia 22 de setembro, é o dia sem carro.

Vale andar a pé, de bicicleta, de patins, de roler, de ônibus, ou no mínimo, de carona solidária etc.

Afinal de contas é só um dia sem carro, porém, é uma oportunidade para vencer a inércia e experimentar algo novo, tanto para quem usa carro no dia a dia, como para quem esta acostumado com uma cidade entupida de carros e de gente apressada.

Ficar um dia sem o carro, experimente e depois faça isso com freqüência, pelo menos uma vez por semana. Você pode ir ampliando o número de vezes sem carro. Isso faz bem ao Planeta  e à saúde  humana.

Adote essa idéia.



Escrito por Marino às 11h51
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AO COMPANHEIRO JOSÉ CLÁUDIO

 

Para o Amigo José Cláudio Pereira Neto

por Reginaldo Dias

 

Zé. Zezinho. Zé Cláudio. Zé Pereira. José Cláudio. José Cláudio Pereira Neto. Essas eram as muitas formas de que as pessoas se utilizaram para fazer referência a José Cláudio. Alguns chegaram a chamá-lo de Dr. José Cláudio, em provável deferência ao fato de ter se tornado prefeito ou em referência ao seu diploma de advogado.

 

Como “Pereira”, sobrenome ibérico, José Cláudio não era conhecido. Entretanto, principalmente no futebol ou nas pescarias, havia amigos que gostavam de chamá-lo de “Zé Pereira”. A pronúncia criava uma cacofonia, as palavras se fundiam e tinha-se a impressão de que era um nome só, Zepereira. 

 

Zé. Essa era, provavelmente, a forma mais corriqueira de os amigos se referirem a José Cláudio. E ele, pelo que se percebia, gostava muito. Era econômico e expressava sua genuína simplicidade de homem do povo. Mesmo quando exercia autoridade pública, quando não se encontrava em situações que exigiam formalidade e protocolo, era comum ser tratado dessa maneira pelos amigos e correligionários. Em casa, ele era o Zezinho. O diminutivo decorria tanto das relações afetivas entre familiares quanto do fato de ele, no fim das contas, ter o mesmo nome do avô.

 

Na vida de um homem público, o que conta mesmo é a forma como a população faz referência a ele. Do ponto de vista da propaganda eleitoral, o nome composto “José Cláudio” sempre teve boa sonoridade e recepção popular. Era assim que, em campanha ou depois de eleito, a população costumava, espontaneamente, chamá-lo. Com menos distanciamento, era chamado, popularmente, de “Zé Cláudio”.

 

Cláudio, nome latino, vem da linhagem dos estadistas romanos da época dos césares. Na família de José Cláudio, tratava-se de um nome recorrente. Cláudio, além do nome do avô, estava também no nome dos tios e de seu pai, Raimundo Cláudio. Para manter a tradição, seus irmãos também foram assim batizados.

 

José, como se sabe, é o nome mais popular, derivado do personagem bíblico que desposou Maria. Tal foi a popularidade do patriarca da “sagrada família” que, até recentemente, cultivava-se o hábito, quando não se sabia o nome de alguém, de chamá-lo de “Seu José” ou “Zé”.

 

Mas havia outro José na Bíblia, no Antigo Testamento, o filho de Jacó e Rachel. Segundo a tradição bíblica, José foi nomeado pelo faraó, após decifrar seus enigmáticos sonhos, para administrar o Egito por um período de fartura e preparar o país para os “sete anos de vacas magras”. Situação diferente viveu José Cláudio, filho do Sr. Raimundo e de D. Aparecida, que herdou a prefeitura de Maringá em crise, dilapidada pelo esquema de corrupção, ou seja, tinha de enfrentar o tempo das vacas magras e preparar a cidade para os tempos de fartura. Com humildade incomum, dizia que sua única ambição era devolver a dignidade ao exercício do cargo de prefeito. Foi muito além disso. Se sua trajetória não fosse interrompida tão precocemente, teria chegado muito longe. A história lhe fará justiça.    

 

Com humildade incomum, dizia que sua única ambição era devolver a dignidade ao exercício do cargo de prefeito.

 

 



Escrito por Marino às 09h06
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